sábado, 30 de outubro de 2010

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

"Vale do Ponsul, Monte Redondo e Parrocha"

Hoje, era suposto ir trabalhar nuns trilhos para o meu último raid de 2010.
Por impossibilidade do Carlos Sales, o meu companheiro de hoje, que tinha compromissos para a tarde, resolvemos dar uma volta relaxada e reviver velhos trilhos.
E assim foi. Pouco depois das 08h, já pedalávamos em direcção ao Forninho do Bispo, onde fomos em busca dum velho e adrenalínico trilho, algo técnico e inclinado e descemos ao Monte Sordo.
Fizemos um pouco do estradão que liga a N.18.8 àos montes da Granja e Granjinha e virámos à direita em direcção às Casas da Ribeira do Forno.
Encostámos ao Rio Ponsul, demos uma espreitadela em busca duma passagem para outra altura e regressámos ao ponto de partida.
No local, onde se cruza a Ribeira do Forno, agora tudo em grande reboliço com a preparação dos terrenos para novas plantações de eucaliptos, seguimos a Ribeira das Casas, até à sua barragem, onde já hà alguns anos não passava e por um novo trilho, chegámos ao estradão que ladeia a Casa do Estrelo.
Subimos ao Talefe do Monte da Granja, cuja subida está um pouco complicada pela muita pedra solta.
Passámos entre os Montes dos Bonchalinos e o Muro Alto, entrando nos extensos eucaliptais em busca de trilho que nos levasse à cumeada, onde, para mim, se pode avistar a mais linda paisagem sobre o Vale do Rio Ponsul.
Ali parámos, sentámo-nos numa pedra, apreciando e absorvendo aquela magnífica paisagem, com muito verde, enquanto "roía-mos" uma barrinha energética.
Seguiram-se uma série de singles e pasagens bem engraçadas, que culminaram no Monte Redondo, onde acabei por rasgar os calções numa passagem apertada com silvas.
A subida ao Monte da Parrocha, foi bem arfante, até chegarmos ao caminho alcatroado para Belgais.
Daí descemos para as Ferrarias e subimos de novo, desta vez para a Tapada do Caraca e Barrão, rumando seguidamente aos Escalos de Baixo, para a merecida dose matinal de cafeína, desta vez um pouco atrazada.
Já estávamos satisfeitos com as nossas proezas em btt de hoje, onde pusemos à prova a nossa limitada técnica em cima da "dita" e descarregámos adrenalina "a rodos" por uns quantos kms de bons trilhos.
Resolvemos então regressar à cidade, passando ainda pela Tapada do Marco, Monte Brito e Curral do Prego, acabando a manhã de hoje com o single entre muros na Quinta da Feiteira.
Foram 45 kms de puro prazer, quer a tentar dominar a minha "hard", quer pela sempre excelente companhia do Carlos, também ele fã destes passeios descontraídos, mais virados para a vertente lúdica.
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Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos.
AC

domingo, 24 de outubro de 2010

"Camões"

Camões é uma pequena aldeia que hoje, eu, o Silvério e o Pedro Barroca planeámos visitar.
Saímos da cidade, pouco depois das 08h e rumámos à Tapada das Figueiras, onde encontrámos um numeroso grupo de malta, que usualmente se junta na Praça Rainha D. Leonor.
Depois dos cumprimentos da praxe, continuámos a nossa voltinha de hoje e, umas centenas de metros à frente, encontrámos um outro grupo de rapaziada, esta, que se reúne habitualmente nas "docas".
Acabámos por nos juntar e continuámos a nossa aventura.
seguimos em direcção ao recinto da Nossa Sra de Valverde, onde fomos surpreendidos pelas novas vedações, com portões fechados a cadeado, não nos restando outra alternativa, que contorná-las até à Lameira do Velho.
A partir daqui, fomos guiados pelo Luís Lourenço, que nos mostrou uns bonitos trilhos na zona da Escorregadia, continuando pelo Moledo, Lapaduço e Gorritas, até que chegámos às bombas de combustível junto ao cruzamento do Palvarinho, onde resolvemos tomar o habitual cafézinho.
Até ao Palvarinho, foi um instantinho, maioritáriamente por singles, já mais que conhecidos e que ficaram famosos, desde que o Roberto Nabais os desencantou e apresentou ao pessoal, num dos seus famosos passeios, "rota do gaio" onde o convívio era o mote de reunião da rapaziada nestes eventos e que quero acreditar, que apenas estejam hibernados e não extintos.
Rumámos seguidamente ao Salgueiro, pelo trilho que passa ao alto do Casal da Bica e após a passagem pelo complexo desportivo, virámos à esquerda, agora em direcção ao alto do Vale Cimeiro, onde entrámos no estradão que nos conduziu ao Chão da Vã.
Antes, o grosso da rapaziada, regressou à cidade, uns por compromissos, e outros, certamente a precaver algum empeno não programado.
O João Valente, o João Afonso e o Luís Lourenço, continuaram connosco e o Pedro Barroca, aproveitou a boleia e regressou também com a restante rapaziada.
Depois da subida à saída da aldeia, Camões, já quase estava no nosso horizonte e pouco depois, estávamos na frenética descida para a povoação, um pequeno aglomerado de casas de xisto, onde o dinheiro já por ali começa a "plantar" algumas modernices, a minar aquela bonita traça.
A partir dali, o Luís Lourenço, voltou de novo ao leme do grupo e desencantou uma aguerrida subida, com início no leito da ribeira, com uma entrada bastante técnica e que nos fez suar a estopinhas até ao alto da Peiteira. Valeu-nos depois a rápida e adrenalínica descida, de novo para a ribeira, que passámos na zona da Regadia Velha.
Ainda uns quantos trilhos bem engraçados e já estávamos na Serrasqueira, aldeia que cruzámos, descendo seguidamente para a Praia Fluvial do Muro, que futuramente irá ficar submersa após a conclusão da barragem do Alvito.
Nova subida, um pouco longa, até que de novo chegámos ao Palvarinho, onde efectuámos a derradeira paragem para beber algo fresco, que isto hoje aqueceu um pouco.
Mais uma descida, desta vez, para a ponte de ferro, a que se seguiu uma das subidas que pessoalmente gosto de fazer e que nos conduziu ao Rouxinol.
Um pouco de asfalto e viragem à direita para o Cabeço da Barreira e depois duns trilhos alternativos junto à A23, despedimo-nos seguindo cada um o seu caminho em direcção a casa.
Eu e o Silvério, entrámos na cidade pela Cova do Gato.
Foram 60 kms de bons trilhos e boa disposição, onde certamente toda a rapaziada se divertiu.
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Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos,
ou fora deles.
AC

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

"Pirinés Epic Trail"

. . . há por aí alguém ávido de aventura e que queira trocar uns diazitos de praia, por esta viagem ao Paraíso!!?? (Em 2011)



Fiquem bem
AC

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

"VI Trilhos da Raia"

Pelo sexto ano consecutivo, a rapaziada da ACIN, levou a efeito mais um grande dia de BTT.
Quem pensava que aquele evento já nada tinha para melhorar, certamente que se enganou, como foi o meu caso.

Quanto à orgânica, almoço e simpatia, nisso, creio qua nada há a melhorar.
Agora o que me surpreendeu, foi a capacidade daquela malta para desencantar trilhos e singelas passagens.

Este ano com o percurso feito meio ao contrário, meio no mesmo sentido, conseguiram ainda juntar, aos belos singles já existentes, aquela secção final, que deliciou a maioria da rapaziada.
Este ano, acompanhei o Silvério e o Luís Lourenço e concluímos o percurso dando mais atenção à componente paisagística. Passar por Alcafozes, Idanha-a-Velha e Monsanto e não apreciar a grandiosidade das suas paisagens e a beleza da sua arquitectura, é um escravo do entrançado de tubos que trás debaixo dos ditos, porque ali, não há nada para ganhar, apenas companheirismo e amizade.

Pelas 08h, já estava em Idanha-a-Nova.
deixei a minha "ramona"junto aos balneários e fui com o Sivério ao secretariado levantar os dorsais.

Voltámos ao parque de estacionamento junto aos balneários, preparei a bike e fomos os três, eu, o Silvério e o Luís, tomar a respectiva dose matinal de cafeína.

Descemos então ao recinto da feira, onde seria a partida para mais este bonito evento.
Uma grande massa humana, animava o recinto.

Ali encontrei e cumprimentei alguns amigos e, após o sinal de partida, lá arrancámos para mais uma belíssima manhã de btt.

Posicionámo-nos na cauda do pelotão, por opção, mas os primeiros kms foram um pouco complicados. Muita rapaziada e nas passagens mais estreitas, havia que parar e esperar que o grande pelotão fluisse mais um pouco.

Após o paredão da barragem, o Luís Lourenço teve problemas com o shifter das mudanças e lá estivemos de volta do "engenho" a tentar reparar a coisa. Mas o óleo que o Luís ali tinha colocado, teve um efeito contrário ao desejado.

O problema acabou por se resolver temporáriamente, pois uma vez trabalhava bem, outras vezes, nem tanto, mas com um pouco de manha, lá conseguiu terminar os 75 kms do percurso .
Os abastecimentos, eram para parar e degustar . . . e nós parámos e degustámos!!!
As paisagens, eram para apreciar . . . e nós apreciámos!!!

Os fabulosos singles e calçadas romanas, eram para diversão . . . e nós divertimo-nos, e de que maneira!!!

Os nossos companheiros, proporcionávam-nos diversão e amena cavaqueira . . . e nós confraternizámos!!!

O divinal porco no espeto e o arrozinho era para comer e saborear . . . e nós comemos e saboreámos!!!

Aquela bela imperial era para beber e saborear . . . e nós bebemos . . . e não foi só uma!!!
Enfim uma manhã e parte de tarde fabulosa, divertindo-nos nos espectaclares trilhos que sempre compõem os Trilhos da Raia, alambazámo-nos com o apetitoso almoço e, bebemos uns canecos, para que a secura não nos atormentasse.

Obrigado malta da ACIN e para o ano, se as pernitas ainda o permitirem, lá estarei novamente.
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Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos,
ou, fora deles.
AC

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

"Vale do Malmedra"

Na passada quarta feira, acompanhado do Carlos Sales, fomos tomar o cafézinho matinal aos Lentiscais e, dar um pulinho ao Vale do Malmedra, um recanto onde nos meus tempos de caçador, tive alguns bons momentos na caça aos tordos e pombos torcazes.
Saímos da cidade pouco depois das 08h e rumámos à Sra de Mércules, descendo ao vale do Ponsul pelo Forninho do Bispo e Rebouça.
Seguimos depois o estradão, já no vale do Ponsul, pelos montes Sordo e da Ponte, até à Ponte Nova, onde parámos um momento para apreciar aquela sempre bonita paisagem da ponte romana, cujos arcos se afundam na quietude das águas do rio.
Subimos ao Monte Picado e seguimos em direcção aos Lentiscais.
Ali parámos no Café Pescaça, onde tomámos a matinal dose de cafeína, e nos entretivemos um pouco com dois dedos de conversa, com o amigo João, proprietário do café.
Saímos depois pela zona do arrabalde e seguimos para o Vale do Malmedra, onde a minha ideia inicial se viu gorada por um portão fechado a cadeado, que não nos permitiu descer a um bonito recanto, onde a ribeira desagua no rio Ponsul. Virámos então á direita, por um trilho que nos levou até à margem esquerda do rio, mas derivado ao extenso matagal, não foi possível apreciá-lo como pretendido.
Valeram as recordações e um "naco" de bonitos trilhos, até entrarmos de novo no Monte do Picado.
Descemos para a ponte, pelo mesmo trilho e após passar a ponte, virámos à esquerda para o Monte do Chaveiro, por onde subimos à zona de lixeira e daí, para o trilho no eucaliptal, que nos levou até aos montes do Cagavaio.
Subimos ao vale circundante ao Monte S. Martinho, pelo Vedulho e entrámos na cidade, ainda cedo, onde em jeito de sossega, nos sentámos na escadaria de acesso ao prédio onde vive o Carlos, a bebericar uma bjeca, que ele foi a casa buscar e por ali estivemos algum tempo conversando sobre temas banais..
Foram 47 kms descontraidos, na companhia do amigo Carlos Sales, numa manhã amena e solarenga.
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Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos,
ou fora deles.
AC