terça-feira, 29 de novembro de 2011

"Belgais"

Hoje, tive como companheiro de pedaladas, o Jorge Palma.
Com pouco tempo e horário apertado, idealizámos uma volta relativamente pequena e com uma bonita envolvente panorâmica.

Fomos até Belgais, ainda não hà muito tempo, nas luzes da ribalta, quando habitada pela pianista Maria João Pires.
Saímos da cidade pelas 09h30 e rumámos aos Escalos de Baixo, onde parámos no café "O Lanche", não para lanchar, mas para ingerir a matinal dose de cafeína.
Seguimos depois em direcção à Monheca, onde virámos à direita para a panorâmica "estradinha" que seguimos até a seu términus, a parte alcatroada, em Belgais.
Parámos no início da descida áquele belo recanto, para nos deliciarmos com a bonita paisagem sobre o Vale do Ponsul, hoje envolta numa ténue neblina, que lhe dava um ar quase fantasmagórico.
Parámos depois na entrada da propriedade, onde nos demorámos um pouco à conversa, observando aquela pitoresca propriedade.
No regresso, esperáva-nos a subida, que hoje, até deu para ir na conversa, aliás, foi uma constante durante todo o trajeto.
Observando a vasta zona de olival e, aqui e ali, o pessoal na sua labuta da apanha da azeitona, chegámos de novo ao alto da Monheca, onde tomámos o rumo de Escalos de Baixo e Escalos de Cima.
Como ainda havia tempo, seguimos para Alcains e seguidamente Castelo Branco, onde chegámos pelas 12h20, com 57 kms bem agradáveis, como eu gosto nesta altura do ano, sem "conquistas, nem algazarras". Apenas pedalar, conversar quando em companhia e, sobretudo, desfrutar.

Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC

sábado, 26 de novembro de 2011

"Só para chatear o stress"

Depois da excelente e pitoresca aventura de ontem, pela Serra da Gardunha e Cova da Beira, fui hoje dar uma voltinha com a asfáltica, ao jeito de recuperação ativa.
Como leitor habitual do Blog do Cavaca, lembrei-me, que ele hoje vinha cá para as minhas bandas e, como tal, nada melhor para descontrair um pouco, do que fazer uma visita a um amigo. Apesar de só termos "rolado" juntos uma única vez, esta foi intensa e bastante enriquecedora, pela forma como fui recebido e pela explêndida camaradagem que encontrei naquele grupo.
Saí de casa já passava das 08h30 e fiz-me à estrada, com passagem em Escalos de Baixo e Escalos de Cima, até chegar a S. Gens.

A minha "Giant", talvez por a ter preterido nos últimos tempos, pela Trek, não colaborou lá muito bem, com uma prisão no cabo de mudanças, tendo a maioria das vezes de meter mudanças puxando o cabo, lembrando-me os velhos tempos em que as mudanças eram no tubo, junto à testa do quadro. Lá vou ter que lhe dar um pouco de atenção, substituindo cabo e bicha e verificar de onde vêm o problema.

Bem, depois de mais uma tentativa de afinação, em S. Gens, lá me fiz à subida, chegando a S. Miguel D'Acha e, à saída da povoação, virei à esquerda para a Orca e Vale de Prazeres. Lá fui por ali abaixo, em ritmo calmo e apreciando as bonitas paisagens vestidas com as côres outonais e, eis-me a atravessar a ponte sobre a Ribeira do Taveiró. Como não via ninguém, comecei a pensar que se os não encontrasse até ao alto de Vale de Prazeres, viraria à esquerda e regressaria a casa.

Mas, já perto da Orca, lá vejo o amigo Cavaca e o Guilhermino. Depois dos cumprimentos da praxe, juntei-me ao reduzido grupo e com eles pedalei de novo até S. Gens, sempre em amena cavaqueira. Eles continuaram a sua volta programada e eu, regressei a casa, subindo aos Escalos de Cima, virando depois para Alcains e finalmente Castelo Branco, onde cheguei cedo e com 73 kms, pedalados numa bonita manhã outonal.

Fiquem bem.

Vêmo-nos nos trilhos

. . . ou fora deles.
AC

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

"Rota da Pedra Hera"

Hoje, na companhia do Carlos Sales e aproveitando a linda manhã de outono, com perfil primaveril, resolvemos ira fazer uma "betêtada" para a sempre bonita Serra da Gardunha.
Fui buscar o Carlos, com a minha "ramona" pelas 07h30 e fizémo-nos à estrada, em direção ao Fundão.
Deixámos a viatura logo à entrada da cidade, na rotunda e, fomos tomar a matinal dose de cafeína à pastelaria, já habitual nas andanças velocipédicas.
Preparámos as bikes e restante material e demos início à nossa intensa aventura de hoje.
Saímos da cidade (Fundão) pelas piscinas e passámos pelas traseiras da Quinta do Convento e Sra do Miradouro, para enfrentarmos logo de início, uma das mais duras subidas do dia, à Quinta da Serrana.
Aí, virámos à esquerda e subimos à Azenha Nova, para nos deliciarmos seguidamente, com uma fenomenal descida, longa e algo técnica, para a zona das Quintas de Alcambar e Pedra Hera.
Num constante sobe e desce, com fenomenais paisagens sobre a Cova da Beira, chegámos a Alcongosta, para mais uma brutal subida, pelo Cabeço do Meio e Moita Redonda, até atingirmos Alto do Arrebentão e VG do Picouto.
Um rápida e longa descida, levou-nos até ao Souto da Casa, onde apanhámos o estradão para o Freixial, terra onde há poucos anos atrás se faziam uns belos passeios de btt, organizados pelo clube local.
Agora por asfalto, passámos o casal de Santa Maria e a pequena Ermida da Senhora do Mosteiro e pela Arrancada, chegámos à Aldeia do Telhado.
Saímos da aldeia pelo lagar, em plena laboração, agora com rumo ao Barrocal e Santuário da Sra da Rosa.
Já sempre em estradões bastante enlameados, também pelas obras existentes naquela região, na construção da zona de regadio da Cova da Beira, que alterou substancialmente a última imagem que ainda retinha, da última vez que por ali passei, já há alguns anos.
Pedalámos então pela zona da Costa da Galinha, Ponte Velha e Chão das Presas, até atravessarmos a Ponte sobre a Ribeira da Meimôa, nas traseiras do restaurante Belle Époque, conhecido pela ementa de leitão.
Cuzámos a estrada e seguimos para a Quinta do Cortiço, Tendeiro e Fonte do Vale, com destino a Valverde.
O final da nossa aventura de hoje, estava já à vista e com passagem pela Quinta das Nogueiras e do Padre Leal, cruzámos a via férrea, para entramos finalmente no Fundão, após 45 Kms de excelentes pedaladas, pelas encostas da Serra da Gardunha e algumas aldeias da Cova da Beira.
Chegámos à "Ramona", arrumámos as bikes e restante material e fomos a uma tasca ali bem perto e "destroçámos" uma bela bifana e "sorvemos" uma deliciosa "jola", que nos pôs de novo em forma e já a pensar noutra jornada, logo que haja disponibilidade para tal.

Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC
Clip

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Serrasqueira e Coutada

Após mais dez dias sem dar ao pedal, lá resolvi ir fazer mais uma incursão ao trilhos, na companhia do Carlos Sales.
Combinámos tomar a matinal dose de cafeína na Pastelaria a "Ministra", pelas 08h00.

Pelas 08h15, já rumávamos ao "mato" com forte ameaça de chuva, mas, mesmo assim, resolvemos seguir o plano elaborado, que consistia em ir dar umas pedaladas até à Serrasqueira e contornar a Barragem da Coutada.
Saímos pela Talagueira e Baixo da Maria e descemos para a Ribeira da Canabichosa, que cruzámos, subindo ás Benquerenças.
Divertimo-nos por ali um pouco, nalgumas trialeiras escorregadias e passámos a aldeia abandonada da Azinheira rumo à Represa.
Desta vez, não fomos à "angelica" do Ti Oliveira e continuámos em direção aos Amarelos, onde parámos para o "panike" da praxe.
Por ali nos mantivemos um pouco à conversa, pois pressa não havia, apesar da chuva, que já há algum tempo nos vinha a querer apoquentar.
Depois de passar pela Estação de Sarnadas de Rodão, atravessámos a povoação, agora em direção à Atalaia, onde apanhámos o trilho que, em adrenalínica descida, nos levou até ao Vale Salgado, onde entrámos numa antiga trialeira, já práticamente sem ciclabilidade, pois já foi em grande parte, "abraçada" pelo mato e silvas. Desta vez ainda deu para passar, mas já com alguma dificuldade.
Entrámos então na Serrasqueira por um trilho engraçado e bastante encharcado, que nos levou ao cruzamento Perais/Vila Velha, entrando seguidamente num trilho bastante curvilínio, onde pedalámos até à bonita Barragem da Coutada.
Ali parámos um pouco, para apreciar aquela bonita paisagem, apesar de hoje, um pouco acizentada, pela manhã chuvosa e baixas nuvens, mas, ainda assim, gostei de ver.
Ladeámos a barragem e seguimos um trilho que nos levou até ao limite do Monte dos Ratinhos, onde virámos para o Vale Pousadas, onde tinhamos paragem programada, no café local, para comer algo mais sólido, para enfrentar a Ladeira de S. Gens, práticamente a última dificuldade do dia, até à conclusão do nosso passeio de hoje.
Conquistada então a Ladeira de S. Gens, ladeámos os Cebolais de Baixo e entrámos no Retaxo, para fazermos depois uma pequena incursão à Serra das Olelas, numa cota mais baixa, saindo para o lado da Fonte Santa, onde cruzámos a Ribeira da Breja para o Vale da Dona.
Subimos ao Monte do Rei e pelos arrabaldes dos Maxias, passámos pela caseta, já com a cidade à vista, onde chegámos já com um bom empeno e com o fatinho molhado e mais para o lado do acastanhado, tal não era a "camada"
72 kms bem divertidos e escorregadios, ocuparam a nossa manhã aventureira de hoje e fez-me aliviar um pouco o stress dos ultimos dias.

Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC

domingo, 13 de novembro de 2011

"Uma manhã relaxante".

Na agradável companhia do Carlos Sales e, apesar da ameaça de chuva e vento fortes, fui dar uma voltinha de btt, ou melhor, ciclocross, pois hoje pedalei na minha Spec Crux.
Sem percurso integralmente definido, fomos um pouco ao sabor da "onda".
Juntámo-nos na Pastelaria "A Ministra", onde tomámos o cafézinho matinal e seguimos em direção à Piscina Praia, onde constatei que o lago está completamente vazio e, segundo o Carlos, encontra-se assim, para limpeza.
Saímos para os trilhos, a juzante da Barragem da Talagueira, onde tivemos o primeiro contato com a lama. A margem direita da barragem encontrava-se repleta de pescadores, que também eles, estavam a iniciar o seu desporto favorito.
Começou então a chover, com algumas pingas grossas. Não era lá muito animador. O Carlos vestiu o impermeável e continuámos, alheando-nos da chuva. Atravessámos a ribeira mais à frente e fomos em direcção ao Baixo da Maria.
Entrámos no pinhal, para pedalarmos num trilho engraçad0 e voltámos ao estradão, que seguimos até às Benquerenças
À saída do trilho, furei a roda da frente e lá tive que mudar a câmara de ar. Tudo bem, pois entretanto deixara de chover.
Voltámos de novo ao estradão paralelo à A23 e por ele continuámos até à Represa, onde encontrei o Geirinhas e o "Ti" Oliveira, acabando por ali "acamar" um pouco à conversa, bebericando um par de "giribitas", gentil oferta, já habitual naquele cantinho. Recordar velhos tempos de profissão, foi o tema principal da conversa, até que nos despedimos e continuámos o nosso passeio de hoje.
Com passagem pelos Amarelos, hoje sem panike, pois a padaria encontra-se fechada aos domingos, aplicámos o plano B e fomos até ás Bombas das Sarnadas beber algo e comer uma "almofada" de chocolate, em substituição do panike.
Cruzámos o IP2, pelo "canudo" (passagem inferior) e fomos até ao Vale das Quedas e Serra das Olelas, onde pedalámos por diversificados trilhos, aventurando-me com a bike de ciclocross nalgumas passagens mais técnicas e com algumas inclicações não muito aconselhadas para o prato de 36 dentes, no que toca a subir e a descer, testando o limite dos "abrandadores" (V-Brakes), que em roda 28, demoram um pouco mais a parar a dita, que com roda 26.
Tudo bem, adorei o desafio e diverti-me à brava.
Entretanto, o Carlos partiu um raio da roda traseira, mas esta, apenas sofreu um ligeiro empeno, não sendo necessario fazer nada, além de encaixar o rádio partido.
Foi uma manhã agradável e um pouco enlameada, mas a chuva, acabou por se conter, deixando-nos concluir os 50 kms de hoje e chegar a casa o mais enxutos possível.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC

sábado, 12 de novembro de 2011

"Escapadela"

Esta semana, estive de novo parado, no que toca às lides ciclisticas. Não só pelo tempo instável, mas também, por algum mau estar e falta de incentivo. Será passageiro certamente!!!
Hoje, arrastado pelo amigo José Luís, lá fui dar uma voltinha com a asfáltica. Fui ter com ele e com o Vasco aos Escalos de Cima e rumámos à Lardosa, onde tomámos café no "Tá-se Bem".

Cruzámos com a rapaziada do Continente e continuámos o nosso passeio, pela panorâmica estradinha da Barragem da Marateca, até Tinalhas, continuando por Freixial e Juncal, até ao Salgueiro do Campo, onde virámos à esquerda, rumo à cidade.
O dia augurava chuva, com algumas nuvens bastante ameaçadoras, mas a manhã, manteve-se enxuta, livrando-nos da presumível molha.

Já na cidade, onde chegámos ainda bastante cedo, parámos no Café da "Rotunda da Racha", para beber algo e dar dois dedos de conversa.

Os meus dois companheiros, regressaram à Lardosa e eu, dei por terminada a minha voltinha de hoje, com os um pouco "sacrificados" 65 kms, em alegre companhia.

Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC