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Mensagens

"Um passeio colorido"

Hoje fomos até ao Festival das Flores, um evento organizado pela junta de Freguesia da Aldeia de Santa Margarida. Na companhia do Alvaro Lourenço e do Nuno Eusébio, abandonamos a cidade pouco depois das 08h00 em direção àquela bonita aldeia beirã. Pouco depois do parque de campismo passou por nós a malta do "TGV dos Ratinhos" em direção às alturas.
"Ratinhos". Citando Milheiras Cortiço. Hoje, lembrei-me de ir a encontro dos ratinhos, trabalhadores rurais, vindos das Beiras, que demandavam a minha região na época das "assêfas" Por vezes surgiam alguns cachopos mais atrevidos que, com o intuito de os ridicularizar, diziam:
Ratinhos da Bêra Cómim o pão e deixam a farrenhêra e Ó ratinhos, rátim o pão Rátim o quêjo e o focinho do mê cão
Eles, serenos não lhes ligavam ou, a rir, respondiam-lhes
Olhem que não Comemos a farrenhêra e dêxamos o pão e Somos ratinhos, ratamos o pão e o quêjo,  E às meninas pedimos um bêjo. Nós continuamos na nossa lenga-lenga e chegados à rotunda…

"Trilhos a Oeste"

Hoje, fui "vadiar" com o amigo Juca numa animada volta de btt visitando algumas das catitas aldeias da freguesia de Sarzedas. Ainda não eram sete horas e já eu andava passeando a minha "baixota" pelas ruas do bairro das violetas, onde mora o Juca. Ele lá apareceu à hora combinada e fomos até à padaria do montalvão para o cafézinho matinal e o meu pastelinho de nata. Rumanos seguidamente ao Montalvão e pelo Monte da Barreira descemos ao Vale dos Gagos para entrarmos mais à frente na aldeia dos Maxiais. A manhã estava um pouco ventosa mas nada que nos apoquentasse e com passagem pelo Vale das Quedas cruzamos a serra das Olelas para os Poços Fundos. A aldeia dos Amarelos era o nosso próximo objetivo já com o cheiro no belo do panike de chocolate, uma especialidade da padaria daquela povoação. Mas panike de chocolate, nem vê-lo. Ainda estava na fase de cosedura, contentando-me com uma fatia de torta para manter o sabor a chocolate. Passámos a linha férrea mais à frent…

"Atalaia do Campo"

Na segunda feira fomos para sul, hoje fomos para norte.
Pelas 08h00 lá abandonámos o nosso amado burgo em busca de duas ou três horinhas descontraídas pedalando pelas estradinhas cá do nosso condado, contrariando o stress e a monotonia. O vento, mais ao jeito de vendaval, soprava forte e frontal, dificultando as habituais conversetas com o meu companheiro de pedal. Enquanto seguia na sua roda de vez em quando e ia espreitando a paisagem que nos rodeava, num dos meus flashes de memória, dei comigo a pensar numa das célebres frases de Antoine Rivarol, que terá ficado guardada num qualquer cantinho da minha já fragilizada memória, vá-se lá a saber porquê, com a seguinte citação:- "Circula no mundo uma inveja velocí­pede que vive de intriguinhas: chama-se maledicência. Diz estouvadamente o mal de que não tem certeza, e oculta o bem de que tem evidência." A velhice tem lá "porras"  . . . lembramo-nos de cada uma!!! Posto isto, já tinhamos passado Caféde e estávamos já…

"Volta do pastel"

Não tenho por hábito pedalar às segundas feiras, mas depois de ter recebido um convite do Jorge Palma para uma voltinha descontraída, senti-me tentado e fomos pedalar. Resolvemos ir até à Bolaria Rodense, em Vila Relha de Rodão para o cafezinho da manhã e respetivo pastelzinho de nata. saímos pelas 08h00 via Sarnadas e Perdigão e descemos àquela vila por Tavila e Gavião.
Cumprimos aquilo a que nos propusemos e calmamente degustamos os bolinhos enquanto bebericávamos os cafézinhos. Entretanto chegou também àquele local de pecado, pois ali se pratica o pecado da gula, o João Valente também ele a desfrutar da sua voltinha de bicicleta asfáltica. Fez-nos companhia durante o restante tempo que por ali estivemos, em conversa amena, partido depois cada um para o seu lado, o João para outras paragens e nós já de regresso à cidade via Coxerro e Sarnadas, onde fechamos o circuito. Pelas 11h00 já estávamos na cidade e a Catedral do Pão foi o local escolhido para mais dois dedos de conversa e um…