terça-feira, 28 de agosto de 2007

"Manhã amena"

Pensamento:
"O homem começa a morrer na idade em que perde o entusiasmo"
(Balzac)
.o0o.
Ao contrário do que vem sendo habitual, o dia hoje brindou-nos com uma manhã amena.
Um convite à prática do BTT.
Compareceram para pedalar: AC, Dino, Martim, Filipe e o Mateus, pela 1ª. vez no grupo, um amigo que já hà algum tempo ameaçava vir dar umas pedaladas connosco.
SURPRESA;
Ultrapassou a quilometragem que estava habituado a fazer e acabou por se aperceber que afinal os "gajos" que andam muito, que só gostam de andar a subir paredes e por maus caminhos, afinal é tudo uma "treta".
São tipos normais e que andam de bike como todos os outros.
Uns mais "assim", outros mais "assado", uns com a "talega", outros com a "avózinha", mas no fundo o gosto pela bicicleta é o mesmo e onde o companheirismo e a amizade é o que nos move neste belo desporto, que é o BTT.
Vamos de uma vez por todas acabar com esses "fantasmas" e praticar btt como gostamos de fazer.
De manhã, à tarde ou à noite, como nos der na "real gana"
(!"!"#$%&)!!!!!!!!!!
Saímos da cidade pelo portal do frigorífico, com ideia de ir até à Lardosa e voltar, tanto mais que o Dino, como sempre durante a semana, tem de estar na cidade cerca das 12h.
Chegámos à Lardosa já com 28 kms percorridos e parámos no "Tá-se Bem" para o cafézinho da praxe.
Por ali nos mantivémos na "galhofa" durante algum tempo e como ainda era cedo, o Dino aventou a hipótese de darmos a volta pela Marateca e assim foi.
Saímos pela zona do Tanque e rumámos à Marateca passando no Pontão onde o Rio Ocreza entra nas águas da Barragem.
Dalí seguimos em direcção à Póvoa de Rio de Moinhos, onde efectuámos nova paragem para atestar os "camelbacks" descendo seguidamente para a ponte, onde virámos à esquerda para ter acesso à Capela de Nossa Senhora da Conceição.
Apanhámos depois o trilho que nos levou ao estradão para a Quinta de Valverde, entrando logo depois em asfalto até virarmos de novo à esquerda para a Tapada das Figueiras e Parque de Campismo, entrando na cidade carca das 12h15, com 63 kms percorridos.

terça-feira, 21 de agosto de 2007

"Nos Trilhos do Javali"

Pensamento:
"O mal de quase todos nós é que preferimos ser arruinados pelo elogio a ser salvos pela crítica"
(Norman Vincent)
.o0o.
Hoje, fomos 5 os que nos reunímos para mais uma "romaria" de btt.
Manhã bastante ventosa, muita vontade, alegria e boa disposição, foram os ingredientes que hoje acompanharam a malta que se juntou para pedalar: AC, João Valente, Roberto, Micaelo e Dino.
Saímos da cidade pelo portal do frigorífico para apanhar o trilho para os Desembargadores, entrando seguidamente em asfalto até à Capa Rota, virando à direita para a descida dos Quintalréis de Cima e alí, à esquerda para o Compasso de Baixo.
Parámos no pontão da Ribeirinha para o Dino "dar à bomba", pois tinha furo na roda traseira da sua "Rockrider" e criar alento para enfrentarmos a dura subida para os Bouchalinos.
Lá no alto, um compasso de espera para reagrupar e continuámos, passando ao lado do arraial para logo após virarmos à direita para atravessar o eucaliptal e tomar a estrada para Belgais.
No início da descida para Belgais, voltámos à esquerda para serpentear pela orla do rio Ponsul e apreciarmos a magnífica paisagem que dalí se alcança, parando aqui e alí para registar esses momentos de forma digital.
Trilhos espectaculares nos esperavam desde então.
Estreitas, longas e técnicas veredas de passagem dos javalis que nos deram imenso gozo e também algum trabalho, pois tivemos que formar um grupo de "Sapadores Florestais", para afastar alguns eucaliptos caídos nos trilhos e que proporcionaram algumas cenas hilariantes.
Depois da arrepiante descida para o Cabeço Redondo, foi um "arfamento" constante até à Parrocha, onde avistámos lá para o lado dos Escalos um foco de incêndio, que era atacado por um helicóptero que ia encher o saco de água na "charca" da Tapada do Caraca.
Como o nosso destino imediato era os Escalos de Baixo, continuámos em direcção à zona de intervenção, passando o Barrão e lá no alto, fomos dar uma espreitadela ao incêndio, verificando que este tinha deflagrado junto à estrada, no cruzamento para a Mata, provávelmente por descuido de algum fumador, que terá atirado a "pirisca" pela janela da viatura.
Felizmente só arderam umas dezenas de m2 de pasto.
Seguimos para os Escalos de Baixo, com os "cockpit's" das bikes orientados ao restaurante "O Chafariz" , zona de abastecimento.
Eu bebi uma "bjeca" e o resto da malta o cafézinho da praxe, mas cedo tivemos que abandonar o local, pois começaram a passar ao nosso lado umas grandes travessas com uns jovens suínos de pele estaladiça e com um bronze que até arregalava os olhos (vulgo leitão) e faria inveja à "Cinha Jardim", para não falar do intenso e apaladado cheiro que até dilatava as narinas.
Tivémos mesmo que abandonar o local para não cair em tentação.
Abalámos, "sim senhor"!!!. Mas ficou a promessa de lá voltar!!!
Partímos então em direcção ao Monte S. Luís, que contornámos para a Fonte Santa, onde entrámos de novo em alcatrão até Castelo Branco, com uma pequena paragem junto à Pedra da Garalheira, para uma sessão fotográfica.
Chegámos à cidade pelas 12h, com 43 kms percorridos e após nos termos despedido da malta, eu e o Micaelo, os mais desgastados pelos constantes disparos na digital, fizemos ainda uma paragem no bar da Associação da Boa Esperança para repor os níveis de "cevada" com um par de "loirinhas" cada.
Mais uma jornada de btt, onde a amizade e companheirismo foi nota dominante.
.o0o.
Estejam atentos!!! Vêm aí os "Passeios Temáticos".
Uma parceria "ac-trilhos e aventuras#btthal"
Brevemente!!!!

domingo, 19 de agosto de 2007

"Nos Trilhos do Azinhal"

Pensamento:
"Não é mérito o facto de não termos caído, mas sim o de nos termos levantado todas as vezes que caímos"
(Provérbio Árabe)
.o0o.
Mais um domingo, mais uma volta de BTT.
Apesar da manhã ventosa, foram 10 os que compareceram para as já habituais "pedaladas" domingueiras: AC, Dino, Marcelo, Álvaro, Paulo Jalles, Nuno Jalles, Fidalgo, Joaquim Cabarrão, Arlindo e Nuno Maia.
A idéia de hoje, era aceder ao planalto do ponsul e curtir uns trilhos pelo azinhal.
Saímos da idade pelo single das Palmeiras em direcção ao Monte de S. Martinho, contornámos a velha lixeira e entrámos no eucaliptal nos Montes dos Cagavaios, percorrendo um belo e sombreado trilho que serpenteia à meia encosta até chegarmos ao cimo dos Enfestos, para tornar a entrar nos trilhos numa rápida descida para o Monte do Chaveiro.
Passámos a velha e arruinada ponte medieval sobre o rio Ponsul para acedermos à algo longa subida para o Monte dos Cancelos, já no planalto.
Por alí serpenteámos por vários trilhos, alguns a requerer os nossos dotes técnicos derivado ao areão e pedra rolante de que eram compostos, cruzando os Montes do Negrete e Escrivão até à margem esquerda do rio.
Mais uma gincana na areia e os mais audazes tentaram a travessia na bike, havendo quem o tenha feito e com estilo. Outros acanharam-se e tiveram de empurrar a bicla para a outra margem.
Foi um momento divertido onde a camaradagem e a boa disposição foram uma constante.
Aproveitámos para devorar as barrinhas energéticas enquanto o pézinho enxugava, ao mesmo tempo que nos deliciávamos a apreciar a paisagem que o rio nos proporciona nesta altura do ano e um numeroso bando de cegonhas e garças brancas, (carraçeiras) que levantaram com a nossa presença e por ali voavam em círculos.
Rodámos um pouco pela cumeada junto ao rio, para depois rumarmos ao Monte do Sordo, onde virámos à direita para nos entretermos a arfar na londa subida para o alto das Rebouças.
Dalí seguimos num sobe e desce até ao Forninho do Bispo, com o pensamento no Restaurante do Abílio, no recinto da Senhora de Mércules e numa bjéca, bem fresquinha que acabasse com a piadeira originada pelo pó dos caminhos, acumulado nas nossas gargantas. E o melhor produto é seguramente uma bela e loira sagres média, e não vá ficar algum resquício, seguida duma elegante mini, também sagres, para evitar conflitos.
Como ainda era cedo, por ali nos entretivemos um pouco na galhofa, regressando à cidade pelas 12h, com 36 kms percorridos, onde sobressaiu mais uma vez a camaradagem e o gosto pelo btt à descoberta de novos trilhos e aventuras.


Terça feira, dia 21, há pedalada. Concentração pelas 08h na Pires Marques.
Até lá
AC

terça-feira, 14 de agosto de 2007

"Por trilhos de Lentiscais"

Pensamento:
"Amigos são aqueles estranhos seres que nos perguntam como estamos e esperam ouvir a resposta"

(autor desconhecido)

altimetria
.o0o.
Hoje, apenas eu: AC, o Dino e o André, pela segunda vez na nossa companhia, comparecemos para nos divertirmos pedalando por alguns dos belos trilhos que temos o previlégio de desfrutar neste nosso interior.
Apenas 3, mas decididos, resolvemos inovar um pouco e ir tomar a bica da praxe aos Lentiscais, por trilhos diferentes dos habituais.
O André, hoje o mais enferrujado dos 3, pois não tem a disponibilidade que pretendia para andar de bike, foi o que mais sofreu, mas decerto que "gozou à brava".
Saímos da cidade pelo single track das Palmeiras, em direcção ao Forninho do Bispo, contornando o recinto da Sra de Mércules, entrámos num sobe e desce até à Rebouça, onde apanhámos uma nova e rápida descida para o Monte do Sordo e o estradão que nos conduziu ainda pelo Monte Jambum e da Ponte até à ultima curva dos Enfestos.

Daí descemos por asfalto até à ponte nova do Rio Ponsul para virarmos à direita e iniciar a subida até ao planalto do Monte do Picado, com uma vista magnífica avistando-se ao longe a cidade e pouco depois entrámos nos Lentiscais, onde parámos no Centro de Dia, para o apetecido café.

Conversámos um pouco e aproveitámos para retemperar energias, principalmente o André, pois já era nítido o seu desgaste físico, não só pela sua ainda pouca rodagem nestas andanças, mas ainda por problemas que trazia no cubo da roda traseira da sua bike, que lhe travava o andamento. Mas foi um bravo, sofreu um pouco, mas teve acesso a trilhos e paisagens maravilhosas e que nos vão marcando ao longo dos tempos, ampliando de forma gratificante o gosto pelo btt, na sua verdadeira vertente. (na minha opinião)Voltámos ao asfalto por cerca de 1 km, para entrar de novo no Monte do Picado, mas por outros caminhos, que nos levaram ao topo da subida inicial do Ponsul, agora invertida, passando de arfante a adrenalínica, tal foi o gozo que nos deu a descida para a ponte.
Rumámos seguidamente ao Monte do Chaveiro e subimos por um novo trilho, lindo e mais macio, que nos levou ao cimo dos Enfestos para entrarmos no eucaliptal e desfrutar dum magnífico e sombreado trilho para o Monte dos Cagavaios, dando de caras com o imponente Cabeço de S. Martinho, com o seu bem enquadrado marco geodésico.Contornámos a velha lixeira, já desactivada e o cabeço de S. Martinho para entrarmos de novo no single track das Palmeiras, que deu início à nossa aventura de hoje.Chegámos a Castelo Branco pelas 12h15, com 44 kms percorridos por trilhos bem divertidos e diversificados e onde as nossas biclas puderam mostrar o seu melhor.


Fiquem bem!!!
Domingo, dia 19, há pedalada. Concentração na Pires Marques pelas 08h.
Até lá
AC

domingo, 12 de agosto de 2007

"Pedalar entre amigos"

Pensamento:
"O talento educa-se na calma, o carácter no tumulto da vida"
(Goethe)

.o0o.
.o0o.

Como habitualmente, fui fazer uns kms de btt com amigos.
Juntámo-nos pelas 08h no P. Infantil da Pires Marques: AC, Dino, Fidalgo, Ricardo, Álvaro, Micaelo, João Valente, Arlindo e os irmãos Nuno e Paulo Jalles, que trouxeram as bikes de Lisboa para darem umas pedaladas connosco.

Combinámos ir tomar café às Benquerenças.
Saímos de Castelo Branco pelas 08h20 em direcção ao NERCAB, passámos pela piscina praia, pelas traseiras da Padaria de Montalvão, no portal que dá acesso à Barragem da Talagueira, seguindo o trilho que nos levou ao estradão que vem do Ribeiro da Seta aos novos lotes da Zona Industrial.Quando descíamos em direcção à zona do Baixo da Maria, encontrámos o Jorge Palma com dois companheiros do pedal oriundos dos Cebolais que vinham em sentido inverso e resolveram acompanhar-nos, tanto mais, que íamos em direcção à sua zona.
Acabámos por formar um grupo à antiga com "14 pedalantes".

Ao chegar às Benquerenças, contornámos a aldeia por belos trilhos, antes de "abancarmos" no café para a "bica da praxe". Dalí saímos pelo caminho que dá acesso à foz da Líria, mas virámos à esquerda para entramos no estradão paralelo à A23 até à passagem sob a via férrea junto ao Apeadeiro da Represa. Seguimos um pouco por um troço da EN18, desactivado, e passámos de novo sob a via férrea para apanhar novos trilhos até aos Amarelos. Na povoação virámos à direita para a passagem superior da via férrea seguindo o estradão até à estrada da Carapetosa, virando à esquerda para as Sarnadas e descemos para a Estação apanhando depois um trilho em descida rápida até à EN.18, que cruzámos e continuámos por diversificados trilhos até Cebolais de Baixo.


Passámos a povoação em direcção ao recinto da Sra da Guia no Retaxo, onde parámos para abastecer de água e comer qualquer coisa.Depois de mais uma animada sessão com as incríveis histórias do Ricardo, que não deixa ninguém indiferente com a sua alegria contagiante e o melhor contador de histórias do grupo. Atravessámos o Retaxo para dar início à subida para as Olelas, pela vertente mais fácil, onde parámos novamente, pois a paisagem vista lá de cima é magnífica. De seguida lançámo-nos pela descida mais inclinada e técnica até junto à ponte sobre a via férrea para tomar o estradão que nos trouxe até Castelo Branco, onde chegámos pelas 12h15, com 52 kms percorridos em franca camaradagem e companheirismo.


Uma verdadeira jornada de btt. O Jorge Palma e os outros 2 companheiros ficaram logo no Retaxo e os irmãos Nuno e Paulo Jalles despediram-se do grupo à entrada do Valongo seguindo pelo Mc Donald's em direcção às Isabeldeiras, onde residem temporáriamente. O resto do grupo não resistiu a um par de "bjecas" no bar da Associação do Valongo, para dissipar o pó dos trilhos e aclarar um pouco as cordas vocais. Hoje foi um dia que eu gostei particularmente, por ter tido o prazer de pedalar um belo grupo de amigos.



Terça Feira, dia 14, hà pedalada. Concentração pelas 08h na Pires Marques

terça-feira, 7 de agosto de 2007

"Descida às Ribeiras dos Maxiais"

Pensamento:
"Não é livre quem não tenha obtido domínio sobre si mesmo"
(Demófilo"
.o0o.
Altimetria
.o0o.
Manhã um pouco mais fresca nas primeiras duas horas e 4 betêtistas para mais uma volta das terças feiras: AC, Filipe, Arlindo e Agnelo.

Saímos em direcção aos Maxiais passando pelo interior da aldeia à procura de um café aberto, mas o único que conheço na povoação estava ainfa fechado.

Começamos a descer para o Ribeiro do Barco, mas após cruzarmos a Ribeira da Paiteira o Arlindo resolveu regressar, com mágoa minha, pois destesto abandonar um companheiro, ainda mais quando regressa sózinho. Alegando sentir falta de forma física, regressou à cidade.
São situações de impasse, mas hà que continuar!!!

Continuámos a descer, cruzando ainda o leito da Ribeira da Alagada, até chegarmos defronte do imponente Cabeço do Pico, onde a Ribeira do Muro desagua no Ribeiro do Barco.
Em determinada altura ía sendo atropelado por uma Corça que atravessou o caminho mesmo à minha frente, deixando uma grande poeirada no ar. Seguímos depois algum tempo paralelos à Ribeira do Muro, num bonito trilho pelo vale, até chegarmos ao estradão por onde passou a Maratona da ACCB, seguindo-o em sentido inverso até aos Maxiais, onde de novo fomos ao Café "O Janota" agora aberto.
Bebemos o cafézinho da praxe, com excepção do Agnelo que bebeu uma bebida fresca e por ali nos mantivemos algum tempo na conversa, pois ainda era cedo.
Dalí regressámos à cidade pelo mesmos trilhos, onde chegámos cerca das 11h, com 38 kms percorridos por trilhos com lindas paisagens.

.o0o.

Até Domingo às 08h no P. Infantil da PiresMarques.

AC

domingo, 5 de agosto de 2007

"Um passeio calmo e descontraído"

Gráfico do mês de Julho



Altimetria

Pensamento:
"O homem não é velho enquanto está buscando alguma coisa"
(Jean Rostand)

.o0o.
Tal como um bom cristão praticante não falta à igreja num domingo, assim um bom betêtista praticante raramente passa um domingo sem andar de bicla.

Pelas o8h lá estava eu no P. Infantil da Pires Marques, para mais uma volta domingueira.
Cheguei acompanhado do Álvaro e do Ricardo e logo de seguida começaram a chegar outros companheiros do pedal.
Neste domingo, juntaram-se 12 betêtistas, entre eles 2 senhoras que nos brindaram com a sua simpática companhia: AC, Fidalgo, Arlindo, Marco, Paulo Jalles, Ricardo, Nuno Maia, Álvaro, João, Teresa, Paulo Alves e Poppi.

Foi aventada a hipótese de fazer dois grupos, mas não concordei, pois para mim só hà uma forma de praticar btt!! É andar de bicicleta e dela tirar prazer, ajustando os andamentos e dificuldade dos percursos aos companheiros que connosco pretendem compartilhar umas horas de btt, como foi o caso.
Resolvemos ir até à Lardosa, que apesar de ser um percurso a rondar os 50 kms é completamente plano e com trilhos sem grande complicação e ainda porque a manhã se apresentava algo fresca, relativamente aos dias anteriores.

Saímos em direcção a Sta Apolónia em alegre cavaqueira, pois o grupo era bastante animado. Chegámos à Lardosa e parámos no café "Tá-se Bem" para tomar café ou uma bebida fresca. Foi um arraial de bicicletas encostadas junto à entrada do Café, que mais parecia uma feira. No interior, o colorido das nossas roupas e 12 clientes duma só assentada, certamente aguçaram a curiosidade dos presentes.

Por alí nos mantivémos, bebendo e conversando até que resolvemos regressar à cidade, práticamente pelos mesmos trilhos, com umas pequenas alterações.
Foi uma manhã calma e bem passada na companhia de amigos.Chegámos a Castelo Branco pelas 12h30, com 46 kms percorridos.

Terça Feira hà pedalada. Concentração pelas 08h no P. Infantil da Pires Marques.