quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

"O alcatrão faz mal aos pulmões"

Circula uma frase no meio betêtista que diz: -
"O ALCATRÃO FAZ MAL AOS PULMÕES"

Vejam um pequeno exemplo!!!!


"Eu não faço estrada" - Pedro Lopes


(Eu sou suspeito, pois também gosto de pisar alcatrão, mas com a minha asfáltica. eh eh eh!!!)

Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos
AC

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

"Viagem ao Centro do Mundo"

Altimetria


Depois dum domingo em pleno, uma terça feira supostamente para recrear, mas não foi bem assim, apesar dum passeio com metade do acumulado, foi ainda assim preenchido com uns "curtidos" 66 kms de puro btt.


Hoje, eu o FMike, o João Valente e o Filipe, não conseguimos resistir a mais uma terça feira "pedalante" e lançámo-nos a devorar trilhos em direcção ao Centro do Mundo, nome porque é conhecida a pacata aldeia de Barbaído.
Saímos da cidade pouco depois das 08h e rumámos à citada aldeia passando pela Tapada das Figueiras e Valverde para entrarmos na primeira povoação do dia, a aldeia de Freixial do Campo.
Parámos no Café Amazonas, onde a malta betêtista é sempre bem recebida pela D. Guilhermina, mas hoje foi o marido, cujo nome não recordo.
Gente simpática e hospitaleira.
Pedimos as bicas da praxe, mas a surpresa estava eminente, pois o amigo FMike apresentou-se com um bolo, ou lá como se chama, de massa de farinheira, produto familiar proveniente da "matação" do bácoro e que até fez "faísca" eheheh
Obigadinho amigo Mike, aquilo era uma delícia mas era só metade, então e a outra!!! Vê lá se não te esqueces na próxima terça, se não a malta fica "augada" eheheh
depois do cafézinho pegámos novamente nas biclas e descemos para o Vale Sando por uma bela e técnica descida para atacarmos depois uma subidita onde no ano passado eu e o Filipe levámos uma tareia dumas abelhinhas bem bravas, mas que felizmente já foram movidas do local, ou então os enxames morreram.
Lá no alto foi pedalar por extenso estradão sempre pela cumeada, até virarmos à esquerda já direccionados ao Barbaído.
Alguma confusão nalguns cruzamentos derivado ao corte das matas de eucaliptos que por ali existiam mas tudo correu bem, lá dei com os trilhos para o Verdelhão.
Já com o arraial à vista virámos novamente à esquerda já direccionado ao centro do Mundo onde pouco tempo depois e após termos molhado os "pézinhos" na ribeira, chegámos e resolvemos parar, só que era difícil encontrar o café da aldeia, bem dissimulado e geminado com a mercearia.
A senhora bastante simpática e admirada de estarmos todos sujos de lama, pois perguntou-nos se também andavamos "à lama" lá nos "aviou" a receita de "sagrespan", dose mini, que me deu novo alento, acompanhada dum delicioso bolinho de mel.
Saímos dali em direcção a Juncal do Campo com a Serra de S. Brás e Serra do Lobo à nossa direita, até à descida para o vale que antecede o Juncal.
Passámos a aldeia e rumámos, desta vez a Caféde pela Lameira do Velho e passando a aldeia sem parar, rumámos às passadouras da Rabaça, onde cruzámos o Rio Ocreza.
Contornámos as Sesmarias para entrar em Alcains pelas Escolas e seguimos para Santa Apolónia pelo caminho do Penedo Furado.
Dalí até à cidade foi rápido, com chegada pelas 12h50 e 66 kms percorridos por belos trilhos e excelente companhia.

Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos
AC

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

"Monforte da Beira"

Altimetria
Já há algum tempo que estava planeada esta aventura a Monforte da Beira, mas por este ou por outro motivo ainda não tinha sido concretizada.
Mas o facto é que se estivermos à espera que as coisas aconteçam, ou ainda, esperar muito tempo para as concretizar, na grande maioria das vezes acabam por se "esfumar", ou não passar disso mesmo, uma ideia!!!

Assim, resolvi deixar os "os tordinhos" em paz e o "canhangulo" no cofre e resolvi fazer um convite a alguns amigos que me quizessem acompanhar e a resposta não se fez esperar.
F.Mike, Agnelo, Jorge Palma, Fidalgo, Marcelo e Nuno Diaz aceitaram o convite e juntámo-nos pelas 08h no Parque Infantil da Pires Marques.

Após a foto de grupo, demos início ao passeio com saída em direcção exactamente oposta a Monforte, originando alguns comentários entre a malta, mas a idéia era pisar alguns trilhos novos, para alguns, e arredondar um pouco a volta, que não era a que tinha programado inicialmente e que alterei por questões de segurança e algum eventual conflito em zonas de reserva onde tinha no dia anterior havido "montarias aos javalis e veados" havendo a hipótese de domingo haver o habitual "rebusco" ou cobro de peças feridas, não cobradas no dia anterior.

Como tal, não passámos pelo Néo, Covil do Lobo, Montes da Baliza, Vale das Vacas e Malha Pão, que ficaram desde já em "stanby" e em alternativa, descemos ao Vale do Ponsul, com início na quelha das Fontainhas, Fonte da Mula e Forninho do Bispo e afrontando o Vale do Ponsul pela Barroca do Cutileiro, onde nas imediações fomos brindados com o avistamento de 3 lindas corsas que cruzaram o caminho mesmo na nossa frente em elegante correria e que se deixaram admirar com uma ou duas paragens, para depois desaparecerem transpondo a cumeada.
Fiquei de tal maneira impressionado com aquela soberba visão das corsas em estado selvagem e no seu habitat natural, que até me esqueci de sacar da "digital" para registar o momento. grrrrr!!!

Chegámos então ao estradão principal que seguimos até à N.18.8, passando pelos Montes do Jambum e Ponte e cruzámos o Rio Ponsul pela degradada e em estado de abandono, Ponte Romana, para subirmos pelo Monte dos Cancelos até ao Negrete, onde entrámos em alcatrão para numas escassas centenas de metros tornarmos aos trilhos, desta vez no Monte Flores e nos embrenharmos e bonitos azinhais e sobreirais até à entrada do Monte do Grifo, onde não entrámos virando à esquerda de novo, até ao asfalto, para evitarmos algumas aramadas e portais fechados a cadeado e que era difícil transpor, além de não ter a respectiva autorização do proprietário.

Virámos no cruzamento seguinte para Malpica do Tejo na estrada de ligação com Monforte, para logo nos esgueirarmos por um estradão à esquerda numa descida alucinante e em bom piso em direcção à mancha de eucaliptos que atravessámos até chegar às hortas de Monforte.
Seguidamente entrámos nos terríveis trilhos de Monforte, que o Agnelo denomina de corta pneus, de muita pedra, desnivelados e de má progressão, mas de muita adrenalin para nos dissimularmos nos extensos olivais que "povoam" a zona entre muita pedra e mato até chegarmos próximo do castelo, virando novamente à esquerda para nos "atirarmos" novamente em descida rápida e de melhor piso em direcção à Capela de Santo António, já em Monforte, onde ainda antes da já ansiada paragem no Café "O Padeiro" percorremos ainda algumas pitorescas ruas da aldeia.

Momento de repouso muscular e de repor energias com a ajuda duma bela "bjeca" (qual ovomaltine, qual carapuça)
O grupo era animado e reinadio e já ali, alguns "meninos" que não digo o nome, mas que aponto quando os vir, aproveitando a presença no estabelecimento dum técnico que reparava a máquina do café, se fizeram de forma "escandalosa" à boleia, chegando ao ponto de irem espreitar a viatura para ver quantes bikes poderia carregar. eheheh
Mas o castigo foi severo!!!


Com a "galga" que estavam foram conduzidos por trilhos habitados por "rechonchudos suinóides" pata negra, ou porco preto, como lhe queiram chamar, fazendo-os entrar em "deliriun deliriuns"com miragens de belos "secretos de porco preto" "presunto pata negra" bifinhos, costeletas, lombo, enfim... os homens sofreram à "brava" com aquelas visões.



Mas os "ditos" talvez temendo a exposição pública e os eventuais editais estratégicamente "escarrapachados", fizeram "acto de contrição" e resolveram acabar a aventura montando as suas "esforçadas" monturas", vulgo bikes, num regresso onde a parte final era a "expiação" não deixando contudo de aqui e alí lançarem uma ou outra "lamúria".

Agora sériamente. . . Os meus sinceros parabéns aos companheiros Fidalgo, Marcelo e Nuno Diaz, que não estando ainda habituados a estas "andanças" em termos de quilometragem e dureza, mostraram a sua raça, sendo eles os verdadeiros protagonistas desta aventura, vencendo as 7 horas de selim, os duros trilhos da serra, as descidas técnicas para o vale do ponsul e as duras subidas que compunham estes cerca de 80 kms, fazem deles, a quem só lhes é permitido pedalar nos fins de semana, uns betêtistas na sua verdadeira essência.
Benvindos à classe da longa distância, trilhos por desbravar e paisagens para mais tarde recordar!!!
E sobretudo, por me terem dado o previlégio da vossa companhia!!!

Depois deste "hino" aos meus amigos pedalantes, resta-me referir que o regresso foi feito pelos trilhos da verdadeira Serra de Monforte, por trilhos explêndidos entre muros antigos que dividiam e dividem ainda as "sortes", por entre olivais, alguns já em estado de abandono descendo depois em complicada descida para o sopé da Serra do Carregal para continuar pelos Montes do Barrelas, Marmelitos, Marmelos, (onde se encontravam os porcos pretos em "montado") Negrete e Escrivão(também com porcos de "montado"), para tornarmos a cruzar a ponte romana, desta vez com paragem na "Tasca da Ti Amélia" para tomar a dose desta vez mini, de "Sagrespan" para olear as minhas cartilagens e assim melhor afrontar a terrível subida para a lixeira e alguns topos até final.

Depois da subida entrámos na mancha de eucaliptos em direcção ao Monte dos Cagavaios e circundámos o Monte de S. Martinho para entramos na cidade, pelo Bairro da Carapalha cerca das 15h, com 76 kms percorridos em belos trilhos, na companhia de malta animada e divertida.
Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos
AC
Album Fotográfico
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Monforte

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

"5º. Aniversário do Grupo SelindaBtt # Sertã"

Perfil altimétrico
Percurso no google

Este post sai um pouco atrazado no tempo, mas o facto é que esta semana tenho andado um pouco adoentado e um pouco desmotivado, sem grande vontade de me chegar ao computador.
Mas como diz o velho ditado, "mais vale tarde que nunca".
No passado domingo, na companhia do amigo João Valente, desta vez em representação do grupo "BTTHAL", deslocámo-nos à Sertã convidados para mais um aniversário do grupo "SelindaBtt".
Foi o seu 5º. aniversário e que contou à partida com cerca de 50 convidados, entre representantes de grupos, lojas, importadores e patrocinadores, entre outras entidades ligadas às duas rodas.
Formou-se assim um grupo bastante homogénio no que respeita à camaradagem e boa disposição e onde a performace desportiva era um facto secundário.
Fomos dos primeiros a chegar à Praça da Carvalha, local da concentração e logo de seguida fomos tomar a bica ao bar com o mesmo nome.
O pessoal foi chegando e quando já todos os convidados estavam presentes e prontos para o "embate", deu-se a partida, com aquele colorido pelotão de betêtistas a rumarem aos trilhos da região, bem alegres e bem dispostos.
Percorremos cabeços e vales num constante sobe e desce em zonas de predominante pinhal com belas passagens e maravilhosos "single tracks" a serpentear a ribeira, do melhor onde já tive oportunidade de pedalar. (A juntar à Rota dos 5 Castelos em Sortelha no sábado, foi um fim de semana em cheio)
Durante o percurso houve uma diversidade de paragens para reagrupamento, para provar a "pinguinha", assaltar uma ou outra laranjeira e ainda para atacar um belo repasto camuflado de "reforço" com vários tipos de enchido, nomeadamente, chouriço de carne, chouriço mouro, morcela, farinheira e ainda fiambre e chourição entre outros, regados com a bela pinga regional e outras bebidas à descrição.
A partir daí a porca começou a torcer o rabo, ou melhor, o corpo todo para uns quantos, cujo "arcaboiço" ainda não está bem preparado para aguentar estas bebidas "hipotónicas" regionais, "tintos e seus derivados" tornando-os ainda mais sedentos e atrevidos a quem os trilhos passaram a ser cada vez mais estreitos e menos lineares.
Conclusão: Alguns engarrafamentos, com especial predominância nos singles... Divertimento a rodos!!!
Com todas estas paragens e peripécias, chegámos à Sertã já próximo das 15h.
Seguiu-se a peregrinação aos balneários da Escola Secundária, para o merecido banho com água bem quentinha.
Finalmente o manjar, após 40 kms de pedaladas bem divertidas em companhia de malta também toda ela divertida e onde prevaleceu em todo o tempo o verdadeiro espírito betêtista, que teve lugar no já conhecido Restaurante Ponte Velha, onde fomos presenteados com uma bela sopa alentejana secundada por um gostoso pernil assado acompanhado pelos belos elixires de Baco, em versão tinto ou branco e outras bebidas à descrição.
No final partiu-se o bolo e cantaram-se os parabéns ao grupo aniversariante.
Foi um dia em cheio, bem animado e repleto de adrenalina, alguma artificial (tintol e seus derivados), onde se reencontraram velhos amigos do pedal e se criaram novas amizades e conhecimentos.
Os meus sinceros parabéns a este simpático grupo de Btt, que muito já fez em prol do Btt e de quem muito ainda se espera!!!
Até breve,

Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos
AC
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Selindabtt

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

"Rota dos 5 Castelos # Sortelha"





A convite do Agnelo Quelhas, www.agneloquelhas.com/trilhos/ acompanhei-o no passado Sábado, dia 19, a Sortelha para nos juntarmos a um grupo de malta seus amigos, vinda maioritáriamente de Lisboa para efectuarem a "Rota dos 5 Castelos" com partida e chegada na bonita localidade de Sortelha.
Acompanharam-nos também o Jorge Palma
Logo de manhãnzinha montei os porta bicicletas no carro e fui ao encontro do Jorge para depois irmos buscar o Agnelo.
Partimos de Castelo Branco pelas 07h45 rumo a Sortelha, para mais uma bela aventura de Btt.
A concentração estava marcada naquela localidade para as 09h, mas derivado a alguns atrasos, acabámos por partir cerca das 10h.
Além do Agnelo e do Jorge, não conhecia mais ninguém dos restantes 15 elementos que compunham o grupo, mas tal não foi motivo para que houvesse qualquer quebra no relacionamento, pois era tudo malta porreira e "habituès" nestas "andanças", contribuindo para o salutar convívio que foi toda a jornada do passado Sábado.
A ideia partiu do Fernando Carmo http://www.fernandocarmo.com/ conhecido triatleta e maratonista, que convidou os restantes elementos, no total de 18 betêtistas que percorreram em plena sintonia com a natureza, neste nosso belo interior, os 80 espectaculares kms que compõem a "Rota dos 5 Castelos".
Não sei bem por onde andei, pois esta foi a primeira vez que pedalei naquela belíssima zona.
Passei por muitas e bonitas aldeias e vilas, algumas bem pitorescas, cravadas no meio daquela região granítica.
Apenas conhecia Sortelha, Alfaiates e Sabugal. As restantes povoações foram para mim uma agradável surpresa.
A primeira por onde passei, lembro-me bem, até pelo nome castiço que lhe foi atribuído, "Quarta Feira", e onde demos início à zona para mim mais complicada de todo o percurso.
Uma subida de cerca de 3 kms em pedra bastante desnívelada, tipo calçada romana, muito técnica e escorregadia, derivado à humidade pelas "orvalhadas" constantes naquela zona.
Eu nem sequer tentei na parte inicial e fui "marchando" e pedalando num ou outro troço onde me sentia mais à vontade, pois a minha técnica ainda deixa um pouco a desejar, tanto mais que não estava na disposição de dar cabo do "cortiço" logo de início.
Assim cheguei ao final daqueles terríficos kms.
A partir daí, as dificuldades diminuiram bastante e foi um autêntico gozo pedalar naqueles trilhos fintando "calhaus e cabeços" entre vegetação mais ou menos rasteira, na primeira metade do percurso, onde com imensa pena não pude desfrutar de toda a plenitude daquela região a nível paisagístico, derivado ao manto de nevoeiro que cobria os vales circundantes e pela neblina que nos envolvia, contribuindo para que a manhã se mantivesse fria e impedindo a infiltração dos raios solares.
A partir da Vila do Touro melhorou um pouco, mas foi sol de pouca dura, pois voltámos a ser envolvidos pela neblina lá para os lados de Rapola do Côa.
Mas o sol acabou por vencer aquele manto de nevoeiro, acabando por nos proporcionar um resto de dia transbordante de sol e lindas paisagens.
Até Alfaiates pedalámos em excelentes trilhos e alguns "single tracks" que me deram imenso prazer.
Parámos no Castelo para umas fotos e baixámos à Estalagem "O Pelicano" para repor energias com uma bela sopa e sandes de presunto, na sua maioria, pois o nível calórico já estava a chegar ao "amarelo" e a "galga" já era muita.
Por alí nos mantivemos quase 1 hora comendo e conversando até que resolvemos partir para a parte final da nossa jornada.
Depois de alguns kms em alcatrão, entrámos de novo nos trilhos onde acabei por pedalar nos mais belos singles e que mais gozo me deram até hoje.
Lindos, técnicos, adrenalínicos e delíneados entre carvalhais e giestais, completamente cobertos pelas folhas caídas dos carvalhos, numa panóplia de cores e tons criando paisagens de sonho e que me fazem sentir priveligiado por poder partilhar toda aquela natureza quase por "lapidar".
Entrámos no Sabugal e subimos ao castelo por uma bonita calçada, para podermos apreciar um dos mais belos e bem preservados castelos do País.
Encantado com o que me rodeava e entretido a fotografar, atrasei-me um pouco e deixei que os restantes elementos do grupo se me adiantassem e que dalí saíram em velocidade de TGV.
No gps o track naquele local mais parecia um novêlo derivado às voltas dadas no ano anterior e eu acabei por me enganar e seguir o track em sentido contrário até que percebi que estava errado, apesar de estar desconfiado, acabando por percorrer mais cerca de 6 kms entre ir e regressar.
Lá dei com o track correcto e toca a pedalar a bom ritmo na tentativa de encurtar a distância, pelo menos em relação a alguns companheiros, certamente mais atrasados, pois o desgaste sempre se manifesta primeiro a uns que a outros e lá fui "arrepiando" caminho, pois estava a sentir-me bem.
Bastantes kms mais à frente, encontrei um grupo de 5 elementos sentados num "calhau" e onde se encontravam o Agnelo e o Jorge e animei mais um pouco pois a solidão, já era!!!
Não quero dizer que estivesse desanimado, pois estou habituado a pedalar em autonomia, só que não sou grande "crak" com o gps e a tarde estava a caír.
Como já estávamos perto de Sortelha, foi um instante enquanto lá chegámos, após um dia bem passado a pedalar naquela bela região deste belo interior repleto de belas paisagens, que me fazem gostar cada vez mais do Btt
Tive ainda o privilégio de poder pedalar com excelentes companheiros, onde o verdadeiro espírito do Btt está sempre presente.
Um grande obrigado ao Agnelo Quelhas por me ter convidado e assim me dar a oportunidade de usufruir do explêndido dia de Btt, que foram os 80 kms percorridos e vividos na bonita "Rota dos 5 Castelos".
Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos
AC