terça-feira, 31 de maio de 2011

"Idanha-a-Velha"

Hoje, senti-me indeciso, entre as 07H e as 08h30. Iria pedalar, iria descansar mais um pouco!!!
Entretanto, aquela que tem sido ultimamente a minha companheira de pedaladas asfálticas, a Canyon Aeroad CF 9.0 SL, aguardava pacientemente, que eu tomasse uma decisão.
Ainda por aqui havia uns resquícios de ácido lático, da última aventura, mas . . . bora lá pedalar . . . acamado é que não!!!
Saí de casa já depois das 09h e montado na "contagiante" Canyon Aeroad, resolvi levá-la a passear até Idanha-a-Velha, antiga Capital da Egitânea.
Fui em direcção a Escalos de Baixo, seguindo depois para Escalos de Cima e S. Gens.
Subi a S. Miguel D'Acha, parando no Café da D. Maria, para a dose matinal de cafeína.
Em andamento de passeio e contemplando o que me rodeava, fui até Pedrogão de S. Pedro, virando à direita para Medelim, onde cheguei após passar pela Bemposta.
Em Medelim, fui à fonte, abastecer de água e continuei para Idanha-a-Velha, uma lindíssima aldeia, cheia de história, outrora Capital da Egitânea.
Fui até ao Café, junto ao Pelourinho, onde tomei uma bebida fresca e comi algo mais sólido.
Depois, entretive-me a dar uma volta pela povoação, calmamente, apreciando alguns dos bonitos e históricos locais.

Estava na hora de regressar. Rumei a Alcafozes, que também pretendia visitar, mas já ficaria um pouco tarde, pelo que, ao cruzamento da aldeia, virei à direita em direção à Barragem Marechal Carmona.

Parei na fonte do parque de merendas, para atestar de novo o bidon de água e num ápice, cheguei à Sra da Graça.
Ainda me questionei se haveria de subir a Idanha-a-Nova, ou se iria por Ladoeiro. Optei pelo percurso mais fácil, pelo Ladoeiro. Ainda sentia o "esqueleto" um pouco dorido.

Despois de passar o Ladoeiro, rumei aos Escalos de Baixo, afrontando a última subida do dia, a Monheca.
Até Castelo Branco, foi um instante, após 107 kms em solitário e em verdadeiro ritmo de passeio.
Gostei da visita e vou repetir noutros locais, com alguma história.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC

segunda-feira, 30 de maio de 2011

"XII Raid AC - Trilhos e Aventuras > Perdigão e Talhadas"

Ontem, domingo, na companhia de sete amigos, fomos divertir-nos em mais um Raid AC - Trilhos e Aventuras, desta vez, pelos maciços rochosos da Serra do Perdigão e das Talhadas.
Não era este o percurso que estava previsto, mas sim um outro, na exigente e lindíssima Sierra de Gata, em Espanha, que foi alterado para data posterior, derivado às más condições climatéricas.
Nestas circunstâncias é bastante perigoso pedalar nos trilhos selecionados, por serem bastante pedregosos e com subidas e descidas bastante exigentes. Por outro lado, toda aquela beleza, ficaria ofuscada pelo mau tempo. A Serra de Gata está lá, e nós também por cá estamos. Ficará para os finais de Junho.
Para o Perdigão e Talhadas, compareceram, eu, Silvério, Nuno Eusébio, Tiago, João Afonso, o meu irmão Luís, o João Caetano e o Pedro Barroca, para esta magnífica e durinha aventura, por alguns dos topos cá do nosso cantinho.
Subidas exigentes e descidas adrenalínicas, não faltaram e, malta com espírito de aventura e de conquista, também não.
Os 123 kms do percurso, a exigência de alguns trilhos e os 3582 metros de acumulado positivo, apenas "incendiaram" a rapaziada, que já clamam por nova aventura.
Juntámo-nos na Pires Marques e, pelo caminho, apanhámos o resto do pessoal que esperava junto à Rotunda da Qta Dr. Beirão.
Seguimos em direcção aos Maxiais, pelo Vale dos Gagos.
Continuámos para o Vale da Dona, onde percorremos alguns trilhos novos para a rapaziada, que nos levaram à Foz da Ribeira do Cruzeiro, com o Ribeiro do Barco.
Se a descida à foz foi rápida, a subida à cumeada, não foi nada fácil e fez a rapazia arfar um pouco, até ao estradão que segue a pelo topo até à estrada para os Cebolais, onde entrámos, virando alguns metros depois para as Hortas da Serra, para um single um pouco técnico, em subida, até à zona este da Serra das Olelas.
Descemos ao Retaxo e por trilhos conhecidos, se bem que pouco utilizados, fomos até às Bombas das Sarnadas, onde efectuámos a primeira paragem para o cafézinho habitual. E a surpresa, é que fui apenas eu a tomar o cafézinho, pois a restante malta já foi convertida pelo Silvério para a "Seita do Abatanado."
Seguimos depois por trilhos entre a A23 e IP2 até à Capela da Sra da Paz, nas proximidades dos Rodeios, apanhando depois o estradão paralelo ao IP2, até Alvaiade.
Parámos na Sarnadinha, logo a seguir, para refrescar gargantas e tomar coragem para o primeiro topo da Serra das Talhadas.
Antes, percorremos uns bonitos trilhos, que nos levaram à Ponte sobre o Rio Ocreza, na subida aos Bugios e, pelo Vale, subimos ao Chão ds Servas, rampa de lançamento à primeira Secção da Serra das Talhadas,

A subida, apesar de não muito longa, foi sofrida, mas ao entrarmos no estradão, ao longo da meia encosta, ficámos bastante agradados com a imensidão da paisagem que dali se avista e que, foi nossa companhia durante um par de kms.
Descemos de novo a Alvaiade, numa descida rápida e "dançarina" derivado ao terreno arenoso e com muita pedra roliça, para rumarmos então à Serra do Perdigão.
Seguimos os vestígios do inicio da antiga estrada para o Vale do Cobrão, rasgada aquando da construção do IP2, para darmos início à subida ao Parque Eólico da Serra do Perdigão.
Esta subida não é muito difícil, apenas um pouco complicada numa ou outra secção, pela gravilha, mas que, com a velocidade certa, se ultrapassa com facilidade.
Lá em cima, a vista é fantástica, quer para sul, quer para norte. Ali parámos um momento a apreciar a paisagem. Rumámos depois à fase menos boa, mas bastante adrenalínica e desconhecida dos biker's, ressalvando alguma excepção, que nos levou com o coração nas mãos e a adrenalina em índices altos, até perto da Foz do Cobrão.
Nova paragem, para um divertido abastecimento, num café local, onde o Silvério já fazia de empregado de mesa e balcão. A dona do café era conhecida dum dos elementos do grupo e limitou-se à cozinha, onde quase não dava despacho aos constantes pedidos de tostas e sandes, pelo que, o abastecimento líquido ficou por nossa conta, com a confiança da proprietária. Um bom momento de convívio e camaradagem, imagem de marca nestes lúdicos eventos, onde qualquer um pode participar. Mas a verdade, é que há que ter alguma "pernita", pureza de caráter e verdadeiro espírito de aventura. Qualquer outro atributo, por muito "meritório" que seja, pode não ser suficiente.
Com a barriguinha cheia de tudo, comida, bebida e boa disposição, a que os "animadores residentes" providenciam para que não se esgote, tinhamos pela frente uma terrível subida, pelo trilho entre serras, até às proximidades do Escorregadouro da Moura.
Estávamos de novo na Serra das Talhadas, no seu lado mais imponente.
Um desafio que não se consegue sempre, pelo piso bastante difícil, pela muita inclinação e pela extensão. Tem que se estar mesmo com uma boa preparação, quer física, quer mental. Acho que aqui, até o "cérebro" doi. Chiça!!!
Mas o trilho e as paisagens compensam bem o esforço. Chegados lá bem ao alto, junto ao Posto de Vigia e Cruzeiro, umas paisagens soberbas, para ambas as encostas da Serra, mantiveram-nos "agarrados" àquele local, durante bastante tempo, sentados junto ao cruzeiro, desfrutando aquele belo momento contemplativo.
As Aldeias da Ferraria, Lameira, Casalinho, Carregal e Carregais de um lado e Rabacinas, Chão do Galego e Montes da Senhora do outro, pareciam-nos as pequenas construções do "Portugal dos Pequeninos" vistos lá do alto.

Estava na altura de fazer a exigente descida até à meia encosta do lado sul, onde cada um dava o seu melhor para se manter equilibrado em cima da bike, que "dançava", de pedra em pedra, até atingirmos terreno mais consistente.
Fomos até ao topo longitudinal da serra, contornando-o, para noutro estradão, agora bastante ciclável e rápido, cruzarmos a serra, agora pelo lado norte.
Nova descida, de rabinho atrás e pulsações rápidas" até ao Carregal, onde não entrámos, seguindo por uma panóplia de trilhos, bem bonitos e muito raramente pedalados, seguindo as curvas de nível, entre bonitos vales, até chegarmos à estrada, perto da Catraia Cimeira.
Virámos logo à direita, umas dezenas de metros depois, para em estradão rápido, irmos até ao pouco conhecido Castelo, (não vi nenhum) onde ainda existe uma trincheira, segundo dizem, do tempo das guerras napoleónicas.
Vi um largo, sem qualquer construção, com a trincheira tapada, mas, a paisagem sobre a Ribeira do Alvito e a sua ponte medieval, é bastante bonita.
Descemos à ponte, onde na tasquinha do "Ti António" pintámos a manta, divertimo-nos à brava, comemos e bebemos e quase que nos esquecemos que ainda tinhamos que regressar á cidade.
Mas para mim, o verdadeiro motivo, era a incrivel subida, logo a seguir à ponte, que até punha os cabelos em pé, só de olhar. Ninguém queria arrancar dalí.
Os poucos clientes que ali se encontravam, diziam que nós não éramos capazes de subir "aquilo".
Também havia algumas dúvidas e, com a "coça" que já tínhamos no "pêlo", com a "tonelada" de latas de atum que já tinhamos "arrecadado" e com as bjecas que já tinhamos "emborcado", uns quantos tintinhos para o Silvério, havia que ir à "guerra".
Pois bem. os tais clientes enganaram-se. A malta subiu mesmo aquela "treta". Alguns pareciam a "Sharapova" a guinchar no Roland Garros, mas aquele "set" foi nosso. Depois desta já não há subida que "arreganhe" o dente. Mas primeiro, temos que beber umas bjecas. eh eh eh!!!
Chegados ao Sopegal, continuámos por trilhos já conhecidos de alguma rapaziada, que nos levaram ao Vale das Ovelhas, Santo André das Tojeiras, Lomba Chã, Teixugueiras e Calvos.
Descemos ao Rio Ocreza, á mais que conhecida Foz da Líria, para a penultima subida de registo, do dia, ao VG do Canto Redondo.
Virámos para a abandonada aldeia do Monte Baixo, seguimos para Benquerenças de Baixo e, pela Quinta da Lomba, decemos à Ribeira da Canabichosa, para enfrentarmos a última subida, que nos deu acesso ao Baixo da Maria.
Passada a Talagueira, entrámos na Zona Industrial pelo Jumbo, cruzámos a Piscina Praia pela sua já reparada ponte e efectuámos a última paragem na Pastelaria do Montalvão, para a sossega final.
A malta despediu-se e ficou no ar o prenúncio de novas aventuras, onde certamente haverá novas "diabruras da cambada", sem stress, nem grandes pretensões, apenas manifestações de amizade e puro divertimento.
VÍDEO
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC

sábado, 28 de maio de 2011

"Voltinha descontraída"

Hoje, fui juntar-me ao grupo do "Continente" para mais uma voltinha com a Canyon Aeroad.
Juntaram-se para pedalar, Eu, o Silvério, o Filipe, o Jorge Palma, o Micaelo, o Joaquim Cabarrão, a Teresa e o irmão, Alfredo.
A volta de hoje, combinou-se calma e descontraída e, assim foi.
Fomos tomar o cafézinho matinal ao "Tá-se Bem", na Lardosa, passando por Escalos de Baixo e Escalos de Cima.
Rumámos depois a Tinalhas, pela "estradinha" da Marateca, em ritmo calmo e descontraído, com a malta a pôr a conversa em dia, uns com os outros.
Passámos Tinalhas e continuámos por Freixial e, no Juncal, virámos à esquerda, para o antigo estradão, agora alcatroado, que passa pelas Quintas de Valverde e termina junto à Ponte de Caféde.
Chegámos a Castelo Branco, pouco depois das 11h, com 65 kms pedalados calmamente e num bom ambiente de convívio.
Dois companheiros foram logo para casa e os restantes, fomos ainda até ao Café do Carlos beber a sossegazinha.
Uma voltinha sossegadinha, também sabe bem de vez em quando.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC

sexta-feira, 27 de maio de 2011

"Fratel"

Como ontem não fui dar a minha voltinha habitual com a "anorética" Canyon Aeroad, por "preguicite", fui hoje, na companhia do Nuno Eusébio e do Silvério.
Saímos pelas 09h e resolvemos ir até ao Fratel.
Passámos pelos Cebolais de Cima e de Baixo, Sarnadas e Coxerro, parando em Vila Velha de Rodão para o cafézinho matinal na Padaria da Zona Industrial.
Cruzámos depois a ponte sobre o Rio Tejo, para ir à fonte, encher os bidons com água fresca.
No regresso, parámos no tabuleiro da ponte, para dar uma mirada naquela bonita Garganta das Portas de Rodão.
Subimos depois à altaneira Torre do Rei Wamba, onde apreciámos a magistral paisagem sobre o Rio Tejo e a referida garganta, agora noutra perspectiva.
Baixámos à Aldeia Ruiva e, pela bonita estrada panorâmica, com a sua arfante subida, chegámos então ao Fratel.
Entrámos no, por ora, quase abandonado traçado do IP2, derivado ao pouco trânsito. Pelo menos até ser implementado o pagamento da SCUT.
Seguimo-lo até Castelo Branco, com passagem em Vilar do Boi, Perdigão, Alvaiade e Sarnadas.
Foram 87 kms pedalados numa manhã divertida na companhia de bons amigos.
Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC

quarta-feira, 25 de maio de 2011

"Nos trilhos do Xisto > Geo Rota do Orvalho"

Hoje, na companhia dos amigos Silvério, Pedro Barroca e Nuno Eusébio, fomos dar umas pedaladas, numa rota em que andava a "trabalhar" há algum tempo a esta parte e recentemente concluída.
É um percurso muito bonito, um pouco exigente, é um facto, mas para mim e quem comigo partilha estes momentos de lazer, isso é apenas um pormenor, que de uma forma ou de outra, será ultrapassado, de forma simples e descontraída.
Sei que outros amigos gostariam de partilhar este maravilhoso dia, mas, não há hipotese de escolher um dia que seja comum a todos.
Por isso, opto por escolher um dia em que eu posso e, quem me puder acompanhar, é sempre bem vindo e a sua companhia apreciada.
Tenho bastantes amigos . . . os "vitalicios" e os "sazonais" e não há forma de os contentar a todos.
Por isso, faço o que gosto, "que é mesmo de pedalar", por aí, sem qualquer outro interesse, que não seja o de me divertir e conviver com a natureza e amigos, "rebuscando" um ou outro cantinho que esteja por aí e onde gostaria de ir . . . e vou!!! Por enquanto!!!
E foi o que acontceu hoje.
saímos da cidade cerca das 08h00 com a minha "ramona" carregada connosco e com as bikes, em direcção à Foz do Giraldo.
Tomámos o cafézinho matinal no café da aldeia e partimos à conquista dos trilhos.
Logo para começar, tivemos que superar a exigente subida à Sarreira, onde a avózinha rangeu durante cerca de dois kms, contornando depois o profundo Vale da Barreira até às Casas da Zebreira.
Fomos depois até a Parque de Merendas do Ribeiro das Casas, para subirmos seguidamente ao VG da Marmoura.
A descida para Vale da Balouqueira foi adrenalínica, o mesmo já não posso dizer da subida ao VG do Mosqueiro.

Nova descida, agora para o Vale da Arrenegada, já nas proximidades do Orvalho, onde parámos para refrescar um pouco as gargantas.
Duas centenas de metros depois, vencemos uma brutal descida à Ribeira das Bogas, de pôr os cabelinhos em pé.
Por uma bonita sequência de trilhos, cruzámos o Urgeiro, onde entrámos em asfalto até quase aos Chães, para passarmos o Rio Zêzere, para a outra margem.
E foi o rio que acompanhámos durante alguns kms, até à Ponte de Cambas, passando por Janeiro de Baixo, pela bonita Garganta do Zêzere, onde parámos para um par de fotos e Admoço, onde também parámos, para novo arrefecimento corporal, com umas bebidas fresquinhas, seguindo-se a passagem pelo Azinhal e Cabeço da Cruz.
Na Ponte de Cambas, nova paragem, no restaurante local, que o radiador já ía de novo a aquecer e comer algo mais sólido.
A subida ao Cabeço dos Madeiros, fez-nos suar a estopinhas e, mais uma vez, a "avózinha" entrou em trabalho forçado.
Mas valeu a pena. A pisagem lá do alto compensou o esforço.
Descemos à estrada, para alguns metros depois, subirmos ao Penedo das Sardas, onde o Orvalho ficou de novo no nosso campo visual.
Descemos à povoação, onde já tinhamos passado antes, mas, desta vez, entrámos do outro lado da povoação, com paragem numa tasquinha para novo abastecimento, líquido e sólido.
Subimos à Portela, para descermos depois para o vale das Fragosas, ao encontro da bonita Ribeira da Água D'Alta, onde entrámos no PR, que nos levou ribeira acima, com passagens lindíssimas, em veredas, passadouros e pontes em madeira, sempre a acompanhar a ribeira, com as suas inúmeras cascatas, umas maiores e outras mais pequenas, até chegarmos à principal e que dá nome ao percurso. A Cascata da Ribeira da Fraga da Água D'Alta.
A malta não resitiu e foi ao banho. Eu fui o único resistente. Tenho ainda presente, uma má recordação desse tipo de "impulso" e contive-me.
A malta divertiu-se e foi um dos momentos altos do percurso. Como é facil conviver, quando as coisas acontecem com simplicidade!!!
Na fonte junto à cascata, mas já no asfalto, saciámos a sede e enchemos os camelbags, para afrontarmos nova subida à Serra do Casal. Essa, foi terrível!!!

Pelo Sobral do Canhoto, descemos à Barroca das Bouchas Velhas, por uma técnica e bastante inclinada descida, que nos levou até à Povoa da Ribeira.
Nova e longa subida, agora à Lomba dos Agros e, com passagem pelo Chargondo, descemos de novo às Casas da Zebreira, a 3 kms do final da nossa aventura.
Uma última paragem para arrefecimento corporal, através de bebida fresca, faltando-nos a última subida do dia, ao Ervedeiro.
Já tinhamos "despachado" todas as subidas e foi com um sorriso nos lábios que nos lançámos à ultima descida, para a Foz do Giraldo, onde a visão da minha "ramona", parada no Largo do Povo, dava a impressão que nos esperava impacientemente.
Foi mais uma divertida aventura, por diversificados trilhos e bonitos recantos, proporcionando-nos mais um bonito dia de btt e sã camaradagem, durante os 53 kms do percurso.
Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC