terça-feira, 29 de março de 2016

"Voltinha de teste"

Não tenho muito o hábito de pedalar de tarde, mas hoje teve que ser.
Por indicação do meu "mecânico" fui testar uma caixinha eletrónica, para onde despejei uma série de parâmetros através de uma "catrefada" de fios e eletrodos, com intenção de aferir se o "motor" esta afinado, ou se precisa de algum ajuste pertinente.
Fui então pedalar durante duas horinhas por "terreno brando" após o almoço e cafezinho da tarde.
Abandonei a cidade pela Milhã e fui até Cafede, onde fleti à esquerda para a Póvoa de Rio de Moinhos.
Hoje sem a habitual paragem na "Flôr do Outeiro" segui para a Barragem da Marateca e Lardosa.
Cruzei a aldeia e continuei para os Escalos de Cima, onde tomei a direção dos Escalos de Baixo, já com o azimute virado à cidade, onde cheguei, após 52 kms, hoje pedalados de forma mais moderada e ajustada ao propósito que me levou ao "asfalto"
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

domingo, 27 de março de 2016

"Passeio Pascal"

Numa manhã de Domingo de Pascoa fantástica para dar umas pedaladas, fui até ao "Continente" ter com a rapaziada.
Apesar da rapaziada mais "habituê" ter feito gazeta, apareceram ainda cinco companheiros, eu incluído, para a preparação para o belo almoço de Páscoa que nos esperava, quando regressássemos a casa.
Resolvemos então ir até Malpica do Tejo, com passagem pelos Escalos de Baixo, Ladoeiro e Monforte da Beira.
Já em Malpica, fomos até à Tasca Maria Faia, onde calmamente tomámos o cafezinho matinal e demos dois dedos de conversa.
Abandonamos a aldeia e já na reta do Vale das Vacas, encontramos o Agnelo Quelhas que vinha ao nosso encontro.
Regressamos juntos à cidade, onde chegamos pelas 12h00, a hora ideal para nos juntarmos à família para o merecido almoço de Pascoa.
Contas feitas, contabilizei 77 kms, pedalados numa bela manhã e na companhia dum belo "grupeto".
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

sábado, 26 de março de 2016

"Sabado de aleluia a pedalar"

Hoje pus o nariz de fora da janela umas quantas vezes, indeciso, se iria ou não pedalar.
Nuvens fechadas e céu bastante encoberto estavam a fazer-me vacilar.
Acabei por sair de casa, em direção ao "Continente" pensando que ali não iria encontrar ninguém.
Nada mais errado, pois já ali se encontravam alguns companheiros e alguns chegaram pouco depois.
Nada mais que dez companheiros sem temor à ameaça de chuva, que até acabou por nos fazer companhia, de forma algo tímida, na última parte do passeio de hoje.
Não vou nomear os elementos que compuseram o grupo de hoje, por não recordar o nome de todos, mas de uma coisa fiquei hoje bem agradado. O comportamento de alguns companheiros, que  regularmente treinam para outros objetivos mais desportivos e de maior intensidade, que mantiveram o grupo unido e coeso, sempre bem disposto e animado. Gostei!
Saber separar o trigo do joio, além de uma virtude, faz parte da preparação de um bom atleta, que aliado a uma humildade bem doseada, é um dom essencial para a conquista do tão desejado e merecido pódio, para quem trabalha (treina) duramente  e anseia tal conquista.
As 08h30 já se tinham afastado à algum tempo, quando a malta se fez à estrada rumo a São Miguel d'Acha, com passagem pelos Escalos de Baixo e Escalos de Cima.
Ali fletimos à esquerda e descemos à ponte sobre a Ribeira do Taveiró, para seguidamente subirmos suavemente à aldeia da Orca, onde paramos no café sito no entroncamento das Zebras, para a matinal dose de cafeína.
Depois de uns bons minutos de pequena tertúlia, seguimos para a Lardosa, passando pela entrada das Zebras e Vale da Torre, continuando pela estrada da Barragem da Marateca, hoje ofuscada com a neblina que a cobria quase na totalidade, até chegarmos à Póvoa de Rio de Moinhos.
Aqui continuamos pela estradinha panorâmica que nos conduziu a Cafede, rumando depois à cidade, onde chegamos pela hora prevista, 12h00, com 78 kms percorridos, no meu caso, numa calorosa manhã de convívio e animação, apesar de nebulosa e chuvosa na parte final.
Venham mais dias destes!
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

quinta-feira, 24 de março de 2016

Alvaiade, Perdigão e Vila Velha de Rodão"

Hoje, com um pelotão mais numeroso, fomos tomar o cafézinho matinal à Bolaria Rodense, em Vila Velha de Rodão.
Abandonamos a cidade pouco depois das 08h30 e rumamos ao Perdigão, com passagem por Sarnadas de Rodão e Alvaiade.
Seguimos depois pela estradinha panorâmica que liga o Perdigão a Vila Velha de Rodão, usufruindo da bonitas paisagens sobre a Serra das Talhadas e Vilas Ruivas.
Depois da pequena tertúlia na Bolaria Rodense e já com os níveis repostos, rumamos à cidade, com passagem pelo Coxerro e Sarnadas.
Aqui voltamos a encontrar o Joaquim Cabarrão e o Salvado, que deram uma volta mais pequena e juntos seguimos até à entrada da cidade, onde nos voltamos a separar, pois o restante grupo foi pela variante à Carapalha.
Numa manhã já bem primaveril, alinharam para esta bonita volta, além de mim, o Jorge Palma, Tó Pinto, Fernando "Caraíbas", Sr. Silva, António Leandro e o João Salavessa. 
Foram 75 kms, repletos de divertidas pedaladas, na companhia deste animado grupo de amigos.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC 

terça-feira, 22 de março de 2016

"Por Soalheira, Louriçal e Tinalhas"

Com a manhã a apresentar-se convidativa, fui hoje ter com a malta do "Continente" para mais uma voltinha asfáltica.
Pouco depois das 08h30 e já na companhia do João Salavessa, Bernardino Caldeira e Paulo Neves, rumamos à Soalheira para o cafézinho matinal, com passagem por Escalos de Baixo, Escalos de Cima e Lardosa.
Com os campos já a apresentarem um bonito manto colorido, neste início de primavera, foi deveras gratificante "palmilhar" estes kms nesta bonita manhã.
Já na estradinha que liga a Marateca à Soalheira, o nosso chefe de fila foi substituido na frente do pequeno pelotão de hoje, por um pequeno atleta, que elegantemente nos conduziu algumas centenas de metros.

Já com o cafézinho tomado, seguimos para o Louriçal do Campo, que cruzamos rumo ao Sobral do Campo.
Não entramos na povoação seguindo para Tinalhas, onde fletimos à esquerda para a Póvoa de Rio de Moinhos.
Na aldeia, viramos à direita e pela bonita estradinha panorâmica, fomos até Cafede, já em direção à cidade, onde chegamos pelas 12h15, após 75 agradáveis kms, bem preenchidos e animados.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

quinta-feira, 17 de março de 2016

"Passeio classe 6"

Antes de mais . . .esclarecer o que é a classe 6!
Ora bem, a classe 6 é mais ou menos isto:
"A vantagem de ter nascido nos anos 50 é que o século XX estará sempre correndo atrás de nós, em vez de sermos nós a correr atrás dele!" . . . ou como diz Bernard Baruch . . . nunca serei velho. Para mim, a velhice começa 15 anos depois da idade em que estiver.

Por isso, malta, A classe 6 é sempre "aquela máquina" . . .aquela que não tem nada que provar, mas que tem a real consciência que ainda muito para aprender, partilhar e desfrutar. Por isso, animem-se e siga a "Marinha!!!"

.o0//0o.

Depois de quase um mês arredado do pedal, fui hoje dar uma voltinha de bike com a malta amiga, que habitualmente se reune junto à rotunda do Continente.
Pouco depois das 08h30, na agradável companhia do Tó Pinto, João Salavessa, Fernando "Caraíbas" e Bernardino Caldeira, fomos dar uma voltinha asfáltica até à aldeia do Casal das Águas de Verão, onde paramos para tomar a matinal dose de cafeína no café "O Pinta".

Abandonamos a cidade pela Milhã em direção ao Salgueiro do Campo, continuando até à ponte sobre a Ribeira do Tripeiro, onde fletimos à esquerda para o Chão da Vã.
Cruzamos a aldeia e à entrada da aldeia de Camões, cruzamos a ribeira e seguimos para Sarzedas, descendo depois para o Casal das Águas de Verão.
Depois do cafézinho tomado nesta pacata aldeia, tomámos o rumo ao Pereiro, vindo a entroncar na M.546, onde viramos à esquerda para o Cabeço do Infante.
Já com o azimute virado à cidade, passamos os Vilares, descemos ao Rio Ocreza e enfrentamos a dificuldade do dia com a subida à Taberna Seca.
Pelas 11h00 estavamos a entrar na cidade, com uns simpáticos 57 kms, bem animados e descontraídos, na boa companhia desta "rapaziada" já com alguma antiguidade, mas de espírito jovem, que bem sabe que, "na juventude se acumula o saber e na velhice se faz uso dele."
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC