sexta-feira, 29 de abril de 2011

"Estreia da CANYON AEROAD CF 9.0 SL"

Estava em "pulgas" para montar esta "menina".

Ontem, dia habitual de "estrada", fui pedalar de Btt com o amigo Calos Sales, por isso, hoje nem que chovessem "picaretas", tinha que montar a menina.

Saí da minha garagem, cerca das 08h30 e fui efectuar um treinozinho de 3 horas e efectuar um teste de adaptação à máquina.

Logo que arranquei, achei-a logo muito "franzina". Uma sensação um pouco diferente, de quando levo uma das minhas bikes.


Rumei aos Escalos de Baixo, virando depois para os Escalos de Cima, onde tive que vestir o impermeável, pois a chuva começou a caír.

Passado os Escalos, virei para a Lardosa e, um pouco mais adaptado à Aeroad e com o aquecimento feito, imprimi mais velocidade. Gostei da reação da bike!!!

Passei a Lardosa e fui agora em direcção à Soalheira, onde pretendia parar, nas Bombas, para a dose matinal de cafeína.

Já um pouco mais aconchegado com a "malguinha" do café, fui até ao cruzamento de S. Fiel e virei para a Barragem da Marateca, uma estrada onde gosto de pedalar.


Nova aceleração e mais um bom "fieling". esta bike corresponde bem às acelerações . . . haja pernas!!!

Sempre em bom ritmo, continuei até Alcains, onde virei à direita, para Tinalhas.

Queria sentir a máquina na subida a Tinalhas. nenhuma dificuldade, além da natural, derivado ao sentido ascendente.

Em Tinalhas e enquanto esperava que um funeral chegasse ao cemitério, para poder prosseguir, chegou ao pé de mim o "Baltazar", uma esperança do ciclismo nacional, isto, na minha modesta opinião. Ali estivemos um pouco à conversa e, ao ver a bike, mostrou-se agradado e gostou bastante das suas linhas futuristas.


O Baltazar continuou o seu treino, em direcção ao Souto da Casa e eu, virei à esquerda para o Salgueiro do Campo, com passagem pelo Freixial e Juncal.

Cheguei à cidade com 83 kms pedalados numa excelente máquina, que vou ainda explorar, pois há ainda um ou outro pormenor, que vou ter que alterar, para que esta me assente que nem uma luva.

Mas gostei: Do seu nervosismo e da sua reação às acelarações.

Fiquem bem.

Vêmo-nos nos trilhos

. . . ou fora deles.

AC

quinta-feira, 28 de abril de 2011

"Aldeias da Beira"

Hoje, na companhia do amigo Carlos Sales, resolvemos ir dar umas pedaladas, visitando algumas das bonitas e castiças aldeias cá do nosso cantinho. A Beira Interior.

Saímos pelas 08h e rumámos aos Amarelos, onde era estipulado tomar a matinal dose de cafeína.



Passámos a Caseta dos Maxiais e a dos Cebolais e à passagem pela Represa, lá andava o meu amigo "Ti Oliveira" a preparar-se para as suas lides agricolas, que ele tanto gosta.



Dois dedos de conversa e o copinho da "giribita" logo saltou para as mãos. Lá bebemos o copito da geropiga e eis que chega o Geirinhas, agora já aposentado. Mais um tempinho à conversa, até que nos despedimos, pois já se fazia tarde e nós ainda tinhamos umas dezenas de kms para fazer.



Passámos então pelo Vale Pinto e entrámos na Aldeia dos Amarelos, onde encostámos as bikes à porta da Padaria Canelas e por ali nos entretivemos algum tempo, degustando um panike e bebendo um sumo, enquanto conversávamos calmamente. Hoje o dia era nosso. Tinhamos decidido esquecer o tempo e efectuar o nosso passeio de verdadeira forma lúdica e em comtemplação da natureza.



Hoje, não havia compromissos familiares, estando por isso libertos, para fazer o que nos desse na gana.



Passámos à entrada da Aldeia da Carapetosa, entrando no trilho pedregoso até ao VG da Carqueijosa, onde entrámos na inclinada descida alcatroada para a estreita ponte sobre o Rio Ocreza.



Nova paragem para um par de fotos e encetámos a subida às Ferrarias Cimeiras, onde entrámos, indo logo em busca da abandonada aldeia de Ferrarias Fundeiras, onde parámos para apreciar aquelas antigas construções em xisto agora abandonadas e bastante degradadas.



Seguiu-se a rápida descida para a bonita zona do Lagar dos Carris, também em completo estado de abandono, no verde Vale do Grou, cuja ribeira cruzámos pela antiga ponte e sempre em sentido ascendente, durante vários kms, chegámos à estrada, junto à Aldeia do Vale da Pereira.



Não entrámos na aldeia e descemos para a ribeira, com o mesmo nome, subindo à pequena Aldeia do Vale da Saraça e, logo após, a da Fonte Longa, onde parámos no "Café do Zé", para uma bebida refrescante, pois hoje o calor já se fazia sentir.



Saímos daquela aldeia, agora em direcção à do Vale da Ramadas, continuando até à Aldeia do Sopegal, a mais longínqua da nossa voltinha de hoje.



Encetámos então o regresso, pela Aldeia do Vale das Ovelhas até a maior e mais populosa de hoje. Santo André das Tojeiras.



Descemos para a Ribeira da Boselha e subímos à Aldeia da Lomba Chã, seguindo-se as Teixugueiras e por fim a Aldeia de Calvos, onde parámos para uma foto.



Descemos ao Rio Ocresa, que nos surpreendeu pelo seu caudal, pois não tem chovido. Presumo por isso, que o caudal de hoje, tenha a ver com alguma abertura na Barragem da Marateca.



Estávamos num dos bonitos vales do Rio Ocreza, nomeadamente no local denominado Foz da Líria, por ser o local onde esta larga as suas águas no Ocreza.



Passámos o Rio Ocraza a vau e logo a seguir a Ribeira da Líria a pedalar, para darmos de imediato início à longa subida até ao VG do Canto Redondo, nas imediações da Aldeia de Benquerenças. Entrámos na aldeia e buscámos um café, para nos refrescarmos uma última vez.



Rumámos depois á cidade, cruzando a Ribeira da Canabichosa, onde chegámos através de inclinada e técnica descida e, já com a cidade no horizonte, passámos o Baixo da Maria e a Barragem da Talagueira, para entrarmos definitivamente na cidade, com o ponteiro já a caminhar para as 15h e 76 kms pedalados calmamente e na excelente companhia do amigo Carlos, que hoje "gramou" uma das minhas "investidas" a trilhos mais longínquos.




Fiquem bem.

Vêmo-nos nos trilhos

. . . ou fora deles.

AC

quarta-feira, 27 de abril de 2011

"Vale Pousadas e Alfrívida"

Hoje, fui dar umas pedaladas de Btt com os amigos Silvério e Nuno Dias.


Juntámo-nos na Pastelaria "A Ministra" na Carapalha, onde tomámos a dose matinal de cafeína.



Saímos depois em direcção a Valongo, onde entrámos nos trilhos, própriamente dito.


Passámos pela Caseta dos Maxiais, e deambulámos pelo Monte do Rei, Vale da Dona e Vale das Quedas até entrarmos nas faldas da Serra das Olelas, que subímos pelo trilho mais leviano.


Descemos depois para o Retaxo e andámos ziguezagueando pelo Vale do Gamão, com passagem na Barragem das Sarnadas, até ao VG do Mulato, onde nos divertimos numa sequência de descidas e curtas subidas até ao Monte dos Ratinhos.



Virámos o azimute ao Vale de Pousadas, onde chegámos depois de ladear durante algum tempo a Ribeira dos Tamujais, que cruzámos à entrada da aldeia.


Alí bebemos uma bjeca, no Café Oliveira e comemos um bolinhos,(esquecidos)bastante saborosos, confecionados pela mãe do Silvério. (O Silvério, um abatanado, que não vi a côr . . . talvez fosse VERDE, não sei!!!)


Abandonámos a aldeia pela zona da Vidigueira em direcção a Alfrívida, com passagem pela Vinha do Torão.


Pedalámos umas centenas de metros em asfalto, até ao cruzamento para a Sra dos Remédios e na Macarra, virámos à esquerda para o Monte dos Macarros.


A partir daqui foi sempre a ganhar altitude, com um alívio para a passagem da Ribeira do Barco.


Sempre em pedalada alegre e descontraída, tomámos a direção da Ribeira do Muro, que passámos no seu estreito pontão, que nos deu o acesso para o Cabeço do Pico.


Esta parte final, foi sempre em sentido ascendente e, após a passagem pela Escudeira, chegámos de novo ao Valongo, entrando na cidade pelas 12h00, com 59 kms pedalados por bonitos trilhos e abrangentes paisagens, apesar de alguns serem um pouco exigentes.


Acabámos de novo na Pastelaria da Ministra, para a habitual sossega, com um par de bjecas. Excepção feita ao Silvério, que bebeu uma água das pedras ( com rótulo VERDE!!!)


Fiquem bem.

Vêmo-nos nos trilhos

. . . ou fora deles.

AC

terça-feira, 26 de abril de 2011

Rosmaninhal"

Hoje, na companhia do Silvério e do Pedro Barroca, fomos fazer uma visita à outrora fervilhante Aldeia de Rosmaninhal.

Montados nas nossas "anoréticas" rumámos ao Rio Ponsul, com uma breve mirada á sua bonita e abandonada Ponte Medieval e seguimos em direcção a Monforte da Beira.



O "Joaquim Padeiro" não teve desta vez a nossa visita, pois estava estipulado tomarmos o café no Rosmaninhal, o que pôs o Silvério a resmungar, pelo seu "abatando", alegando que sem ele, as pernas "empancam!!!"

Depois da Deveza de Monforte, virámos à direita para a panorâmica estrada, que nos conduz até à Aldeia de Cegonhas.


A paisagem é envolvente e enriquecida pelas cores e cheiros primaveris.

A descida para o Rio Aravil é rápida e com uma paisagem fantástica. Já a subida às Cegonhas, é, na sua parte inicial, nomeadamente os primeiros 300 metros, desgastante com pendentes entre os 13% e os 15%, suavizando depois até á aldeia.



Virámos agora em direcção ao Rosmaninhal com passagem pelo Couto dos Correias, onde se chega em acentuada subida, seguindo depois em constante sobe e desce até ao Rosmaninhal, onde parámos para a dose de cafeína habitual.

No Rosmaninhal era dia de festa em homenagem a S. Roque, cuja capela se encontra situada á entrada da aldeia, no nosso caso, à saída.


Ladoeiro era a nossa próxima passagem. Até lá o terreno aplanou-se mais um pouco e o andamento foi mais vivo.

Esta situação manteve-se até à Ponte sobre o Rio Ocreza, onde a subida da Monheca nos fez acalmar um pouco.


Passado os Escalos de Baixo, 13 kms nos separavam da cidade, onde chegámos pelas 12h30.

A paragem habitual para hidatação não poderia faltar e assim, lá nos recostámos um pouco na esplanada do café da Rotunda da Racha, para a bjecazinha da ordem e dois dedos de conversa, após 101 interessantes kms.


Quinta Feira, se o tempo o permitir há mais.

Fiquem bem.

Vêmo-nos nos trilhos

. . . ou fora deles.

AC

segunda-feira, 25 de abril de 2011

"Barrocas do Ponsul"

Hoje, era dia de queimar parte do excesso de calorias armazenadas nestes dias de Páscoa




Na companhia do Nuno Eusébio e do João Afonso, fomos hoje dar uma voltinha um pouco mais curta que o habitual, mas ainda assim, que desse para queimar alguns excessos.





Numa boa e sem pressas, fomos até à bonita zona do Rio Ponsul e suas barrocas profundas, onde pedalámos em trilhos novos para a rapaziada que hoje me acompanhou e, alguns deles, onde já há algum tempo, não pisava.



saímos pouco depois das 08h, pela Quelha de Santana e fomos logo sujar as bikes para o Quinteiro.



Rumámos depois ao Forninho do Bispo e, após passar o malhão da Casa dos Malpiqueiros, descemos ao Monte do Sordo, em pleno Vale do Ponsul, por um par de descidas adrenalínicas, para nos manter logo acordados e em estado de alerta.



Pedalámos um par de quilómetros pelo velho estradão, virando depois para a Barroca dos Cágados, que seguimos, até ao desvio para o Monte do Pombal.



descemos seguidamente para a bonita e interior Barragem das Casas, ali "plantada" no meio de nenhures e que embeleza um pouco aquela inóspita paisagem.



Passámos a Casa do Estrelo e rumámos ao VG da Granja, pelo roliço estradão, em acentuada subida, até ao malhão do Coito do Abrunhosa.



Seguiu-se a frenética descida dos Bonchalinos até ao Compasso de Baixo, parando na bonita e rudimentar ponte de lage de xisto sobre a Ribeirinha, para uma foto de grupo.



Subimos depois aos Quintalreis de Cima, onde virámos para a Capa Rota, sempre em sentido ascendente.



Uma bonita passagem pelo Casal dos Mourões, com o seu abandonado casario, levou-nos depois a trilhos ziguezagueantes até ao Monte das Sesmarias.



O nosso próximo objectivo era a novel Barragem da Rebouça, onde chegámos após passagem pela Queijeira Nova.



Apontámos depois o azimute à Sra de Mércules, pedalando pelos trilhos da Rebouça de Baixo, agora renovada com novel olival..





Como o Abílio tinha o restaurante fechado, rumámos ao "Dorali", onde encostámos as bikes e bebemos um par de bjecas, aproveitando para por a conversa em dia, pois ainda não eram 12h.



Foram 38 kms em amena cavaqueira e de baixo regime, mais virado para a queima calórica, com passagem por alguns belos recantos nas barrocas do Ponsul.





Fiquem bem.


Vêmo-nos nos trilhos


. . . ou fora deles.


AC