quinta-feira, 30 de abril de 2009

"Sigam o LANCE!!!"

Sigam o Lance Armstrong, ele conhece um atalho!!!









Fiquem bem.
Vemo-nos nos trilhos
AC

quarta-feira, 29 de abril de 2009

"Carapetosa"

Hoje, juntaram-se para a voltinha das "quartas", Eu, o Filipe, O Carlos Sales e o Álvaro.
Após alguma indecisão inicial, pois hoje a inspiração não era muita, acabámos por ir dar umas pedaladas até à longitudinal Aldeia da Carapetosa e rever alguns bonitos "singles" na zona da abandonada Aldeia da Azinheira.
Para variar, saímos hoje pelo Vale do Romeiro e com passagem na quelha que dá acesso à Quinta do Pinto, rumámos ao Ribeiro da Seta via Cabeço da Barreira.
Após a passagem superior sobre a A23, fomos ao encontro de alguns trilhos de outrora que nos conduziram às Benquerenças.
Depois foi gozar, enquanto durou, por um precioso par de "singles", acabando a primeira parte do percurso de hoje no "Ramalhete" na Represa.
Viciados em cafeína, lá atacámos a malguinha da "dita", para angariarmos energia para a segunda parte.
Ainda em trilhos de outrora, misturando alguns troços de estradão, rumámos à Carapetosa, onde chegámos após aquela curta mas penosa subida.
Agora com a Estação de Sarnadas na mira, cruzámos a via férrea e fomos "atacar" outro bonito single, junto à Serração de Sarnadas, onde apanhei uma pequena decepção, pois parte deste foi recentemente lavrado, mas com algumas passagens, vai certamente voltar a ter alguma definição.
Agora por trilhos já mais conhecidos, apesar de pouco utilizados, rumámos ao Retaxo e subímos às Olelas, onde trilhámos outra bonita vereda, esta um pouco mais curta, mas bastante bonita e em trilho xistoso e irregular atingimos o alto.
O Álvaro com um furo na roda traseira da sua bike lá foi aguentando com umas bombadas aqui e alí, mas no Complexo das Olelas, teve mesmo que colocar uma câmara de ar para chegar com segurança a casa.
Depois da rápida descida para a estrada dos Cebolais, ladeámos a linha férrea até ao Valongo, onde efectuámos a derradeira paragem na Associação do Valongo para saborerar uma "cervejola" e dar dois dedos de conversa, pois ainda era cedo.
A chegada a casa deu-se pelas 12h30, com 53 kms percorridos numa manhã algo cinzenta mas repleta de aventura e Btt.

Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos
AC

segunda-feira, 27 de abril de 2009

"III Passeio BTT dos PÊNÊVÊS"

Acompanhado do amigo Pedro Barroca, desloquei-me no passado Domingo a Proença-a-Nova para participar na 3ª. edição do passeio organizado pelos "Pênêvês" que no ano transacto boa imagem me deixaram.
Pelas 07h passei pela Carapalha para recolher o Pedro e arrancámos de seguida em direcção a Proença-a-Nova.
Chegámos cerca das 08h e fomos ao secretariado recolher os dorsais e tomar o pequeno almoço, antes de tratarmos das nossas bikes.
Entretanto chegaram o João Afonso e o Luís Lourenço formando um quarteto que durou até final.
O meu irmão Luís Cabaço, ainda nos acompanhou até à separação dos 30 kms, por ali ficando na conversa ou a mordiscar outra sandes de presunto, digo eu!!!
Começámos por preparar as bikes e o restante material e fomos até ao Café Ponto de Encontro que seria também o local de partida para este evento.
Durante todo o percurso mantivemo-nos sempre os quatro em alegre cavaqueira parando em todas as "paragens e apeadeiros" e quando nos desse na gana.
O percurso, mais duro que no ano anterior, não teve a qualidade organizativa a que nos habituou.
Apenas um abastecimento digno desse nome, os restantes dois, apenas água e fruta, não foram suficientes para um percurso com este grau de dureza, (2100m de acumulado em 68 kms).
Algumas descidas e passagens demasiado técnicas, não terão sido o ideal para um percurso denominado como "um passeio".
Mas como se ousa dizer, só lá vai quem quer e este pequeno pormenor não abala a opinião que tenho da malta dos Pênêvês e para o ano lá estarei de novo.
Com paisagens deslumbrantes e trilhos diversificados carregados aqui e ali, de alguma dureza e tecnica apurada, lá nos divertimos, bem à nossa maneira, sempre alegres e bem dispostos.
A chegada a Proença deu-se pelas 15h e depois de arrumar as bikes fomos tomar o banhinho retemperador, seguindo de imediato para o almoço, pois um bravo javali aguardava-nos com a sua carne suculente e apetitosa.
Um pratinho repleto de esparguete e um pouco de salada, onde se alojaram uns quantos nacos do dito "javardo" e uma malguinha de caldo verde, completaram a minha paraticipação neste evento.
Com as voltinhas da praxe, acabei por percorrer 74 kms sentado naquele bocado de"couro" situado no ponto mais alto da minha bike, repletos de aventura e boa camaradagem.
Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos
AC

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Lentiscais"

Hoje, na companhia do Filipe, do Carlos Sales e do João Caetano, resolvemos ir pedalar até aos Lentiscais e rever o single junto ao rio.
Como o Filipe tinha um compromisso que o obrigava a estar na cidade por volta das 12h, encurtámos hoje a média quilométrica das últimas saídas.
Abandonámos a cidade pelo S. Martinho e Monte do Cagavaio para descermos para o rio pela zona da lixeira e Monte do Chaveiro.
Passámos a Ponte Nova e virámos à direita para o Monte do Picado em direcção aos Lentiscais.
Aí parámos no café do Centro Social, para a dose matinal de cafeína e dar dois dedos de conversa, pois hoje o andamento era bastante moderado.
Dalí seguímos em direcção ao Monte da Assentada e descemos para a EN 18-8 para entrarmos no bonito trilho que ladeia a estrada até à velha ponte sobre o Rio Ponsul.
Antes de atingir a ponte, a roda traseira da bike do João Caetano teimava em perder ar pelo que alí mesmo tivemos que proceder a uma rápida reparação da "maleita", apesar de já anteriormente, ainda na direcção dos Lentiscais, ter sido injectada com um "taco".
Descolado parte do pneu, verificou-se que a valvula tubeless estava danificada tendo que ser substituída por outra, novamente por mim cedida, (com direito a retorno) o que já vem sendo hábito.
Continuámos a nossa pequena odisseia de hoje e entrámos no outro trilho que ladeia o rio, desta vez em direcção a juzante.
Mas uma pequena surpresa esperáva-nos. Algumas parcelas do trilho tinha sendo recentemente lavradas, com extinção do caminho, pelo que tivemos que pedalar pela lavrada e no rasto deixado por uma viatura que ali tinha passado, o que não retirou a graça ao percurso.
Após passarmos os Montes da Ponte, Jambum e Clérigo e quando entrámos na zona de subida para o Forninho do Bispo, a minha pedaleira começou a dificultar-me a vida, obrigando-me a utilizar apenas o prato pequeno na última secção da cassete, o que provocou alguma lentidão e atrasando um pouco a rapaziada, tendo o Filipe acelerado a marcha para chegar a horas e cumprir compromisso.
A restante rapaziada ficou comigo e após a conquista do cume, veio o prémio desejado e fomos até à Senhora de Mécules à única tasca já aberta, comemorar o 38º. aniversário do João Caetano.
Contentámos-nos com um trio de imperiais bem fresquinhas e outros tantos pastelinhos de bacalhau que nos deliciaram o palato e aconchegaram o estômago.
Depois, foi um instantinho até à cidade, onde chegámos pelas 12h30 com 43 kms divertidos entre amigos e bons companheiros.

Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos.
AC
PS. Obrigado João, pela cedência das fotos, pois hoje não levei a minha digital!!

segunda-feira, 20 de abril de 2009

"Uma visitinha à Santa Catarina"

Ontem, Domingo, aproveitando a companhia do João Afonso e do João Caetano, aproveitei para ir espreitar uns trilhos para a zona de Oledo e S. Miguel D'Acha, onde já há muitos anos não circulava e que comprovei ainda estarem cicláveis.
Saímos para os trilhos pelas 08h10 pela Quelha dos Desembargadores, Alagão, Curral do Prego, Monte Brito, Vinha do Marco e Escalos de Baixo em direcção à Lousa, onde estava combinado tomar a dose matinal de cafeína, no Café da Dona Lina.
Já aconchegadinhos, rumámos à Nave Carvalho e Ronções em trilhos que nos levaram até S. Gens.
A partir daí e como disse à malta, acabava-se o lazer e começava o trabalho, pois não tinha a certeza da ciclabilidade dos trilhos que íamos descobrir, mas surpresa, além de cicláveis e apesar de algo técnicos, foram de uma beleza espectacular, quer o trilho em si, quer o espaço envolvente.
Fiquei satisfeito, tanto mais que esta busca foi feita com intenção de criar um trajecto para um passeio a realizar por um par de amigos lá mais para a frente e aos quais eu prometi dar uma pequena ajuda na elaboração do percurso.
Chegados a S. Miguel, esta estava já a preparar-se para os festejos da Romaria de Santa Catarina, com as ruas já engalanadas e nós aproveitámos para mais uma paragem no Café da Dª. Maria, uma senhora simpática e bem falante, onde bebemos algo para recompor o desgaste do último trilho, um pouco exigente.
Com passagem pelo recinto de Santa Catarina, onde aproveitámos para uma foto de grupo junto à Capela, Seguimos em direcção à espectacular Quinta da Várzea com passagem pelo Vale de Figueira.
Depois da curta e inclinada descida para a barragem, chegámos ao Picado, onde uma surpresa nos esperava.
As chuvadas dois últimos dias tinha aumentado um pouco o caudal da ribeira, dificultando-nos a passagem para a outra banda e como logo de seguida tinhamos aínda que passar a outra ribeira, a de Alpreade, resolvemos não arriscar e contornámos aquele bonito vale, sempre junto à ribeira até S. Gens.
Após rolar um pouco em asfalto, retomámos de novos os trilhos, agora já com passagem pela Várzea, subindo para a zona do Berrão até chegarmos às hortas dos Escalos e Alcains, alcançando a cidade pelas 13h15 com 75 kms percorridos em trilhos bastante diversificados e bonitos, paisagens espectaculares e sobretudo, na excelente companhia do João Afonso e do João Caetano.

Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos.
AC

quarta-feira, 8 de abril de 2009

"Passeio atribulado"

A manhã começou com temperatura amena nesta quarta feira de btt, mas no final da aventura de hoje o resultado não era muito positivo.
Duas quedas, um desviador partido e um drop out empenado, foram o resultado de um dia para esquecer, pelo menos na parte que me toca. Mas, os imprevistos são isso mesmo, imprevistos!!!
E como tal, há que continuar e não deixar que os pequenos azares não nos deixem "stressados" e nos mudem o humor, e consequentemente, a forma de encarar o dia. Está feito, nada há a fazer, apenas reparar e continuar, sem que tal facto nos estrague o dia.
Hoje na companhia do Mike, do Filipe, do Paulo Jalles e do Bruno, fomos dar umas pedaladas lá para os lados do Lurgo da Nogueira, um local aprazível junto à Ribeira de Alpreade.
Partimos pelas 08h10 com passagem pelo Alagão, Curral do Prego e Monte Brito e continuando pela Travanca chegámos a Alcains.
Após cruzarmos a linha férrea junto à Estação, continuámos em direcção aos Escalos de Baixo e após atravessarmos a povoação rumámos à Lousa com entrada junto ao depósito, agora zona complicada com obras e onde o Bruno teve a sua segunda queda, pois já tinha caído antes numa quelha à entrada de Alcains, ao prender uma das extensões de guiador numa giesta, felizmente sem consequências.
Já na segunda queda, à entrada da Lousa, magoou-se um pouco, mas nada de grave, apenas umas pequenas escoriações.
Alí tomámos, desta vez o pequeno almoço, no Café da D. Lina, mais uma simpática senhora que gosta de conviver com a malta do Btt, que vinha bem escondidinho no camelback do Mike. Uma mochilinha cheia de surpresas!!!
Dalí saíu um belo naco de bolo caseiro que deliciou a rapaziada e que bem serviu de aconchego ao cafézinho matinal.
Obrigado Mike, podes continuar a mimar a malta, que ninguém se zanga. eh eh eh!!!
Partimos então em direcção ao Lurgo da Nogueira com passagem pela bonita zona da Nesvelha e Terra Navancha.
Foi já na subida para a Mata e num desvio das obras ali existentes para a nova estrada de ligação a Idanha-a-Nova que um pau se enfiou no desviador e derivado à pedalada em esforço, pois ía a subir, simpesmente partiu-se, sem me dar qualquer hipótese e entortando também o drop out.
Nada havia a fazer se não tentar reparar o problema e chatiar-me não resolvia absolutamente nada, pelo contrário apenas complicava.
E como não sou "rapazinho" de ficar a chorar pelos cantos, lá puz mãos à obra retirando o desviador quebrado, ajustando-o com uma abracadeira a uma das escoras e transformei a minha Spark numa single speed ajustando a corrente para o tamanho correcto, colocando-a na pedaleira 32 e no carreto 19. Para já, problema resolvido e agora toca a pedalar para casa.
Parámos ainda para beber uma bjecazinha preta num café na Mata, que as tristezas não pagam dívidas e a partir daí era minha ideia regressar a casa por percurso diferente e a rapaziada continuava pelo trajecto inicialmente delineado, mas estes, simplesmente não me deram hipótese e não me deixaram vir sózinho. Obrigado malta!!! Mas eu sou de opinião de que amigo não empata amigo e poderiam ter continuado, mas apreciei a vossa atitude. Ficou registado!!!
O percurso a partir da Mata tinha umas passagens algo técnicas e umas subiditas não muito ajustadas para uma single speed, pelo menos para a minha, pois gosto de colocar cada coisa no seu lugar e o meu corpinho já hoje se queixa de grandes asneiradas que cometi na minha juventude, por isso, moderação AC, moderação. . . que o tempo do vai a todas já lá vai. eh eh eh!!!
Assim, tomámos outro rumo somando mais estradões ao percurso de regresso, que se fez pelas imediações de Escalos de Baixo e Monte S. Luís, onde ainda parámos junto à igreja, para a foto de grupo.
Na Fonte Santa entrámos no asfalto e assim continuámos até à cidade, onde chegámos pelas 12h30 com 60 kms percorridos numa manhã atípica, mas que não deixou de ser uma bonita manhã de btt, apesar dos precalços.
Eu e o Mike, fomos ainda fazer uma visitinha ao Bar da Associação da Boa Esperança, onde bebemos uma derradeira bjeca acompanhada dumas "mancarras" e demos dois dedos de conversa.
Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos
AC