sábado, 29 de setembro de 2012

"Vale de Pousadas"

Hoje, juntei-me ao Álvaro e ao Leandro e fomos ter com os irmãos Jalles, o Paulo e o Nuno, que na companhia de três amigos íam treinar para o Skyroad da Lousã.
Como hoje era para eles um dia de andamento moderado, lá os acompanhámos, pois é rapaziada de outro campeonato!
Já o grupo todo junto, oito companheiros, seguimos em direção aos Cebolais de Cima e descemos a Alfrívida.
A manhã, apesar de afastada a hipótese de chuva, brindou-nos com um vento bastante agreste, mas que até então, até ajudava. Mas sabia que tinha que voltar!
Fugindo um pouco ao itenerátio habitual, fomos desta vez por Vale de Pousadas, de onde se vislumbra uma bonita panorâmica sobre o Vale do Lucriz e Tamujais e as Serras do Penedo Gordo, Perdigão e Talhadas.
Junto à Ponte do Lucriz, o Nuno Jalles quis atalhar pelo estradão da Herdade do Cabeço d'Ega, falhando o intento por escassas três centenas de metros, na ligação à estrada que vem do Salgueiral à reta do Coxerro.
Lá voltámos atrás e entrámos na N.18 junto à Serrasqueira, descendo a Vila Velha de Rodão, com passagem pelo Coxerro.
A minha ideia inicial, assim como do Álvaro e do Leandro, era acompanhar o grupo até Nisa, mas, como ainda íam pela Vinagra, onde entrariam na M.526, fazia-se já tarde para mim, pelo que me despedi do grupo em Vila Velha de Rodão.
Fomos até à Bolaria Rodense e ali tomei o cafézinho matinal. Desta vez o único, pois os meus companheiros optaram por se refrescar com umas cocas.
Subimos ao IP2 pelo Gavião de Rodão e pela Távila e rumámos a Castelo Branco, com uma última paragem no café das bombas de Sarnadas, para bebermos algo fresco e nos refazermos um pouco do desgaste causado pela forte ventania que tiveramos que enfrentar.
Chegámos à cidade pelas 12h30, com 82 kms pedalados numa manhã um pouco inimiga para os amantes deste salutar desporto.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou ora deles.
AC

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

"Transibérico em BTT"

Na passada quarta feira, eu o Nuno Eusébio e o Luís Lourenço, fomos até Valverde del Fresno, onde fizémos a base e ponto de partida para um transibérico em btt pelos bonitos trilhos da Sierra de Gata e da Serra da Malcata.
Saímos de Castelo Branco um pouco antes das 07h00 e rumámos àquela aldeia espanhola, parando em S. Miguel d'Acha para o primeiro cafézinho da manhã.
Estacionámos a viatura na rua principal de Valverde e preparámos calmamente as bikes e restante material.
Pelas 08h20 demos início a esta fantástica manhã de btt com uma longa subida de 11 kms com início no Puerto de Perales.
Fizemos umas centenas de metros em asfalto e virámos à esquerda para um estradão pelo Monte de Vale Y Egidos que fomos conquistando kms a km.
Ao quarto ou quinto kms, o Nuno Eusébio partiu um raio da sua roda traseira, deixando-nos preocupados. Mas . . . a roda manteve-se desempenada e aguentou toda a jornada. Não haja dúvida que Mavic é Mavic e estas SL, são de fato fantásticas!!!
A paisagem logo pela manhã, era lindíssima e foi aumentando consoante íamos ganhando altitude, com a malta a parar à passagem pelo Barroco da Toiriña para apreciar aquela bela panorâmica a perder de vista.
Mas ainda havia muito para subir. Sempre absortos por todo aquele verde já a transformar-se nas cores outonais, lá chegámos aos Canchos del Picoto, onde demos entrada em Portugal e Parque Natural da Serra da Malcata.
Até Foios foi quase sempre em descida e já na aldeia, parámos no Snack Bar El Dorado para comer algo sólido. Eram 10h00!
Comemos uma bela sandocha mista de presunto e queijo caseiro. Uma delícia!
Já com o corpinho mais reposto, continuámos até à Aldeia do Bispo, onde entrámos no primeiro single track do dia . . . o do Malhão, que percorremos num bom par de kms.
Entrámos depois numa bonita floresta de pinheiros e faias completamente coberta de fetos, dando-lhe um colorido espetacular. Adorei aqueles kms até Navasfrias.
Saímos da Aldeia e encostámos ao rio, seguindo algum tempo por um bonito estradão, sempre embrenhados na floresta, num constante sobe e desce, até á bonita Puente del Vilar, que cruza o Rio Aguedo.
Em suave subida, continuámos até Mortacinos, onde voltámos a entrar num fantástico single track, quase sem fim, até às proximidades de El Payo.
Subimos depois até El Payo e fizémos nova paragem no bonito "rincón del Karacolito", onde já estivera antes com outros amigos.
Ali fomos "bienvenidos" e almoçámos um belo "bocadillo de plumas de cerdo negro". Uma delícia para o meu palato e dos meus companheiros, que também adoraram.
saímos da povoação em direção à bonita Puente del Gaz e fomos em busca do Rio Rubios, que cruzámos, para subir à zona das Minas de Navasfrias, onde pedalámos por adrenalínicos "senderos" bastante pedregosos, com passagem espetaculares em túneis. Simplesmente fantástico!!!
A partir dali, subimos bastante em pendente suave, até ao início da descida do Puerto de Perales, onde fizemos um belo par de kms pelo seu traçado curvilínio e com uma impressionante paisagem sobre Eljas, Valverde del Fresno, o imponente Jalama e o Vale de Xálima.
Descemos a Valverde por rápidos estradões e já na povoação, por estreitas e inclinadíssims ruelas, que puseram bem à prova a fiabilidade dos travões das nossas bikes.
Chegámos junto da viatura e carregámos as bikes e restante material, satisfeitos por mais este belo dia de Btt, onde durante 79 kms, fomos reis e senhores de toda aquela bonita panorâmica e trilhos fantásticos, pelas mediáticas Serras de Gata e da Malcata.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC
 
Clip de filme.
 

terça-feira, 25 de setembro de 2012

"E o Outono chegou!"

Pois é. O Outono chegou e a chuvinha está aí!
A manhã hoje apresentava-se um pouco medonha com as serras a norte revestidas de um breu de respeito.
Ainda assim, eu e o Nuno Eusébio fizémo-nos à estrada.
Inicialmente, tudo bem, com um ventinho que até ajudava a quem rumasse a norte. E nós fomos para norte durante algum tempo.
Saímos da cidade pelas 08h00 e com passagem pelos Escalos de Baixo, Escalos de Cima e S. Gens, chegámos a S. Miguel d'Acha, onde parámos na Padaria/Pastelaria, ao cruzamento para Vale de Prazeres.
Ali tomámos o cafézinho matinal e continuámos até às Àguas passando por Pedrogão de S. Pedro.
A partir daqui, tudo começou a "piar mais fino". O vento piorou, passando a rajadas nalgumas zonas.
Até ao final tivemo-lo sempre de frente ou mais de lado, criando-nos bastante dificuldade na progressão e acelerando bastante o desgaste físico.
Chegámos à Aldeia do Bispo e logo a seguir à Aldeia de João Pires, em direção a Medelim. Foi um pequeno suplício aqueles kms ondulados.
A próxima meta era Proença-a-Velha, onde chegámos, para sofrer mais um pouco com as suas ruas empedradas e onde os bidons da minha bike teimam em ficar. Tenho que os segurar para que não me abandonem.
Passámos Idanha-a-Nova e descemos à Sra da Graça, parando no Café, para beber algo e dar dois dedos de conversa.
Apesar de já irmos munidos de manguitos e camisola interior, o frio já se notava, bem auxiliado pela ventania, que continuámos a enfrentar no sobe e desce até ao Ladoeiro, nossa próxima meta.
Virámos então o azimute à cidade, onde na subida da Monheca, mais uma vez, o vento teimava em criar-nos dificuldade.
Já no alto e com algum cansaço acumulado, lá passámos de novo pelos Escalos de Baixo, para, algum tempo depois, chegarmos à cidade, com 114 kms pedalados numa manhã de Outono à antiga e, diga-se com boa verdade, um pouco farto da bicla.
Mas só hoje, pois já estou em pulgas para amanhã ir dar umas pedaladas de Btt,  num Transibérico pela Sierra de Gata e Serra da Malcata.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

"Enxames"

Hoje, juntei-me ao Nuno Eusébio pelas 07h30 e fomos dar umas pedaladas mais calmas com intenção de passar pela Mata da Rainha e Enxames.
Rumámos aos Escalos de Baixo e passámos pelos Escalos de Cima, descendo depois a S. Gens.
A manhã estava algo fresca e agradável.
Subimos a S. Miguel d'Acha e parámos na padaria para a dose matinal de cafeína, que acompanhámos com um saboroso bolinho.
Continuámos até à Aldeia de Santa Margarida e virámos o azimute à Mata da Rainha, onde desta vez não parámos.
A partir daqui a estrada começa a ficar cada vez mais deteriorada, sendo o seu pior estado à passagem pelos Enxames.
Resolvemos não entrar na aldeia, pois a ideia inicial era ali pararmos para beber algo fresco e dar uma mirada no bonito Santuário de Nossa Sra do Fastio.
Uma bonita aldeia cravada entre as Serras da Gardunha e da Canaveira.
Continuámos até ao entroncamento com a N.345 que seguimos até à N.18.
Antes, parámos na fonte antes de entrarmos na N.18 para bebermos um pouco daquela fresquinha e boa àgua serrana e atestar bidons.
Descemos a Vale Prazeres, onde efetuámos a última paragem na pastelaria local para beber algo fresco e comer algo mais sólido.
A Orca era o nosso próximo objetivo e foi até aí que pedalámos, virando seguidamente para a Lardosa, com passagem pelo Vale da Torre.
Na Lardosa virámos para os Escalos de Cima e de novo pelos Escalos de Baixo, chegámos à cidade, após 117 kms pedalados numa bonita manhã de fim de verão.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Vale do Lucriz e Tamujais"

Hoje foi dia de Btt.
O Nuno Eusébio, agora a gozar uns dias de férias, quer arranjar peito para os trilhos de Fátima.
Por isso . . . bora lá puxar um pouco pelo cabedal!!!
Juntámo-nos na Pastelaria do Montalvão pelas 08h00 e logo ali tomámos o cafézinho da manhã.
Rumámos ao Monte do Valongo para o aquecimento na zona do Monte do Fagundes, subindo depois aos Maxiais, onde tinhamos esperança de que o único café da aldeia já estivesse aberto. Às 09h00 ainda se encontrava fechado.
Por ali andámos entretidos nuns singles pelo Monte do Rei, subindo depois às Olelas, onde verificámos que os "mamarrachos" das eólicas ali "plantados", devem estar à espera do vento do norte, para entrarem em funcionamento.
Descemos ao Retaxo e fomos à vizinha Cebolais de Cima, para comer um bolinho e tomar uma bebida fresca na pastelaria
Saímos depois em direção aos Cebolais de Baixo, que ladeámos pelo cemitério, passando pelo VG do Pato e descendo seguidamente a Ladeira de S. Gens, sempre com uma ampla e bonita panorâmica de todo o vale, até ao Rio Tejo e serranias espanholas.
Contornámos Vale de Pousadas e seguimos para o Vale do Lucriz, com passagem no Monte com o mesmo nome e antiga capelinha da Sra da Graça.
Subimos depois para a encosta lado Este, da Barragem do Tamujais, com uma bonita panorâmica, vista lá do alto.
Mas esta visão ficou um pouco turvada com a subida ao Monte dos Ratinhos. Um pouco violenta em duas das suas seções, uma delas a marcar como máximo 27% no meu aparelhómetro, mas conquistada mais uma vez.
Continuámos a subir até ao VG do Mulato, virando agora o azimute à Barragem das Sarnadas, onde entrámos pela passagem do paredão. Estreitinha, mas coubémos lá.
Cruzámos a estrada e tomámos a direção do Vale do Gamão, por onde andámos entretidos a serpentear pelo eucaliptal.
Passámos pela segunda vez no Retaxo, pedalámos por umas quelhas engraçadas e fomos até aos Amarelos beber algo fresco e comer algo mais sólido, na Padaria local.
Já aconchegadinhos, mas também abrasados com o calor que se fazia sentir, saímos pelo VG do Palheirão e com passagem pela Represa, seguimos para a Azinheira, onde mais uma vez andámos entretidos por singles e quelhas pelo Monte Baixo , Benquerenças de Cima e Quinta da Lomba.
Estava já na hora de regressar e rumámos ao Valejo, onde encostámos à A23, para a cruzarmos pela passagem posterior em direção à Talagueira.
Depois de passarmos pelo lago junto à piscina-praia, deixei o Nuno em casa e pouco depois cheguei á minha, com 78 kms pedalados numa manhã bastante encalorada, mas plena de Btt.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

terça-feira, 18 de setembro de 2012

"Cidade do Fundão"

Na companhia do Nuno Eusébio, fomos hoje até á Cidade do Fundão, guardiã da bonita Cova da Beira.
Saímos da cidade pelas 07h30, debaixo de nuvens algo ameaçadoras e com previsão de aguaceiros.
Evitando o mau piso para os Escalos de Cima, passámos esta aldeia via Escalos de Baixo, como é pratica corrente de quase toda a rapaziada das "asfaltinas".
Fomos até à Lardosa, onde demos logo de caras com o Pinto Infante, sempre bem disposto e apressado. Dedo e meio de conversa e seguimos para Alpedrinha, local de lançamento para a travessia da Serra da Gardunha.
Já no Fundão, parámos na Pastelaria "Arte e Tradição" e ali ingerimos a matinal dose de cafeína.
O Nuno Eusébio, a braços com uma maleita daquelas esquisitas, optou por "dar cabo dela" através do esforço físico em vez de andar aí pelos curandeiros para lhe tirarem o "Cobrão".
Mas parece que o "gajo" abalou. Não teve pernas para subir a Gardunha e deve ter caído por ali algures. O Nuno já parece curado e sem as dores que o apoquentavam.
Em jeito de "experimentação", bora lá acabar com ele na subida ao Casal da Serra, via S. Vicente da Beira. Mas . . . o "dito cujo" parece ter "dado à sola"!!!
Saímos do Fundão e passámos  pelo Souto da Casa em direção ao Vale d'Urso, onde pretendíamos atestar os bidons na fresca água da sua fonte.
Por ali estivémos um  pouco e onde mesmo defronte, visualizei algumas das zonas, onde mais o amigo Pedro Ferrão, "penámos" pelos fantásticos trilhos daquela vertente da Serra da Gardunha na passada quarta feira.
Chegámos ao Alto da Paradanta e até S. Vicente da Beira foi um instantinho, ainda assim, com os olhos postos na bela panorâmica, que dali se avista, sobre as Serras da Gardunha, Maunça, Açor e Zimbreiro.
Em S. Vicente da Beira, parámos no café defronte dos bombeiros locais, para nos refrescarmos com uma bebida e dar dois dedos de conversa, criando coragem para  próxima subida.
Lá chegámos ao alto, numa boa e com o Nuno a mostrar que já está a ganhar forma para os trilhos de Fátima.
Descemos ao Louriçal do Campo e optámos pela estrada da Marateca até à Rotunda da Lardosa, onde voltámos de novo para os lados da Marateca, agora com passagem pelo paredão, em direção à Póvoa de Rio de Moinhos.
Como damos preferência a sitios calmos e descontraídos, continuámos até Caféde pela estradinha panorâmica, calmamente, sem stress e em conversa amena.
Chegámos a Castelo Branco com 116 kms pedalados por algumas das bonitas estradinhas cá do nosso interior.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC