segunda-feira, 27 de julho de 2009

"GR22 - Monsanto/Castelo Novo"

Objectivo cumprido!!!
Foi neste passado domingo que conclui a Grande Rota das Aldeias Históricas, com o culminar da sétima e ultima etapa que ligou a mais portuguesa aldeia de Portugal . . . Monsanto, à lindíssima aldeia de Castelo Novo, aquela que serviu de lançamento para esta aventura de puro Btt.
Convidei para me acompanhar nesta GR os meus amigos Silvério, o grande animador desta aventura, o meu irmão Luís, que com este evento certamente subiu de escalão no Btt e o Carlos Sales, que por razões profissionais deixou por concluir práticamente metade da Grande Rota, mas a seu tempo e caso seja seu desejo, certamente que a concluirá e eu, de boa vontade o acompanharei.
Acompanhou-nos ainda o João Valente, que me contactou e mostrou grande interesse em fazer parte do grupo e claro, como não poderia deixar de ser, foi o quinto elemento e o último a compôr este quinteto de aventureiros ávidos de acção e emoção que com as nossas companheiras, metálicas ou carbónicas, isso não é importante, percorreram este percurso circular, conheceram e, ou recordaram, estas dez aldeias históricas e muitas outras, também elas bem bonitas e repletas de simplicidade e misticismo e nos engrandeceram com a sua história e enriqueceram na forma como nos proporcionaram este deambular por terras beirãs, pois a busca de aventura e conhecimento, reside na mente de cada um, em maior ou menor escala, mas ele existe, está lá, apenas é necessário abrir-lhe a porta de vez em quando e deixá-lo "pintar a manta" e sentir de novo a criança que há em nós.
Não somos por isso mais imaturos, ou menos zelosos dos nossos deveres, apenas mais ricos no conhecimento e no conteúdo.
Deixo aqui também uma palavra de apreço e agradecimento aos nossos motoristas de ligação, a que chamámos de "inter-aldeias", nomeadamente, à minha esposa, ao Fidalgo, ao Micaelo, ao Pinto Infante e ao Pedro, que com a sua disponibilidade e colaboração, contribuiram para que esta aventura se concretizasse sem sobressaltos. . . O MEU BEM HAJA!!!
Mas deixemo-nos de prosa!!!
Como sempre o nosso fiel motorista e animador, o Silvério, lá apareceu com a Old VW Transporter, para isso mesmo, para nos transportar para a derradeira etapa.
Carregámos as últimas bikes, a minha e a do meu irmão Luís e o resto da tralha e rumámos a Monsanto.
Depois da azáfama e da foto da praxe, demos início à primeira descida e após duas centenas de metros em asfalto, virámos à direita junto ao Posto da GNR, para entrarmos na calçada romana que nos levou até à Deveza.
Aí, o Silvério sentiu-se apertado e teve que ir rápidamente mandar um "fax" , entenda-se necessidade fisiológica, e como só costuma tirar a camisola em público, desapareceu e foi despir os calções atrás duma qualquer parede ou moita, sabe-se lá.
O que é certo é que já andava toda a gente em busca de tal personagem, que mais tarde lá acabou por aparecer, agora bastante mais aliviado.
Seguimos então até Idanha-a-Velha, antiga capital da Egitânea, onde parámos para comer algo sólido e sorver uns líquidos, pois a temperatura andava pelos 40 graus.
Ainda comecei a beber uns Ice Tea's, mas depressa mudei para bebida com nome nacional e feita à base de cereal e ainda mais, porque agora é uma das grandes patrocinadoras do Benfica, o tal, o dito cujo, o campeão (talvez este ano) eh eh eh!!!
Saímos de Idanha-a-Velha agora em direcção à Aldeia de Santa Margarida e foi nessa ligação que práticamente encontrámos a maior dificuldade do dia com uma subidita a fazer-nos inclinar a pala do capacete e sombrear o ciclómetro.
Depois foi quase sempre a rolar até aquela povoação, com mais uma paragem para arrefecer os radiadores.
A aldeia da Orca era o objectivo seguinte e foi nesse troço, por sinal um dos mais bonitos, para mim, claro, que o João Valente teve um desentendimento com a sua bike, acabando por ir cada um para seu lado, isto na descida para a estrada que liga S.Miguel D'Acha a Vale Prazeres.
Mas lá se entenderam de novo, voltando a juntar-se e ainda bem que assim foi, ficando o João mais mal tratado, com umas escoriações e o fatinho mais arejado. eh eh eh!!!
Mais um para a lista do Fidalgo, na aquisição da 2ª. via do equipamento do Btt Castelo Branco.
Com mais uma paragem na Orca e enquanto o João lavava as feridas, as exteriores claro, pois as interiores são lavadas com o tempo, os restantes abancámos num café mesmo defronte ao fontanário para manter o radiador a baixa temperatura.
Seguimos então para a Atalaia do Campo e Póvoa da Atalaia, com outra pequena paragem, onde desta vez, só eu e o meu irmão Luís traziamos temperatura anormal, os restantes contentaram-se com uns minutos de sombra.
Castelo Novo estava já a pouco mais de meia duzia de kms e já se vislumbrava acantonada nas faldas da Serra da Gardunha, animando-nos e fazendo-nos pensar já no almocinho que pretendíamos degustar no Restaurante o Lagarto, logo que alí chegássemos.
E assim foi, mas os últimos kms, não sei se por cansaço, ou se por pouca vontade de acabar já esta excelente aventura, foram bastante lentos, e isto, porque o meu irmãoi Luís já vinha mesmo na reserva e aqueles poucos kms que faltavam ainda por cima eram a subir.
Foi com alguma emoção que voltei a ver aquela fonte de água pura e cristalina que cai e respinga naquela antiga pia de granito e me fez recordar a saída e a adrenalina da partida para a primeira etapa.
Depois dum banhinho "à porco" naquela água bem fresquinha, mudei o fatinho e com os meus companheiros, tomei lugar à mesa do citado restaurante para uma reconfortante refeição bem regadinha com um tintinho Touriga Nacional que ajudou a empurrar o arrozinho de pato.
Muita conversa, um blá blá blá sobre novas aventuras, contas á moda do Porto e regressámos à nossa cidade, a também bonita cidade de Castelo Branco, onde nos despedimos com um até sempre e encontramo-nos por aí nos trilhos.


Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos
AC

quarta-feira, 22 de julho de 2009

"Pelos Vales de Mendares e Pousafoles"

Nesta quarta feira algo cinzenta com previsões de chuva, lá me decidi ir até à Pires Marques para a voltinha semanal de Btt.
Hoje apenas saí porque sabia que o Filipe estaria por lá á minha espera, pois a vontade era pouca e estava um pouco dorido e sentia-me cansado.
Mas nada melhor que o contacto com a natureza para apaziguar esta "maleitas".
Assim, pelas 08h lá estava eu a chegar ao local de encontro e dou com o Filipe a olhar para o novo instrumento montado na sua bike, um gps emprestado por um amigo, tentando desvendar o mistério daqueles risquinhos que preenchem o ecrã do dito.
Dois dedos de conversa e quando já nos aprestávamos para partir, eis que aparece outro companheiro, também ele useiro e vezeiro deste vício "beteteiro" . . . o Mike, montado na sua alva "trekinha".
Com o Filipe tinhamos apalavrado ir dar uma volta lá para os lados da Marateca, em percursos menos sinuosos, mas com a chegada do Mike, deu-me na gana de ir em busca de outros trilhos e outros lugares.
Saímos em direcção à Tapada das Figueiras e Monte da Maçana, onde apontámos os guiadores ao Rouxinol para descermos seguidamente para a Ponte de Ferro.
Seguiu-se a magana daquela subida à Capela de Sto António e eu hoje com pneus mais estreitos e com câmara de ar, logo com mais psi's, com a bike rígida e hoje com pouca garra, custou-me um pouco, aliás como todo o percurso.
Como quase sempre, levámos "tampa" no café junto à igreja no Palvarinho e onde pretendíamos beber a dose matinal de cafeína, ficando esta adiada para mais tarde.
Dalí rumámos ao açude do Vare Jorge, agora sem água e com passagem facilitada, mas para lá chegar a coisa complicou-se um pouco com o corte dos eucaliptos que me baralharam momentâneamente numa passagem agora desaparecida, mas a situiação foi prontamente resolvida, recorrendo ao gps encefálico com ecrã visual.
A descida para o açude encontra-se bastante perigosa, com regos e madeira deixada nos trilhos aquando do corte das árvores . . . assim se encontrasse a subida para os Pereiros, pois havia desculpa para empurrar a bike naquela parede de duas centenas de metros, com continuação mais suave até à aldeia.
Passámos ao lado dos Pereiros e com passagem na Mendares pedalámos ziguezagueando o vale até à Malhada do Servo, onde chegámos por um sombreado pinhal, mas vencendo outra arfante subida.
Cruzando a aldeia pela rua principal, descemos à ribeira e novamente subímos um pouco para o vale onde se situam as aldeias da Grade, Pousafoles e Vale Ferradas e passando esta última, rumámos ao Chão da Vâ, onde pretendíamos efactuar uma paragem no café local para abastecimento sólido e líquido, bem fresquinho.
Mas hoje era dia de "tampas" e o café estava também fechado, pelo que continuámos e parámos nas passadouras do Rio Tripeiro onde comemos algo mais sólido e tirámos a foto da praxe.
Já mais aconchegadinhos continuámos por trilhos diversificados em direcção ao Juncal que ladeámos pela zona das hortas e subimos ao Freixial por outra "penante" subida, com a ajuda da incansável "avózinha".
Já em terrenos mais rolantes chegámos a Caféde, onde parámos no Café da simpática D. Júlia, onde nos refrescámos finalmente com um par de bebidas frescas.
Com a travessia bonita passagem nas passadouras da Rabaça passámos para a outra banda e com a chegada a Alcains, estava quase concluída a nossa manhã de Btt de hoje.
Em asfalto desde Sta Apolónia até à Atacanha, serviu para moderar um pouco os abanicos dos duros trilhos de hoje.
Após 74 kms de bonitos trilhos e um excelente enquadramento paisagístico, aliado à passagem por algumas tranquílas aldeias cá bem do nosso interior, chegámos à cidade, onde nos despedímos com a promessa de novas aventuras.

Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos
AC

segunda-feira, 20 de julho de 2009

"GR22 - Sortelha/Monsanto"

E vão seis!!!
Neste domingo, eu, AC, o meu irmão Luís, o Silvério e o João Valente, concretizámos a sexta e penúltima etapa de mais uma das minhas "maluqueiras" . . . a concretização da Grande Rota das Aldeias Históricas em Btt, arrastando os amigos que me têm acompanhado domingo a domingo e que comigo têm partilhado as espectaculares paisagens, os soberbos trilhos e as imponentes e históricas aldeias que compôem esta linda rota.
A última etapa será no próximo domingo e ligará Monsanto ao ponto de partida desta GR . . . a linda aldeia de Castelo Novo.
Pelas 07h e como habitual lá chega o Silvério com a "ramona" . . . a carrinha que nos tem transportado em todas as etapas, com excepção da segunda, que foi dividida pela minha Focus e pela Navara do Fidalgo.
Depois de carregadas as bikes e restante material, lá arrancámos em direcção a Sortelha para a partida desta penúltima etapa.
À chegada à aldeia, nem vivalma, parecia deserta e ainda por cima nem um "tasco" ou café aberto para a primeiro abastecimento.
Nem as simpáticas senhoras dos licores de "tudo" ali se encontravam, no seu local habitual, a praça principal da aldeia, para uma pequena prova que nos desse alento para esta bonita etapa.
Descemos então para a estrada principal e entrámos no trajecto, agora em sentido inverso, com que termináramos a etapa anterior, até à Aldeia de Santo António onde tomámos então o pequeno almoço.
E hoje, o Grande Silvério apareceu apetrechado com três "brains".
O dele, o genuíno, que se encontra algures sob o couro cabeludo e com o qual tem animado a malta, e outros dois, incursos na suspensão e no amortecedor da brilhante Specialized Epic de carbono, uma bike de testes que trouxe lá da capital, para experimentar cá bem no interior.
Pois bem, tão contente andava o Silvério, como certamente andaria a bike, caso os brains que a equipam, fossem encefálicos.
Mas que desta vez foi uma trabalheira para o desagarrar, lá isso foi . . . parecia uma lapa . . . que fosse da "Spec Carbónica" ou dos "Big Shot's" cá da zona do granito, (branquinhos traçados em copo XL sem palhinha) não sei ao certo, mas foi um gozo vê-lo pedalar e galgar kms por esses trilhos fora.
E no final, quando metade do grupo, ou quase metade, se quedou a enrolar a língua, pendente da dura subida ao estacionamento no miradouro, a outra metade, subiu ainda ao Castelo, num último esforço, compensado pelas amplas e explendorosas paisagens que se avistam daquelas bonitas ruinas.
Tempo para umas fotos, trincar algo sólido e dar dois dedos de conversa, antes da descida até junto da viatura, onde arrumámos as bikes e restante tralha, para atacarmos umas bifanas préviamente encomendadas pelo João e estabilizármos a temperatura corporal com umas bjecas fresquinhas, antes de encetarmos o regresso a Castelo Branco.
Uma etapa espectacular em trilhos e paisagens, enriquecida com a passagens pelas aldeias das Alagoas, Meimão, Meimoa e João Pires, a travessia do Parque Nacional da Serra da Malcata e aqueles recantos da Barragem da Meimoa, que contornámos quase na sua totalidade, foi a cereja em cima do bolo.
Esta aventura vai terminar no próximo domingo com a conclusão da última etapa, mas para mim a aventura e a "maluqueira" das bikes vai continuar com a Transpirenaica, que vou efectuar a solo ente 3 e 8 de Setembro, com a minha asfáltica, ligando Argelés-sur-Mer, no Mediterrâneo, a S. Jean de Luz, no Atlântico.
Fiquem bem
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AC
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"GR22 Sortelha/Monsanto"

quinta-feira, 16 de julho de 2009

"Foz do Rio Ponsul"

Ontem, quarta feira, na companhia do meu amigo Filipe fomos dar mais uma das nossas voltinhas semanais, uma espécie de peregrinação por terras beirãs, um vício saudável já com alguns anos de existência.
Saímos pouco depois das 08h da Pires Marques, um dos primeiros "berços" do Btt cá da urbe, com o pensamento naquele belo recanto junto à fronteiriça aldeia de Monte Fidalgo.
Pisando os velhos trilhos que serviram a última Maratona de Castelo Branco, que morreu bastante jovem, apenas com dois anos de idade e quando começava a entrar na "Ribalta do Btt", chegámos à estrada de ligação que passa por Alfrívida, abandonando aqueles trilhos, rumando agora em direcção à Sra dos Remédios, local de culto e romaria das gentes daquela aldeia beirã.
Por rápidos estradões chegámos às imediações de Monte Fidalgo e junto ao campo de jogos, virámos à esquerda em direção à margem esquerda do Rio Tejo, para pouco depois chegarmos áquela abrupta margem, onde lá bem no fundo o Rio Ponsul despeja as suas águas no internacional Rio Tejo, agora em tons esverdeados, derivado às microalgas que se acumulam nesta altura do ano e até que cheguem as primeiras chuvadas.
Por alí nos mantivémos algum tempo, quase que em meditação, olhando aquelas longinquas paisagens e o entrecortado do rio cujas águas alí são travadas pela barragem de Cedillo, bem à nossa frente.
Divertímo-nos um pouco no estreito single que dá acesso à velha e abandonada casa da Guarda e subimos desta vez ao Monte Fidalgo, continuando agora em direcção a Vale Pousadas em busca duma bebida fresca e uma sombra para arrefecer a "máquina".
Se até ali não houve dificuldades de maior, dalí em diante a coisa ia piar mais fino, pois esperava-nos a temida, para alguns, ladeira de S. Gens.
Ladeámos os Cebolais de Baixo e entrámos no Retaxo pelo recinto da Sra da Guia e após pedalarmos por umas pitorescas ruelas naquela povoação, subimos às Olelas por um trilho que eu gosto bastante e que já começa a ter alguma projecção na comunidade betêtista cá do burgo.
Descemos pela parte mais fácil e após algum asfalto até à ponte sobre a linha férrea, acompanhámo-la até à cidade, onde chegámos pelas 12h . . . hora ideal para uma relaxante paragem no bar da Associação do Valongo para uma bjeca fresquinha e uns tremoçinhos XL. Depois foi o regresso a casa para o retemperador banhinho e o almoço bem merecido após 63 kms de curtidas pedaladas, numa manhã onde o calor era Rei!!!

Fiquem bem
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AC

segunda-feira, 13 de julho de 2009

"GR22 - Castelo Mendo/Sortelha"

Este domingo foi o dia em que se concluiu a 5ª. Etapa do GR22 - Grande Rota das Aldeias históricas.
Desta vez, o grupo ficou "empobrecido" com a falta do Carlos Sales, que por motivos profissionais, não pôde alinhar nesta bonita etapa.
Fomos quatro os participantes, eu AC, o meu irmão Luís, o Silvério e o João Valente e como motorista de ligação, o Pedro, um amigo da Sertã, que gentilmente nos veio dar apoio nesta 5ª. etapa e provávelmente na próxima.
Desde já o meu bem haja pela sua disponibilidade e preciosa ajuda.
Com o Silvério, sempre bem disposto, a aparecer pelas 07h já com o João a "reboque", lá carregámos o restante material, meu e do meu irmão e rumámos a Castelo Mendo, mais uma das bonitas aldeias históricas e onde seria o início de mais uma aventura por terras beirãs.
Depois de uma visita um pouco mais detalhada à aldeia, iniciámos a aventura, logo com um trilho a descer e a requerer algum cuidado, que nos levou práticamente até ao Rio Coa, onde tivemos alguma dificuldade em encontrar a velha e estreita ponte pedonal que dá acesso à outra banda.
Após vencer a alta vegetação que circunda a margem, lá a encontrámos, para nos depararmos seguidamente com uma área onde o rio se alarga, formando recantos de sonho e imagens explendorosas.
Já do outro lado, continuámos com uma subida para aquecer, não bastasse já o calor que se fazia sentir, e em largos estradões, pedalámos cerca de uma vintena de kms em boa velocidade.
Com passagem pela Freineda Gare e mais à frente pela Aldeia de Freineda, chegámos à Aldeia da Ribeira onde efectuámos uma pequena paragem para abastecimento no Café do Chico Mocho, que nome peculiar!!!
A partir daí, os trilhos mudaram radicalmente e pedalámos por alguns soberbos single tracks e belos trilhos em tuneis de carvalhos e onde a sombra foi uma preciosa ajuda.
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Depois da passagem na Aldeia da Rebolosa esperáva-nos Alfaiates, onde chegámos após a passagem por alguns dos mais belos trilhos de toda esta aventura, isto na minha opinião, entre muros, carvalhos e alto giestal, onde a concentração não podia ser descurada e a adrenalina se mantinha quase sempre no máximo. Espectacular!!!
Em Alfaiates parámos na Tasca D'El Rei para refrescar o corpo com uma bjeca fresquinha e apreciar aquele espaço bastante peculiar e com uma decoração bastante agradável e diferente do habitual.
Após uma curta visita à aldeia continuámos a nossa aventura, agora sempre em trilhos de eleição e assim chegámos ao Sabugal, onde subimos ao Castelo, uma bonita fortificação, onde efectuámos alguns disparos com as nossas digitais e mais uma vez arrefecemos a temperatura corporal com uma bebida fresca, num castiço bar junto às muralhas.
Até ao final da nossa etapa faltavam apenas pouco mais de uma dezena de kms que rápidamente conquistámos, com passagem ainda pela Urgueira e Quinta dos Quintinhos, para pouco depois encararmos com a bonita aldeia de Sortelha, com o seu altaneiro Castelo a por ponto final à nossa aventura domingueira
Após uma visita ao património histórico, uma prova de licor na praça principal e uma incursão no medieval Bar D. Sancho para mais uma bjeca fresquinha, abandonámos aquela expectacular Aldeia Histórica, com a promessa de lá voltar no próximo domingo, dia 19, para a nossa penúltima etapa do GR22, que ligará Sortelha à nossa já bem conhecida Aldeia de Monsanto.

Fiquem bem
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GR22 - Castelo Mendo/Sortelha