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"Revisitar Camões"

Numa manhã amena de Outono, nove companheiros do pedal abandonaram o "Vale dos Lençóis" para pegarem nas suas bikes e se juntarem na Pires Marques para mais uma voltinha domingueira.
AC, Filipe, Jorge Palma, Fidalgo, Marcelo, Nuno Dias, João Afonso, Nuno Maia e Manuel Salvado, foram os protagonistas deste bonito passeio.
Hoje resolvemos ir revisitar a pequena e pacata Aldeia de Camões lá para a margem direita do Tripeiro.
Saímos hoje um pouco mais tarde, pois ainda esperámos algum tempo pelo Agnelo, que apesar da vontade de pedalar, acabou por fazer gazeta.
Lá abalámos em direcção ao Palvarinho, com passagem na Tapada das Figueiras rumando ao Santuário de Nossa Senhora de Valverde, onde parámos para o Salvado remendar um furo e tirar a foto de grupo.
A malta hoje era animada e divertida, não estivessem presentes os "néos emplastros dos pódiuns" nas provas cá do burgo.
Dalí seguimos por trilhos que nos levaram pelo Vales da Garzinda e Escudeiro até às proximidades das Bombas de Combustível do Palvarinho.
E para entrar naquela povoação, nada melhor que a famosa trialeira que nos foi dada a conhecer pelo amigo Roberto e que é um mimo.
Alí tomámos o cafézinho matinal e voltámos aos trilhos, desta vez em direcção à bela Praia Fluvial do Muro, a necessitar de alguma atenção por parte das entidades competentes, pois é um oásis no meio de nenhures.
Quando ali passámos notámos a diferença de vezes anteriores pela música punk em altos berros, desvios no caminho principal e lixo a enfeitar. Será que por alí vai haver algum "Mini Boom???"
Após atravessar a Ribeira do Tripeiro subimos à Serrasqueira que contornámos, continuando a nossa pedalada lá para os lados das Alagoas, descendo seguidamente para a Ribeira da Goula que cruzámos para entrar finalmente na pacata Aldeia de Camões, onde é agora notória a reconstrução de algumas casas típicas, sinal de que aquele lugar vai de novo voltar a ter vida.
Saímos da aldeia por uma arfante subida em direcção ao Chão da Vã, onde chegámos por uma rápida descida e ali fizemos a segunda paragem para reabastecimento e beber uma bebida refrescante.
Abandonámos a aldeia pelas poldras do Tripeiro e seguimos em direcção ao Salgueiro, com nova paragem para o Salvado reparar o segundo furo (Óh Salvado já ouviste falar das potencialidades da nhanha, aquele composto esquisito que parece m. .da, mas que tem cheiro diferente!!!
Descemos então para a Ponte de Ferro após passarmos a capela de S. Lourenço e depois foi a terrível subida que contorna o Rouxinol, virando seguidamente à direita para o Cabeço da Barreira.
Entrámos na Cidade pela Cova do Gato pouco depois das 13h com 59 kms percorridos em ritmo moderado e em excelente companhia.

Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos
AC

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