sábado, 31 de agosto de 2013

Castelo de Vide . . . a Sintra do Alentejo"

Castelo de Vide
O carácter romântico da vila de Castelo de Vide, associado aos seus jardins, abundância de vegetação, clima ameno e proximidade da serra de São Mamede, tornou-a conhecida por "Sintra do Alentejo" (esta designação é atribuída ao rei D. Pedro V).
A convite do Nuno Maia, juntei-me ao Rui Salgueiro e António Leandro, na Pastelaria de Montalvão, para umas pedaladas longas até Castelo de Vide, esta semana a viver a história com o seu mercado medieval.
Saímos em direção a Vila Velha de Rodão e ao cruzamento para Cebolais de Cima encontrámos o António que se encontrava à nossa espera para nos acompanhar nesta aventura.
Passámos Sarnadas, Coxerro e em Vila Velha parámos na Bolaria Rodense para a matinal dose de cafeína, desta vez sem o pastelito de nata pois ainda não tinha saído a primeira fornalha.
O Leandro despediu-se da malta e rumou a Castelo Branco, via Alvaiade, pois tinha compromissos para o meio da manhã.
Continuámos os quatro restantes em direção a Castelo de Vide.
Em andamento moderado lá subimos a serra e descemos até ao chafariz, onde virámos à esquerda, passando pela Vinagra, Pé da Serra e Salavessa.
Algures entre a Salavessa e o Montalvão, o António num dos seus habituais picanços, partiu a corrente da sua bike e torceu o desviador e dropout, tendo que chamar a assistência para o trazer de regresso à cidade.
Com uma avaria assim, não havia nada a fazer. Nenhum de nós estava em condições de o ajudar.
O grupo ficou agora reduzido a três e depois de passarmos Póvoa e Meadas, chegámos a Castelo de Vide.
A paragem na pastelaria logo à entrada da praça principal já era desejada há algum tempo, pois os últimos kms já foram feitos a pensar naquele pastel de nata Xl com gila, que soube que nem ginjas.
Demos depois uma voltinha pelo mercado medieval, ainda adormecido aquela hora da manhã e regressámos, agora em direção a Nisa, pela estradinha panorâmica que contorna um dos braços da Barragem de Póvoa e Meadas.
Não parámos em Nisa adiando para Vila Velha de Rodão, o nosso próximo destino.
Na descida à ponte sobre o rio Tejo e já nas proximidades do fontanário ali existente, o Rui teve um furo na roda dianteira da sua bike, prontamente resolvido.
Passámos a ponte com uma miradela na sempre bonita garganta das Portas de Rodão, uma das maravilhas de Portugal e parámos nas bombas à saída da vila para nos refrescarmos com uma bebida fresca.
Tornámos a passar pelo Coxerro e Sarnadas, agora em sentido inverso e já na cidade, efetuámos a derradeira paragem, a nossa tertuliazinha no Café Chocolate, para a bebida da sossega e nos despedirmos planeando novas aventuras.
Um bonito percurso e em excelente companhia, preencheram esta alongada manhã de cicloturismo, que culminou com 154 agradáveis kms.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

"Foz do Cobrão e Montes da Senhora"

Foz do Cobrão
À margem esquerda do Ocreza aflui a ribeira do Cobrão. Foi aí que nasceu a antiga povoação que mais tarde subiu encosta acima, fixando-se num local de magníficas paisagens. A brancura das suas casas e as pinturas dos socos dá a entender a proximidade do Alto Alentejo. A crista quartzítica da serra das Sarnadas emoldura-a e abriga grifos e cegonhas-negras que, lá do alto, observam rochas com cerca de 500 milhões de anos marcadas pela ondulação e pelos fósseis de um oceano que já não é. O Rio Ocreza espelha-se a seus pés antes de galgar o açude construído há anos.
Nesta aldeia conjugam-se a paisagem natural esculpida por um Oceano antigo com a imaginação dos homens que ali impuseram a sua cultura agrícola, essencialmente feita de oliveiras em socalcos seguros por muros de xisto: ainda hoje o azeite desta região é de elevadíssima qualidade. Esta é uma terra onde ainda se revivem essas tradições antigas. Uma das mais interessantes é o garimpo do ouro nas margens do rio Ocreza e na ribeira do Cobrão. Aventure-se a descobrir uma pepita.
Hoje foi mais um dia de pedaladas asfálticas na Companhia do amigo Jorge Palma.
Saímos um pouco mais tarde que o habitual, cerca das 07h30 e combinámos ir dar uma passagem pelo bonito vale de Almourão e aldeia de Foz do Cobrão, saindo em direção aos Montes da Senhora.
Abandonámos a cidade pela variante à IP2 e com um desvio por Cebolais de Cima e Cebolais de Baixo, rumámos a Vila Velha de Rodão com passagem pelo Coxerro.
A paragem na Bolaria Rodense já é prática corrente, assim como a degustação do pastelito de nata, na parte que me toca, a acompanhar a matinal dose de cafeína.
Hoje em ritmo mais moderado e privilegiando a conversa, subimos à aldeia de Távila com passagem por Gavião de Rodão.
Passámos sob o viaduto da A23 e continuámos por Alvaiade e Sarnadinha, para entrarmos na M.545 para o Chão das Servas.
A partir desta pequena povoação que dá entrada a uma das mais bonitas secções do vale do rio Ocreza e até à aldeia de Foz do Cobrão é para mim uma maravilha pedalar naquela estradinha panorâmica com fantásticas vistas sobre o rio e foz da ribeira do Alvito.
Subindo agora um pouco chegamos ao miradouro das portas de Valmorão, agora requalificado e com umas vistas bem bonitas.
Depois de apreciarmos toda aquela bonita envolvência paisagística descemos à aldeia de Foz do Cobrão pelas suas estreitas e inclinadas ruelas até à ponte sobre o rio Ocreza, onde efetuámos nova paragem, para dar uma espreitadela mais prolongada sobre aquele agradável lugar.
Até aqui o vento foi sempre nosso inseparável companheiro de viagem, mas sem ser muito incómodo, mas logo que passámos a ponte a seguir ao cruzamento de Sobral Fernando e tomámos a direção aos Montes da Senhora, a coisa mudou de figura.
A estrada tornou-se mais ascendente e o vento começou a causar alguns desequilíbrios e a dificultar a progressão, mas lá fomos pedalando e cruzando as aldeias de Rabacinas e Chão do Galego até chegarmos aos Montes da Senhora, onde parámos no café do largo da igreja, para nos refrescarmos com uma bebida fresca e atestarmos os bidons de água no fontanário local.
O vento aumentou de intensidade quando abandonámos a aldeia e passou a soprar com algumas rajadas e, já na N.233, pedalávamos com vento frontal e bastante incomodativo.
Não foi nada agradável e o que até aqui tinha sido um agradável passeio, passou a ser mais penoso e desagradável.
Depois da Catraia Cimeira, Monte Gordo e Vale d'Água, parámos no fontanário à saída de Sarzedas para de novo atestarmos os bidons com água.
Continuámos por Cabeço do Infante, Vilares de Cima  e descemos à ponte do Rio Ocreza para enfrentarmos a última subida do dia à Taberna Seca, hoje bastante dificultada pelo vento, tornando-se mesmo um suplicio.
Chegámos à cidade após 98 kms pedalados num bonito percurso circular, mas hoje, dispensámos a tertuliazinha da praxe, pois o banhinho retemperador e um descansozinho  eram a prioridade.
Valeu a primeira parte do passeio pelo convívio e pela pedalada descontraída e, sobretudo, pela bonita envolvente paisagística.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC 

terça-feira, 27 de agosto de 2013

"Passeio por Idanha-a-Velha"

brasao_idanha_velha.jpg

Outrora cidade, hoje aldeia.
Fundada pelos romanos em finais do séc. I a.C. e elevada a município cerca de um século mais tarde, a cidade sobrevive às invasões dos povos germânicos. Com os suevos torna-se sede de bispado, estatuto que mantém com os visigodos. A este período remete uma das suas lendas mais conhecidas, a do Rei Wamba.
A invasão muçulmana, no início do século VIII e as subsequentes guerras da reconquista cristã trouxeram consigo um sério revés ao desenvolvimento da cidade.
Na companhia do Jorge Palma e do António Leandro, saímos hoje, pelas 07h, em direção a terras raianas, num percurso circular por Idanha-a-Velha.
Após passarmos os Escalos de Cima, a primeira aldeia do percurso, descemos a Monheca até ao Rio Ponsul e subimos ao Ladoeiro, onde parámos no Café Valente, para a matinal dose de cafeína.
Fomos depois até à Sra da Graça e virámos à direita para Alcafozes.
Não entrámos na povoação e na rotunda que dá acesso à aldeia tomámos o azimute a Idanha-a-Velha, uma aldeia, outrora cidade e antiga capital da Egitânia.
Seguimos para Medelim e aqui efetuámos nova paragem para nos refrescarmos com uma bebida fresca e comermos algo.
A passagem seguinte foi por Proença-a-Velha, com o seu terrível empedrado e virámos para S. Miguel d'Acha, para descermos depois a S. Gens.
Subimos aos Escalos de cima e tentámos mais uma vez passar pela estrada em manutenção e já com a primeira camada de alcatrão.
Já por lá passara duas vezes numa boa, mas desta vez e ao chegar às proximidades da quinta dos cavalos tivemos que efetuar meia volta, pois andavam a espalhar a cola para a ultima demão de alcatrão.
Voltámos aos Escalos de Cima e rumámos à cidade via Escalos de Baixo.
Entrámos na cidade pelas 12h15 com 111 kma pedalados num bonito percurso circular e bastante panorâmico.
A tertuliazinha da praxe no "Café Lusitano" não poderia faltar e após um par de minis regressámos a casa satisfeitos por mais uma agradável voltinha asfáltica.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

"Pelo coração do Alto Douro Vinhateiro"


«O Alto Douro Vinhateiro é uma zona particularmente representativa da paisagem que caracteriza a vasta Região Demarcada do Douro, a mais antiga região vitícola regulamentada do mundo. A paisagem cultural do Alto Douro combina a natureza monumental do vale do rio Douro, feito de encostas íngremes e solos pobres e acidentados, com a ação ancestral e contínua do Homem, adaptando o espaço às necessidades agrícolas de tipo mediterrâneo que a região suporta.»
O meu amigo Jorge Palma comentou comigo há algum tempo que gostaria de dar umas pedaladas pela zona do Douro, local que o encanta particularmente.
Pois bem, prometi que criaria um percurso para lá irmos dar essas pedaladas, pois também eu, sou um apaixonado pelas paisagens do Douro, e não só, da gastronomia também!!!
Delineei inicialmente um percurso, que acabei por alterar, derivado à vaga de incêndios que tem assolado a região e dediquei-me ao Alto Douro Vinhateiro.
Sabia de antemão que iria ter "dureza" acrescida, mas pedalar pelas recônditas estradinhas que serpenteiam pelas curvas de nível dos espetaculares socalcos vinhateiros entre as dezenas de quintas de produção do afamado vinho do Porto, já me estava a dar "pica".
Os meus companheiros iriam gostar de certeza!
Juntaram-se a nós, por convite, o Nuno Maia e o António Leandro, pois estava fora de questão "pelotões" alongados, por entre outras razões, a logística.
Saímos no sábado pelas 15h30 em direção a Sabrosa, onde ficámos instalados no Hotel Solar dos Canavarros, uma boa opção para quem queira dar por ali uns passeios. Bom alojamento, boas vistas, bom acolhimento, umas ótimas acomodações, além de uma ótima gastronomia!
Chegámos ao final da tarde, fizemos o check in  e fomos em busca de um local para jantar.
Escolhemos o Restaurante "o Solar", perto da unidade hoteleira onde nos tínhamos instalado e saboreámos uma suculenta "posta maronesa" acompanhada dum vinho da região, que nos pôs a energia a transbordar.
No dia seguinte, domingo, o "Dia D", levantámo-nos pelas 06h30 para pelas 07h00 degustarmos um pequeno almoço de buffet, repleto de muitas e boas iguarias.
Descemos ao Pinhão, local de início do nosso passeio e estacionámos a viatura junto à estação.
No dia anterior fôramos até ao quartel dos bombeiros daquela vila e pedimos para nos deixarem tomar banho no final do passeio nos balneários da corporação.
O chefe que ali estava de serviço, prontamente autorizou sem mais delongas. Um grande obrigado aos Bombeiros de Pinhão.
Depois das bikes preparadas demos inicio à nossa aventura percorrendo aquela terrível rua principal com um empedrado irregular que nos deixou logo bem despertos.
Cruzámos a ponte sobre o Rio Pinhão e iniciámos uma suave subida em direção aos socalcos vinhateiros.
Zona de rara beleza e de muitas quintas de produção vitícola, demos logo de caras com a primeira, a Quinta da Rosa, com uma vista esplendorosa sobre o Rio Douro e a foz do Rio Pinhão.
Continuámos em subida passando pelo Pesinho, Chanceleiros e Quinta da Poça até alcançarmos as Covas do Douro, uma pequena povoação cravada entre socalcos, onde numa apertada curva à esquerda, enfrentámos as primeiras duras rampas do percurso até às proximidades da Quinta de Nossa Senhora do Carmo.
Entrámos depois em sentido descendente e bastante curvilíneo pelas espetaculares curvas de nível ladeando socalcos, onde a disposição das videiras mais pareciam obras de arte. Um espetáculo!
Chegámos à antiga Estação de Ferrão e ladeando o Rio Douro absorvemos paisagens fantásticas passando pela Quinta da Água Alta, Quinta do Crasto e Gouvinhas.
A partir daqui, voltaram as rampas com alguma dureza até á aldeia de Guiães, onde virámos à esquerda, para continuarmos num sobe e desce constante até à Galafura, onde parámos para beber algo fresco e descansarmos um pouco.
Saímos da Galafura por uma ruela empedrada de considerável inclinação descendente e no final da rua, a pendente aumentou de tal forma que deixámos de ver o alcatrão. Até assustava!!! O Jorge Palma receoso, disse-me . . . oh Cabaço veja lá se é por aqui, pois se tivermos que voltar para trás, vai ser uma chatice!
Mas era por ali. Pendentes em sentido descendente, algumas a ultrapassar os 25% meteram respeito. O aquecimento dos calços e das superfícies de travagem das rodas, aliados à estreiteza da estradinha e comprimento dessas seções, faziam com em determinada altura a travagem fosse declinando. A adrenalina chocalhava cá dentro.
A paisagem . . .essa superava todos esses pequenos itens. Simplesmente soberbo!!!
Já no final desse tramo descendente, a chegada a Covelinhas foi bruta,l com a panorâmica vista lá do alto. Fazia cortar a respiração e a malta estava a adorar!!!
Passámos a estação de Covelinhas e enfrentámos uma dura secção empedrada para entrarmos numa estradinha panorâmica ladeando o Rio Douro até à estação de Bagaúste, junto ao paredão da barragem e eclusa, onde os barcos turísticos sobem do rio ao nível das águas da barragem. Um espetáculo que perdemos por pouco.
Seguimos depois pela Quinta de Valbom ladeando o Douro e com a linha do Tua a separar-nos do rio até à Quinta da Vacaria e estação do Corgo.
Ladeámos o Hotel Rural da Quinta do Vallado e seguimos em direção à ponte sobre o Rio Corgo, continuando pela Quinta da Campanhã para pouco depois entrarmos no Peso da Régua, pelo Juncal de Cima.
"Abancámos" no Restaurante Katekero numa bonita praceta junto à Ponte Pedonal e logo acima a ponte da via férrea e ainda mais alta, a ponte da via rápida. Bonito e aprazível local.
Bem recostados na esplanada, "abocanhámos" um par de deliciosas bifanas, acompanhadas doutras tantas "bjecas". Não me recordo de imediato de ter saboreado umas bifanas que tão bem me souberam. Eram uma delicia. Aquele local já ficou gravado para memória futura!
Cruzámos o Peso da Régua e saímos pelo Olival Basto e Salgueiral, continuando agora já quase sempre junto ao Rio Douro, pela sua margem direita e, passando Caldas de Moledo, Vila Marim, Bebereira, Rede, Vila Jusã, Freixieiro, Vale Pentieiro, Vale Moreira e Portela, chegámos à Ponte da Ermida, o local de passagem para a outra margem.
Enfrentámos seguidamente uma dura subida ao alto de Resende, com um calor abrasador e lá no alto, virámos à esquerda para Rendufe, para num sobe e desce suave rumarmos de novo à margem do rio, passando por Massora, Fonseca, Ponte S. Martinho, S. Martinho de Mouros, Vilarinho, Outeirinho e Barrô.
Já de novo junto à margem do rio, agora a esquerda, continuámos por Fraga, S. Domingos, Bernardo, Codorneiro, Lenço, Curvaceira, Samodães, Quinta Vale Abraão e Varais, para chegarmos de novo à ponte pedonal que liga as duas margens do rio, agora ao Peso da Régua, onde já estivéramos há algum tempo atrás.
Cruzámos a ponte e fomos de novo até ao aprazível cantinho onde se encontra o Restaurante Katekero, mas agora apenas para nos refrescarmos com umas bebidas frescas.
Voltámos a cruzar a ponte de volta à margem esquerda e entrámos na N.222 que ladeia o Rio Douro até à foz do Rio Távora.
Já num percurso completamente plano, íamos pedalando e apreciando aquelas bonitas vistas sempre com o rio como protagonista principal.
à passagem pela Barragem de Bagaúste voltámos a perder de novo a saída do barco da eclusa por pouco tempo.
Passada a foz do Rio Távora, passámos ainda por Bateiras, antes de chegarmos à Ponte do Pinhão que nos deu acesso à vila e final da nossa aventura.
Voltámos a guardar as bikes e fomos até ao quartel dos bombeiros para o merecido banho.
Mais uma vez a simpatia dos elementos daquela corporação veio ao decima. E mais uma vez um grande obrigado pela facilidade e simpatia com que nos ajudaram, facultando-nos um banhinho retemperador nos balneários do quartel.
Toda a malta estava satisfeita. A aventura superou as expetativas e valeu bem a pena aquela algo longa deslocação.
Mas para mim a aventura não se mede pelas distâncias, mas sim pela vivência, pelo sentido, pelo espírito, pela paixão!!!
Destaco um trecho de uma carta de Chris McCandless, personagem principal no livro "A natureza Selvagem":-
“Tanta gente vive em circunstâncias infelizes e, contudo, não toma a iniciativa de mudar sua situação porque está condicionada a uma vida de segurança, conformismo e conservadorismo… Tudo isso que parece dar paz de espírito, mas na realidade nada é mais maléfico para o espírito aventureiro do homem que um futuro seguro. A coisa mais essencial do espírito vivo de um homem é sua paixão pela aventura.”
 
Voltaremos à aventura em breve!
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC