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Rosmaninhal"

Hoje, na companhia do Silvério e do Pedro Barroca, fomos fazer uma visita à outrora fervilhante Aldeia de Rosmaninhal.

Montados nas nossas "anoréticas" rumámos ao Rio Ponsul, com uma breve mirada á sua bonita e abandonada Ponte Medieval e seguimos em direcção a Monforte da Beira.



O "Joaquim Padeiro" não teve desta vez a nossa visita, pois estava estipulado tomarmos o café no Rosmaninhal, o que pôs o Silvério a resmungar, pelo seu "abatando", alegando que sem ele, as pernas "empancam!!!"

Depois da Deveza de Monforte, virámos à direita para a panorâmica estrada, que nos conduz até à Aldeia de Cegonhas.


A paisagem é envolvente e enriquecida pelas cores e cheiros primaveris.

A descida para o Rio Aravil é rápida e com uma paisagem fantástica. Já a subida às Cegonhas, é, na sua parte inicial, nomeadamente os primeiros 300 metros, desgastante com pendentes entre os 13% e os 15%, suavizando depois até á aldeia.



Virámos agora em direcção ao Rosmaninhal com passagem pelo Couto dos Correias, onde se chega em acentuada subida, seguindo depois em constante sobe e desce até ao Rosmaninhal, onde parámos para a dose de cafeína habitual.

No Rosmaninhal era dia de festa em homenagem a S. Roque, cuja capela se encontra situada á entrada da aldeia, no nosso caso, à saída.


Ladoeiro era a nossa próxima passagem. Até lá o terreno aplanou-se mais um pouco e o andamento foi mais vivo.

Esta situação manteve-se até à Ponte sobre o Rio Ocreza, onde a subida da Monheca nos fez acalmar um pouco.


Passado os Escalos de Baixo, 13 kms nos separavam da cidade, onde chegámos pelas 12h30.

A paragem habitual para hidatação não poderia faltar e assim, lá nos recostámos um pouco na esplanada do café da Rotunda da Racha, para a bjecazinha da ordem e dois dedos de conversa, após 101 interessantes kms.


Quinta Feira, se o tempo o permitir há mais.

Fiquem bem.

Vêmo-nos nos trilhos

. . . ou fora deles.

AC

Comentários

Anónimo disse…
Sem "abatanado" as pernas empacam? Sim. Porquê? Porque os neurónios adormecem e sem a ordem certa recusam-se a trabalhar.
Vou aproveitar para fazer uma pequenina correcção. O café da rotunda da Racha também tem água das pedras, com sabor a limão e chá VERDE e tudo.
Agora sobre a parte importante, a pequena volta de hoje. Só uma palavra, EXCELENTE.
Um abraço
Silvério
AC disse…
Amigo Silvério.
Já que estamos numa de correções, gostaria de acrscentar o seguinte:-
"há pessoas que selecionam as suas bebidas pelo sabor e não pela CÔR CLUBISTICA!!!".
Abraço
AC
Anónimo disse…
Boa tarde

Estou a ver que tenho de arranjar uma fininha para dar umas curvas.

O amigo AC deixa água na boca por relatar as voltas mais limpas dos ciclistas.
Deve ser melhor para as rapidinhas e sempre se poupa a porquita....

abc´s, e até à gata
Anónimo disse…
A ponte da Monheca é sobre o rio Ponsul.
AC disse…
Vou abrir uma excepção só para agradecer ao "ANÓNIMO" a correção sobre o rio que passa na Monheca, neste caso o Rio Ponsul.
De futuro não publicarei mais nenhum comentário de anónimos.
Neste blog, é tudo "ás claras".
Não fico melindrado com correcções, pelo contrário, até fico agradecido. Mais uma vez Bem Haja. Pena não saber a quem estou a agradecer!!!
Edgar Magro disse…
Grande volta.
Sou das Cegonhas. Gostava de a fazer um dia, mas não há pernas para tanto.
É bom saber que ainda há quem passe por estas paisagens que são fantásticas.
Cumpts,

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