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"Chão da Vã e Camões"

Hoje, na companhia dos amigos Silvério e Pedro Barroca, fomos dar uma voltinha para os lados da Ribeira do Tripeiro, nomeadamente às Aldeias de Chão da Vã e Camões.


O Pedro, como tinha compromissos e tinha que estar mais cedo na cidade, acompanhou-nos apenas até ao Palvarinho e regressou sózinho, conforme préviamente combinado.


Saímos pouco depois das 08h e pela Tapada das Figueiras, rumámos ao Palvarinho, com passagem ao VG da Tega e Lameira do Velho, entrando depois na zona das hortas dos Vales Mindinho, da Garzinda e Escudeiro, onde nos divertimos numas veredas e trilhos engraçados, até cruzarmos a estrada, entrando depois no Palvarinho pelo eu famoso single, lançado à ribalta pelo Roberto Nabais. (por onde andará esse companheiro?)


Ali tomámos o cafézinho matinal no "Fontenário" e despedimo-nos do Pedro, que regressou à cidade pela Ponte de Ferro.


Eu e o Silvério, continuámos o nosso passeio, nas calmas e em conversa animada, passando ao Casal da Bica em direcção a Salgueiro do Campo.


Saímos pelo Vale Cimeiro e cruzámos o Rio Tripeiro, pelas poldras, entrando na Aldeia de Chão da Vã.


Sempre em pedalada descontraída, e em trilhos diversificados, chegámos à pitoresca Aldeia de Camões.


Cruzámos a ribeira para as Alagoas e Rapesão e, pelo pinhal, descemos à Regadia Velha, onde cruzámos a Ribeira que nos deu acesso à Aldeia da Serrasqueira.


Até à Praia Fluvial do Muro, quase não foi necessário pedalar, pois foi sempre em sentido descendente e em largo estradão.


Ali nos entretivemos um pouco, naquele bonito recanto, nesta época do ano, enriquecido com o caudal do rio, ainda a receber àguas das ribeiras circundantes.


Subimos depois ao Palvarinho, numa segunda passagem, onde chegámos pela Tapada, saindo pela Azinheira e S. Lourenço, junto à sua capela, onde virámos à esquerda, para afrontarmos a descida á Ponte de Ferro, na Azenha do Santo.


A subida ao Penedo Gordo, foi desta vez mais complicada, pelo menos até ao Monte da Arieira, pelo muito mau estado do piso, devido às chuvadas invernais.


Pelo Rouxinol, chegámos ao estradão que nos levou ao Monte da Barreira, agora em direcção à Cova do Gato, por onde entrámos na cidade, pelas 13h15 com 61 kms pedalados numa bonita manhã solarenga e convidativa à prática desta salutar modalidade.



Fiquem bem.

Vêmo-nos nos trilhos

. . . ou fora deles.

AC

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