terça-feira, 29 de maio de 2007

"Recall" Rota do Gaio"

Pensamento:
"Quem não sabe suportar contrariedades nunca terá acesso a coisas grandiosas"
(Provérbio Chinês)

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Altimetria

Percurso no Google
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Pelas 08h30 lá estava eu chegando ao P. Infantil da Pires Marques.
Já lá estavam o Filipe, o Tó Zé e o Nuno Maia, este último apenas a animar a malta com dois dedos de conversa. Logo de seguida chegou o Martin com a sua nova Trek 8900 ainda a cheirar a tinta. Agora tem uma máquina à altura. Bem vindo ao clube dos "Trekeiros".
Esperámos ainda algum tempo, mas não apareceu mais ninguém.
Grupo homogénio, percurso a condizer.
Fomos então reviver a "Rota do Gaio", feita em sentido contrário, percurso que a mim pessoalmente, me marcou pela beleza dos trilhos e pelas lindíssimas paisagens, das subidas e descidas quanto baste e das travessias do Rio Tripeiro e Ribeira da Magueija com as suas "passadouras" bem alinhadas e de beleza única.
Lá saímos mais uma vez pelo portal do frigorífico para nos dirigirmos à Tapada das Figueiras e logo depois, o primeiro contatempo: tinha mudado as rodas da bicla e colocado corrente nova mas a cassete ficou a velha e já com alguma quilometragem.
Novo com velho não resulta bem, é ponto assente.
Ainda tentei aconchegar o cabo das mudanças esticando-o um pouco mais, mas a corrente não se aguentava no carreto quando tinha de aplicar um pouco mais de força. Nada a fazer. De cada vez que metia uma mudança de carreto tinha que utilizar o afinador na manete para tentar centrá-lo um pouco mais.
Só me conseguia manter no carreto grande e prato médio e no terceiro carreto na "talega".
Foi bem duro e por vezes demasiado suave.
Lá cheguei razoávelmente bem, pois o pessoal também não apertou muito, e com mais uma lição, que bem sabia, mas que omiti por "preguicite"
Bem.
Continuámos então em direcção ao Santuário da Sra de Valverde, que cruzámos, e passámos pelas zonas do Lagar Novo, Vale de Garzinda e Vale Escudeiro para chegarmos às bombas do Palvarinho onde parámos para tomar café.
Dali saímos já a pensar na "delícia" do single track que dá acesso à aldeia. (obrigado Rarn por nos teres ensinado aquela bela "vereda")
Chegados ao Palvarinho, subimos para apanhar a estrada interior que dá acesso a Salgueiro do Campo e mais à frente virámos à esquerda por trilhos que nos conduziram pelo Casal da Bica para entrarmos no Salgueiro pelo Campo de Futebol, continuando por belos trilhos e estradões até ao Rio Tripeiro, (hà quem lhe chame ribeira) que atravessámos, e que bem soube aquela àgua fresquinha, pois hoje o calor já se fazia sentir na pele.
Cruzado o rio, seguimos para o Chão da Vã onde arfámos por aquela bela e algo longa subida em direcção a Camões.
Alí parámos para comer algo e apreciar algumas casas em recuperação e toca a descer para a Ribeira da Magueija, pois os "radiadores" já necessitavam de arrefecimento.
Continuámos pelas Alagoas, Ceperedo Pereiro e lá estava ela, a descida para a Praia do Muro.
"Que beleza".
Alí nos entretivemos um pouco a apreciar a paisagem e a tirar umas fotos e mais uma subida "porreirinha", daquelas que a malta refila, mas até gosta.eheheh.!!
Cruzámos o Vale Galedete para entrarmos de novo no Palvarinho já a pensar naquele single que dá acesso à técnica e algo perigosa descida para a Azenha do Santo (Ponte de Ferro) e sem respirar, aproveitámos a embalagem para ranger a tubagem da bicla na terrível subida para o Penedo Gordo,
Aí a "coisa" acalmou e foi rolar até ao Cabeço da Barreira para enfrentar a "descidita" para a Ribeira da Liria, com as suas águas coloridas, "mais para o castanho", e continuar para a Cova do Gato, chegando à cidade pelas 13h20, com 61 kms no "cortiço", com alguma dureza, mas bem a meu gosto.
Pena foi a transmissão da bicla não ter colaborado comigo. eheheh!!!( o dia da greve é amanhã.!!!)
A malta divertiu-se, o resto são favas.!!!

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Malta: aproxima-se o dia 10 de Junho. O Castelo do Rei Wamba aguarda a nossa visita.

A saída nesse dia è ás 08h.

Quem me quiser acompanhar deve informar-me por qualquer meio: tlm, sms ou aqui no blog.

Agora toca a carregar as baterias para os "lampiões" nos iluminarem os trilhos na noite do dia 2, no III BTT nocturno da Casa do Benfica de Castelo Branco.

Até lá

segunda-feira, 28 de maio de 2007

"Virados a Sul"

Pensamento:
"O rio atinge os seus objectivos porque aprendeu a contornar os obstáculos"
(André Luíz)

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Tinha previsto para hoje, dia 27, participar no Passeio de BTT "Rota dos Lagartos", na Lardosa, acompanhado da minha família, que pretendia participar no Passeio Pedestre.
Saiu furado.
Já não eram permitidas inscrições, por excesso de inscrições, apesar de ter tentado ainda dentro da data estipulada pela organização.
Nos panfletos que publicitavam o evento nada constava como limite de inscrições, apenas a data limitava as inscrições.
Uma situação a rever pelos organizadores, pois pode causar alguns embaraços.
Sendo assim, resolvi e bem, ir pedalar com a malta que se juntou na Pires Marques pelas 08h30 e que se têm vindo a enraizar pela positiva.
Hoje éramos nove elementos: AC, Martin; Arlindo; Joaquim Cabarrão; Ricardo; Dino; Àlvaro;Fidalgo e Nuno Dias.
Tendo eu lançado a ideia do Raid ao Castelo do Rei Wamba, agendado para o doa 10 de Junho, tenho massacrado um pouco o pessoal para aquela zona, pois aproveito para ir limando algumas arestas no percurso do Raid.
Mas esta malta está sempre pronta a pedalar, quer seja a norte ou sul, a este ou oeste.
Saímos já depois das 08h30 pela zona das piscinas municipais, passámos a Barragem da Talagueira, onde sempre hà pescadores na suas margens e rumámos ao Baixo da Maria.
Ali pedalámos por novos trilhos e chegados às Benquerenças parámos para tomar café, comer algo e "mandar umas bocas" pois a malta hoje estava animada.
Partimos em direcção à Represa, passámos sob a via férrea pela passagem inferior e entrámos no Vale de Pinto em direcção aos Amarelos.
Ali voltámos à direita para passarmos de novo sobre a via férrea para apanharmos o trilho que nos levou a estrada da Carapetosa em direcção às Sarnadas que cruzámos em toda a sua extensão até à estação, atravessando seguidamente a EN18 para a Fonte nova e continuámos até Cebolais de Baixo, onde pretendia encontar um trilho que sabia existir e que vai dar à Capela da Senhora da Guia evitando o alcatrão.
Consegui os meus intentos e atravessámos os Escalos de Cima em Direcção às Olelas para descermos pela rápida descida que deixou marcas no Dino na passada semana, pelo que desta vez foi mais moderado a descer.
Dali dirigímo-nos ao depósito da água junto aos Maxiais para efectuarmos o sobe e desce até às obras da variante à Carapalha chegando a Castelo Branco pouco antes das 13h com 56 kms percorridos em manhã animada.
O dia começou ventoso, mas moderou durante a manhã, vindo a piorar já na chegada à cidade, novamente com vento algo forte, mas que já não nos afectou.


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Terça Feira, dia 29, pelas 08h30 no P. Infantil da Pires Marques para darmos umas pedaladas por aí.
Até lá
AC

sexta-feira, 25 de maio de 2007

"Preparação ao III BTT Nocturno da Casa do Benfica de Castelo Branco"

Pensamento:
"Pela ignorância enganamo-nos, e pelos enganos aprendemos"

(Provérbio Romano)
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Ontem resolvi dar as minhas primeiras pedaladas nocturnas, em terrenos mais complicados, tirando as pequenas incursões, ou seja regressos, efectuados o ano transacto pelo verão, em percursos sem grande dificuldade.

Assim, compareci nas Docas pelas 07h, para me juntar ao Roberto, Marcelo e outros dois companheiros com quem ainda não tinha pedalado, em resposta ao convite para a preparação do III BTT Nocturno da Casa do Benfica de Castelo Branco.

Por questões óbvias não vou divulgar o percurso, podendo apenas adiantar que não vai defraudar ninguém.

Há trilhos para todos os gostos e feitios

São realmente espectaculares e diversificados, e feitos de noite têm outra dimensão que nos faz sentir pequeninos e submersos em toda aquela imensidão de ruídos e sombras por vezes com formas estranhas que se desmistificam quando absorvidas pela luz emanada da nossa bicla. Tem uma beleza diferente, é lindo.!!!


Entusiasmado com esta minha saída nocturna, lancei o repto ao Roberto para efectuarmos com alguma regularidade uma saída nocturna por trilhos diversificados.

Estejam atentos aos blogs.


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Fotos retiradas de castelo-branco-by-bike, onde podem ler o relato do Rarn.

Quem quiser pedalar em grupo compareça no Domingo pelas 08h30, no P. Infantil da Pires Marques.

Até lá

AC


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domingo, 20 de maio de 2007

"Uma visita aos Amarelos e Sarnadas de Rodão"

Pensamento:
"Nada mais tão útil ao homem, como a resolução de não ter pressa"
(H. Thoreau)

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Percurso no google



Altimetria

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Hoje equacionei ir andar sózinho de BTT.Primeiro, por ser o dia seguinte à Maratona de Idanha e segundo, por a previsão meteorológica ser de chuva.
Por isso, deduzi que o pessoal estaria a recuperar do "empeno" do dia anterior e os que não foram à Maratona teriam medo da chuva.
Fiz uma má avaliação
Quando cheguei ao P. Infantil da Pires Marques vi logo o Fidalgo e logo de seguida chegou o Dino. Entretanto chega o Arlindo montado na sua velhinha B1 HT.
Já eramos 4.
Fiquei um pouco mais animado, tanto mais que tinha decidido ir até à zona de Amarelos e Sarnadas, confirmar umas ligações de trilhos para amenizar uns topos de sobe e desce, pois o acumulado do raid do rei Wamba já tem que chegue, se lhe pudermos extrair alguma coisita, a malta agradece.
Lá partimos os 4 em direcção aos Amarelos.
Saímos pela Quinta do Socorro e rumámos ás piscinas Municipais, parqueamento do Jumbo e passámos pelas traseiras da padaria do Montalvão para termos acesso à Barragem da Talagueira, onde encontrámos um "montão" de malta a pescar.
Aquele peixe deve ser saboroso e estar gordinho com tanta "merda" que "vitamina" as águas daquela barragem.
Continuámos até à zona oeste da Zona Industrial pelo estradão que vem do Ribeiro da Seta e descemos para o Baixo da Maria para apanharmos o estradão para as Benquerenças.
Entrámos na estrada que dá acesso à povoação junto ao antigo "Bataclã", recordação armazenada apenas na memória dos mais velhinhos e apanhámos de novo o estradão junto ao depósito suspenso que nos levou até à passagem inferior junto à linha férrea, para termos acesso ao antigo apeadeiro do Retaxo, onde tomámos café.
Dali seguimos para os Amarelos pelo Vale Pinto.
Nos Amarelos andámos um pouco à roda para decidir qual o trilho mais directo aos meus objectivos.
Depois de encontrado o trilho, rumámos às Sarnadas de Rodão, circulando pelo interior da povoação e descendo para a estação ferroviária, passámos na passagem superior que dá acesso à EN18 que cruzámos e continuámos até à Fonte Nova, onde parámos para comer e dar dois dedos de conversa.
Dali encetámos o regresso à cidade, pois já tinha delineado os trilhos que pretendia naquela zona.
Passámos pela Portela da Vila e traseiras das Bombas da Galp na IP2 e seguimos paralelos áquela via até à Represa, para seguidamente entrarmos nun single track que nos levou à estrada que dá acesso ao Complexo das Olelas.
Mesmo à entrada do recinto, o Dino teve um furo na roda traseira da sua ainda brilhante "Rockrider".
Substituiu-se a câmara de ar em animada cavaqueira, mas o pior ainda estava para vir.
Na descida rápida das Olelas e numa curva com inclinação negativa, o Dino sai disparado da bicicleta e cai numa zona de mato ardido com paus de esteva queimado que são autênticos estiletes.
Graças a Deus não se magoou, foi mais o aparato.
A origem da queda está bem documentada em fotos que apresento nesta postagem.
O pneu da frente saltou do aro ao curvar, ficando como as imagens documentam. Como é possível!!!
Não se magoou a sério, por puro milagre.
Já refeitos do susto e o Dino também não é rapazinho para ficar a chorar pelos cantos, montámos nas biclas e continuámos com a mesma animação como se nada tivesse acontecido, em direcção à cidade, onde chegámos pouco depois das 13h, com 50 kms percorridos em ritmo alegre.
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Terça Feira, dia 22, se quiseres pedalar aparece pelas 08h30 no P. Infantil da Pires Marques.
Até lá
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terça-feira, 15 de maio de 2007

"Ir ao Ninho e Voltar"

Pensamento:
"A vida ou é uma aventura ousada ou não é nada"
(Hellen Keller)
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Altimetria

Percurso no Google

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Hoje fui o primeiro a chegar ao Parque Infantil da Pires Marques.
O Filipe telefonou a dizer que vinha um pouco atrasado mais o Marco. Entretanto chegou o João Valente e pouco depois o Martin.
O ramo estava composto.
Uma manhã radiosa e cinco indivíduos à procura de aventura. Vamos nessa!!!
Começamos a "pedalada" sem aue a malta se apercebesse qual o trajecto. Só alguns kms depois è que disse que íamos até ao Ninho do Açor.
È um percurso que eu pessoalmente gosto imenso de fazer. Apesar de algum sobe e desce, è um percurso rápido.
Como a maioria das vezes, saímos pelo portal do frigorífico em direcção à Atacanha, onde virámos à esquerda para passar sob a A23 com rumo à zona de Valverde. Daí fomos até Tinalhas passando pelo Penedo do Cervo e subindo as 3 toneladas para o vale Coelheiro e Tinalhas.
Após passarmos na proximidade da Capela da Rainha Santa Isabel virámos à direita para uma descida rápida até ao Vale das Barrocas por onde continuámos para o Vale Prande que contornámos até ao eucaliptal que subimos para apanhar o estradão que nos levou até ás hortas do Ninho do Açor.
Não entrámos no Ninho e continuámos por estradão largo para as Ferrarias até atravessar a estrada Freixial-Barbaído para dar início a mais uma rápida e algo técnica descida para a Barroca do Forno, onde iniciámos a subida também ela ténica para Freixial do Campo, onde parámos para tomar café.
Dalí saímos em direcção a Santa Catarina e mais à frente passámos novamente pela Quinta de Valverde e Ponte do Rio Ocreza para virármos à esquerda para o Vale da Pereira para pedalarmos no single, desta vez a subir.
Foi espectacular.
A erva e o mato quase que nos cobriam e o trilho não se via, adivinhava-se. Tarefa árdua para o nosso batedor de serviço, o Filipe, que no meio daquele matagal lá nos levou a bom porto. Foi bastante divertido.
Saímos do vale da Pereira nas imediações da Tapada das Figueiras e rumámos ao Parque de Campismo, Carvalhos e entrámos na cidade cerca das 13h15 com 62 kms percorridos em bom ritmo.


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Sábado é dia da Maratona de Idanha, contudo mantêm-se a saída no DOMINGO às 08h30 do P. Infantil da Pires Marques, para quem não vai à Maratona, ou para quem o empeno não fez grande mossa.


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ALTERAÇÃO À DATA DO RAID.


Por dia 2 ser o dia (noite) do III Passeio Nocturno da Casa do Benfica de Castelo Branco, a data do RAID ao Castelo do Rei Wamba passa para o dia 10 de Junho.
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domingo, 13 de maio de 2007

"A ver o Ponsul"

Pensamento:
"Os anos ensinam muitas coisas que os dias desconhecem"
(autor desconhecido)


Percurso no Google

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Apesar de algum vento, hoje o dia apresentou-se solarengo e ainda assim, apetecível para dar umas pedaladas.
Pelas 08h30, juntei-me à malta na Pires Marques, para mais um dos nossos passeios domingueiros.
Hoje, fomos 7 os que quiseram partilhar comigo umas pedaladas. Nuno Maia, Dino, Marcelo, Joaquim Cabarrão, Jorge Palma, Agnelo Quelhas e Ruben.
Após a escolha da zona para a volta de hoje, fomos para a zona do Ponsul.
Saímos em direcção ao Quinteiro e ao primeiro pequeno obstáculo, o Nuno Maia desiquilibrou-se a subir uma pedra e ao sentar-se pesadamente sobre a parte traseira do selim, partiu o espigão, um FSA de carbono??????, ou seja, uma finíssima película de carbono que envolvia o plástico que partiu de forma redonda.
A saber:
Como é do conhecimento geral, o carbono é uma fibra caríssima. Portanto, quem compra carbono a preço acessível, das duas uma, ou na loja se enganaram no preço, ou de carbono pouco ou nada tem. E ainda!!! O carbono, quer queiram quer não, é preto, cor de azeviche. Quem compra carbono branco, azul, vermelho, eu sei lá, desconfie, pois as resinas podem-se colorir, o carbono não.
Ok. acabo já a seca!!!
Voltámos atrás à minha garagem para emprestar um espigão em alumínio com o respectivo selim, um Selle Itália SLR, ao Nuno Maia, para continuarmos a nossa voltinha.
Tornámos a sair pelo Quinteiro, passámos o Monte do Zeferino, Cutileiro, continuámos pela Rebouça de Baixo, Chão da Granja e Monte do Pombal, onde nos encostámos ao Rio Ponsul durante algum tempo e junto à sua margem direita, merendámos debaixo duma figueira.
Já mais recompostos, seguimos para a Granjinha de Baixo para dar início à longa e pedregosa subida que nos levou até quase ao arraial dos Bouchalinos.
Ali, virámos à esquerda para a "adrenalítica" descida para o Compasso de Baixo.
Passámos o pontão da Ribeirinha e toca a subir até aos Quintalréis de Cima e Capa Rota, para apanhar seguidamente asfalto até Castelo Branco, passando pela Pedra da Garalheira, o monumento mais conhecido da malta betêtista.
Já à entrada da cidade, onde chegámos pouco depois das 12h, com 42 kms percorridos, a malta dividiu-se, seguindo o maior grupo em frente e eu e o Nuno Maia pelo Bairro das Fontainhas.
O Nuno Maia já só queria asfalto, pois trazia o "rabinho" maltratado pelo SLR.
O que se pode dizer de quem está habituado aos sofás de luxo da SMP.
Para mim, só para ver televisão sentado na Bike.eheheheh.
Hoje foi um "passeiozito" bastante engraçado e com alguma dureza e creio que toda a malta gostou apesar da já habitual "resmunguisse" do Marcelo quando se aproximam as subidas.
Pudera!!! Com aquele avião, até eu resmungava. Porém, resmunga, mas muito raramente é o ultimo a chegar. Alguma rapaziada das "light weights" esfarrampam-se atrás dele.
Hoje, para que conste, os pesos pesados aguentaram-se lindamente, caso do Joaquim Cabarrão que está a atingir uma forma invejável, o Marcelo que já nem o "air bag" estorva e o Nuno Maia, que a continuar assim, muda de classe com dispensa à oral.
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Terça Feira hà mais pelas 08h30. Comparência no Parque Infantil da Pires Marques.

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Atenção Malta!!
Dia 03 de Junho hà "RAID" ao Castelo do Rei Wamba" com vistas espectaculares para as Portas de Rodão".

Distância: Cerca de 80 Kms
Dificuldade Fisica: Média
Dificuldade Técnica: Média

Chegada fora do horário habitual de almoço.

Para o pessoal menos preparado, haverá percurso alternativo.

Não esquecer a alimentação e a hidratação.

ATENÇÃO: Só para sofredores e para quem goste de dar cabo do "canastro"

Não hà médias altas nem baixas: o andamento será ajustado ao grupo.

A partir de hoje, vou passar a chateá-los com um RAID mensal: seguem-se "Gardunha", "Cedillo" (Barragem) e outros.

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terça-feira, 8 de maio de 2007

"Em volta da Marateca"

Pensamento:
"È preciso viver, não apenas existir"
(Plutarco)

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Dia radioso, foi com o que deparei quando saí de casa pelas 08h25, para me juntar à malta na Pires Marques.
Porém, quando ali cheguei apenas se encontrava o Filipe, que apesar do empeno de Portalegre, não faltou.
Entretanto chegou o Nuno Maia, mas de mota, na sua imponente "Varadero" que nos deu dois dedos de conversa.
Quando nos aprestávamos para sair, surgiu no horizonte uma figura betêtista, que ao aproximar-se verifiquei ser o Micaelo do BTTHAL.
Bem, se dois já se pode considerar um grupo, 3 é quase o dobro.
Falámos inicialmente em dar uma volta pelos lados do Ninho do Açor, mas como o Filipe ainda estavaum pouco "empenado do PTG 100" aplanámos a volta e fomos pedalar lá para os lados da Marateca, ou Santa Águeda, como lhe queiram chamar.
Saímos em direcção ao já "populérrimo" portal do frigorífico, seguindo pela Atacanha, Sta Aplónia, cruzámos Alcains, continuando pelo Pôr da Vaca, Seixeira e Lardosa, onde parámos para tomar café.
Aí acabaram-se as pilhas, não as minhas, mas as da câmara, que por sorte são alcalinas e encontrei mesmo ali ao lado do Café.
Pilhas repostas, máquina ok e lá fomos nós para a segunda parte da tirada.
Saímos em direcção ao Tanque, passámos sob a A23 e pedalámos por um belíssimo trilho no Monte do Satão, completamente ornamentado de mimosas, agora no seu auge, que nos deslumbraram com a sua beleza.
No final do trilho, um pouco de alcatrão até aos pomares da Mota, onde apanhámos o estradão que nos conduziu à Barragem da Marateca, onde parámos um pouco a apreciar a desova das Carpas, que se rebolavam quase fora de água nos juncais ali existentes.
Continuámos em direcção à Póvoa de Rio de Moinhos, onde entrámos, junto à Fonte e descemos para a ponte para virar à esquerda e apanhar o trilho para o recinto da Capela de Nossa Senhora da Conceição, onde parámos um pouco e tirámos uma foto de grupo no "Coreto".
Seguimos depois até às 3 descidas conhecidas pela malta mais antiga no BTT, como as 3 toneladas, continuando em direcção ao Penedo do Cervo, Quinta de Valverde, entrando novamente em alcatrão até apanharmos o caminho para a Tapada das Figueiras, passando ao lado do bonito Vale da Pereira, onde não fizémos uma incursãozinha, por o Filipe ter de ir trabalhar à tarde.
Depois foi descer até a passagem inferior da A23 para o Parque de Campismo, onde descobrimos que o Micaelo, sem dizer nada à malta usava já uma das grandes novidades da Michelin para 2008.
Mais vocacionada para a malta da pesada, a Michelin lançou o seu novo pneu "All Terrain" 3 compound com "piercing", vejam só, onde chega a tecnologia de hoje em dia, como podem atestar nas 2 fotos, incursas nesta postagem, à revelia da marca francesa.
E esta. Hein...!!!! Ele hà cada uma..!!!.
Enfim, gostos não se discutem.
Prosseguindo:
Chegámos a Castelo Branco pelas 13h, com 60 kms percorridos num ritmo certinho e agradável.
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Domingo, dia 13, pelas 08h30 no Parque Infantil da Pires Marques, para mais uma pedalada, algures por aí..
Até lá
AC
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domingo, 6 de maio de 2007

"Peregrinação a Fátima"

Pensamento:
"A adversidade é um trampolim para a maturidade"
(C. C. Colton)

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Como já vem sendo habitual, desde hà alguns anos a esta parte, fui cumprir a minha peregrinação a Fátima, por estrada, com a minha asfáltica.


Convencionei ir a Fátima todos os anos, enquanto as pernas me o permitirem, no fim de semana antes do 13 de Maio.


Mais um ano completei o percurso, feito em autonomia.



Sai de casa pelas 07h com a "bicla" apetrechada com dois bidons, um com água e outro com uma bebida hipotónica, bolsa com câmara de ar e o essencial para reparar um furo, algumas barras energéticas e uma saqueta com gel para compor, antes da terrível subida final de Alvega, mais conhecida como a do "Boi Preto", já à chegada a Fátima. (12% de inclinação)


Este ano foi um pouco mais complicado pois apanhei vento de frente praticamente durante todo o percurso e por vezes com rajadas, pelo que a dificuldade e o desgaste foram acrescidos.


A minha esposa e uma das minhas filhas, a Daniela, sairam de casa pelas 10h e foram ao meu encontro, alcançando-me em Tomar, onde fiz uma pequena paragem para comer um "bolito" e uma peça de fruta e toca a pedalar novamente até Fátima. O meu pessoal continuou e de vez em quando efectuavam uma paragem para uma foto.


Cheguei a Fátima pelas 12h50 e parei no parque de estacionamento nº. 2, como já vem sendo habitual.

Arrumei a minha Look 585 e fui tomar um banhinho de água quente num dos balneários.

Já "lavadinho" e reposto fui almoçar no Restaurante "João Paulo II".


Depois dum "salmãozinho" grelhado fui dar uma volta pelo recinto e pelas imediações e agradecer a Nª. Sra de Fátima ter-me acompanhado nesta minha viagem.

Seguidamente fui até Tomar visitar o Castelo e o Convento de Cristo. Uma visita a não perder para quem não conhece.
Fiz a minha viagem com um andamento relaxado em 5h47m, na distância de 149 kms.
Quem me quiser acompanhar no próximo ano, pode desde já reservar o dia 10 de Maio de 2008.
A viagem é em autonomia e extensiva a familiares.
Até lá vamo-nos entretendo, dando umas voltinhas de BTT e de estrada e outras aventuras inopinadas.
Fiquem bem
AC
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quarta-feira, 2 de maio de 2007

Tal como a àrvore de folha caduca"

Pensamento:
"Quando se busca o cume da montanha, não se dá importância ás pedras do caminho.
(autor desconhecido)

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Balanço da minha actividade mensal

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Terça Feira. 1 de Maio, dia do Trabahador.
E foram 13 os que compareceram para mais uma volta de BTT.
Tinha "postado" no Blog que iria ser uma volta pelos lados do Ponsul, na distância de 37 kms, mas alguém opinou os Lentiscais e como a Maratona de Portalegre é já no próximo Sábado, juntaram-se mais 1 dúzia de kms e algum acumulado.
Alguns companheiros ainda detêm a ideia errada de que, para treinar para um qualquer evento, neste caso Portalegre, basta "estafarem-se" uns dias antes. Enfim.!!
Cada um è como cada qual e finta como sabe.!!
Lá partimos, muito próximo das 09h em direcção à Carapalha para entrar na nova variante a IP2 e já próximo da rotunda da "Longofor" entrámos no trilho para os Maxiais.
Ali encontramos a Cristina Salavessa acompanhada dum betêtista que não conheço, que disse ir treinar até Alvaiade.
Fiz-lhe o convite para nos acompanhar, mas esta declinou, alegando que nós tinhamos mais pedalada. "Será.!!!! E a pedalada é assim tão importante. !!! Não será certamente.!!! No que me toca escolho pela companhia e não pela pedalada. Isso para mim não tem importância.
Antes de entrarmos em Maxiais, deambulámos por alguns trilhos engraçados que circundam a aldeia, onde entrámos e apanhámos o traçado da Maratona ACCB, cujo trajecto seguimos até aos Lentiscais.
Era ideia inicial ir tomar café ao "Pescaz", mas esbarrámos no portão fechado. "Ali também era feriado".
Continuámos por asfalto para atalhar caminho, depois de vários contratempos com avarias mecânicas (2 correntes partidas) e pernas emperradas, que alteraram substanciamente o tempo estimado de chegada à cidade e parámos num pequeno pinhal para a "merendinha da praxe", com uns a sacarem rápidamente as suas barritas energéticas de cores coloridas e os mais carentes a nível alimentar, com as suas variadas e algumas célebres"sandochas", como o PJFA e o Varadero, desta vez minorizadas pela XXL do Marco, que na primeira dentada teve que alargar o "bocal" à medida máxima.
Já com os estômagos aconhegados, continuámos em direcção ao Monte da Assentada, onde encetámos a rápida descida até à Ponte Nova do Ponsul, onde os mais temerários "deram o litro" e outros a "vê-los passar".eheheheh.!!
Dali seguimos pelo Monte do Chaveiro, onde efectuámos a bem "puxadinha" subida para o Monte Clérigo e que efectivamente só termina na Lixeira. Continuámos para o Monte do Vedulho, passámos no sopé do Monte de S. Martinho para apanhar o single track das Palmeiras, que percorremos na direcção invertida ao seu início habitual, chegando a Castelo Branco pelas 13h15, com 49 kms percorridos e cheios de peripécias.
Titulei esta "postagem" como "Tal como a folha caduca" por se assemelhar um pouco ao que aconteceu durante este nosso passeio.
Logo na parte inicial, o primeiro abandono, ainda na nova variante à IP2.
à entrada dos Maxiais outro companheiro partiu a corrente da sua bicla e regressou à cidade.
Ao chegarmos ao Ponsul, outros 3 companheiros saíram do pelotão, presumo que por "avaria geral" e resolveram continuar por alcatrão, contrariando a máxima betêtista de que "o alcatrão faz mal aos pulmões".
Chegados à lixeira, outros dois companheiros se renderam ao "encanto" do alcatrão e seguiram-no para a cidade.
E foram 5 os "teimosos" que teimaram em continuar a pedalar pelos trilhos delineados até ao final.
Um reparo de admiração para o Nuno Maia, cuja "capacidade de sofrimento" melhorada desde hà algum tempo a esta parte, lhe vem aumentando a "performance"
(Quem o viu e quem o vê).!!! Continua que estás no bom caminho.!!!
"Moral da história":
Assim como a àrvore de folha caduca vai perdendo as folhas, assim eu fui perdendo os companheiros.
Também hoje não consegui fazer o clip de vídeo que desejava, pois a bateria deu o "berro" logo nos primeiros kms e ainda não tenho outra de reserva.
Como apenas tinha filmado uma passagem com alguns segundos, fiz um arranjinho para aumentar um pouco e manter o clip no blog, pois também não levei máquina fotográfica. as fotos postadas foram cedidas pelo Nuno Maia. Mas melhores dias virão. Irei treinando.
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Altimetria



Percurso no Google



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Na próxima Terça Feira, dia 8 pelas 08h30, no P. Infantil da Pires Marques para mais umas pedaladas. Compareçam.

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