quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

"Os bons momentos, não se esquecem!!!"

Um pequeno excerto, do que foi a minha última aventura, na espectacular "Sierra de Gata".
A adrenalínica subida ao "Castillo de Trevejo"!!!




Soberba subida ao Castelo de Trevejo from actrilhos on Vimeo.

Fiquem bem.

Vêmo-nos nos trilhos

. . .ou fora deles.

AC

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

"Convívio de Fim de Ano do Pinto Infante"

Mais uma vez, o amigo Pinto Infante, juntou umas dezenas de amigos num convívio de fim de ano para a rapaziada pedalante.
Sendo eu um dos previlegiados, desde o primeiro ano, não poderia de qualquer forma, faltar a este convívio. Tanto mais, que é uma das manifestações onde se junta a família betêtista, sobre a batuta do Pinto Infante. Um amigo e companheiro do pedal, que gosta de explorar e partilhar com os amigos, as suas descobertas e vivências, das suas investidas no campo, com a sua inseparável "Spec", sempre em busca de novos trilhos e passagens singulares, que religiosamente guarda no seu baú, como carinhosamente gosta de lhe chamar, para mais tarde partilhar com os amigos.!!!
Assim, o nosso amigo Pinto . . . O Infante, mais uma vez nos supreendeu com uma mão cheia de belos trilhos, single tracks e passagens peculiares.
Conseguiu juntar neste convívio cerca de 60 amigos, que com ele pedalaram e se divertiram durante os cerca de 50 kms do percurso, com passagem nas povoações de Vale da Torre, Zebras e S. Miguel D'Acha, onde não faltou a surpresa do costume. Desta vez, uns enchidos grelhados, com uns belos queijinhos e a inseparável "pinguinha" a acompanhar. Para colmatar este "singelo" abastecimento, o Bolo Rei, veio dar uma achega a esta data festiva.
Regressados à Lardosa e após o banhinho retemperador, a rapaziada juntou-se á mesa, para degustar o almoço, que este ano substituiu o bacalhau, por uns bifinhos "avec" champinhons, dito à moda do Pinto Infante.
A malta presente, conviveu e confraternizou. Beberam-se uns "canecos", contaram-se umas "historietas" e acimentaram-se amizades, ficando no ar novas promessas.
Obrigado amigo Pinto Infante, por me manteres na tua lista de amigos e que, durante muitos anos, possamos continuar a desfrutar deste nosso saudável hobi, que é o Btt.
Este ano, dei descanso à digital, daí, este texto não estar "ornamentado" com as habituais fotos, optando por um pequeno filme.
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Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos
. . .ou fora deles.
AC

Filme

sábado, 25 de dezembro de 2010

"Singles com bike de ciclocross"

Para "saborear", enquanto nos entulhamos com iguarias!!!



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Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilho
.. .ou fora deles.
AC

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

"Fã do Carbono"

Não há margem para dúvida! Sou mesmo fã do carbono!!!
A juntar às minhas bikes carbónicas, adquiri . . . à laia de prenda de natal . . . esta estupenda peça em carbono de alta qualidade.

- Peso pluma.
- Aguenta traseiros até . . . 300kg.
- Grande poder de torsão.
- Absorve todas as vibrações . . . mesmo as de descargas mais violentas!
- Em caso de descuído. Numa ou outra situação mais apertada . . . basta um paninho húmido e fica de novo brilhante.
- E sobretudo . . . aguenta com o nosso peso, quando necessitamos mudar a lâmpada do WC.

Fenomenal, não é!!!
(Brincadeira . . .apenas para descontraír!!!)

.Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos
. . .ou fora deles.
AC

sábado, 18 de dezembro de 2010

"Vale de Prande"

Hoje, eu, o Silvério e o Nuno Eusébio, trocámos as asfálticas pelas "off road" e fomos fazer uns quilómetrozitos até que chegasse a hora de almoço. Acontece que tinhamos planeado um almoço em conjunto com as nossas "Marias" e descendentes, no Zé do Pinguim. E assim vamos conseguindo uns créditozitos e autorização para fazermos umas "maluquices" de quando em vez.
Pouco depois das 08h, saímos da cidade pelo Pinheiro Manso e Atacanha, rumo a Alcains.
Passado o Rio Ocreza, nas passadouras da Rabaça, rumámos à Povoa de Rio e Moinhos e subimos a Tinalhas, pela Mingrocha.
Alí tomámos a matinal dose de cafeína, no café junto à igreja.
Quando estávamos para sair, juntou-se a nós o Armando, que nos fez companhia, na nossa incursão ao Vale de Prande, que rodeámos e pelas Quintas de Valverde, onde nos abandonou, para rumar de novo a Tinalhas, onde iria ter com um amigo.
Voltámos à cidade, com entrada pela Tapada das Figueiras e Parque de Campismo e, pouco depois das 12h já estávamos práticamente em casa, com 54 kms percorridos em trilhos pouco complicados e agradáveis, nesta altura do ano.
Tomámos o banhinho retemperador e vestindo o fatinho para exteriores, lá fomos com a família confraternizar, numa tarde amena e de alegre tertúlia.
Tudo vai bem encaminhado para um bom par de aventuras no próximo 2011.
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Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos
. . .ou fora deles.
AC

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

"Uma manhã quebra gelo"

Tinha combinado com o Carlos Sales e o Marco irmos hoje dar umas pedaladas descontraídas e pouco agrestes.
Desta vez fui ter com o Carlos e com o Marco à Carapalha e daí, tivemos que regressar à minha garagem para trocar de bike.
A cassete embirrou que não queria andar com uma corrente nova e eu castiguei-a. Ficou na garagem e troquei-a pela irmã FS.
Acabámos por saír da cidade pelas 09h15 e fomos então dar a nossa voltinha de hoje.
Estava um frio de rachar, na ordem do grau negativo. As pontas dos dedos, dos pés e das mãos, mal se sentiam.
Rumámos a Alcains, com passagem na Atacanha.
Os caminhos, algo enlameados, eram autênticas placas de gelo.
Cruzámos o Rio Ocreza nas passadouras da Rabaça e rápidamente chegámos a Caféde, onde a D. Júlia tinha a lareira acesa e, mal entrámos no café, foi uma corridinha para o quentinho.
Desta vez, trocámos a matinal dose de cafeína, por um chá quentinho. E que bem soube!!!
Custou a arrancar, mas lá teve que ser. Pedalámos um pouco por asfalto, até ao sítio da Ponte Pedrinha e virámos à esquerda para a Quinta da Pacheca, continuando até á Póvoa de Rio de Moinhos.
Virámos então o azimute à zona da Mingrocha e Tagarral e depois da Tapada da Queijeira, entrámos em Tinalhas.
Desta vez, percorremos um pouco algumas das bonitas ruas da povoação seguindo depois em direcção à Quinta de S. José e Capela de Santa Isabel.
Era ainda minha intenção, descer até ao Vale de Prande, mas derivado à hora, tivemos que regressar, pois o Marco tinha que estar na cidade pelas 13h.
Virámos então à esquerda, para os lados da Quinta do Freixial e Nabo Redondo, onde tirámos uma foto de grupo.
Ziguezagueámos um pouco na zona, pelo Vale do Nuno e Quinta de Valverde, até chegarmos de novo ao asfalto, que seguimos até à Tapada das Figueiras.
O frio foi-se dissipando com o acumular das horas e os kms ficaram-se pelos 53. Bem pedalados e em amena cavaqueira, onde o passatempo de hoje, foi um constante quebrar de gelo durante todo o percurso.
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Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos
. . .ou fora deles.
AC

domingo, 12 de dezembro de 2010

"XXI Troia - Sagres, o empeno do ano"

Mais um ano a chegar ao final e a minha 4ª. participação na mítica ligação Tróia - Sagres.
Tudo bem, não fosse o facto de ter sido uma participação bastante atípica e bastante incomum, relativamente à minha forma de preparar este tipo de eventos.
Sabia que teria que ter cuidado com a alimentação, mas mesmo assim, não resisti a uma valente jantarada de uma espécie de caldeirada com enguias fritas. Quem poderia resistir a tal petisco??
No final e pela simpatia da responsável pelo estabelecimento, também não me abstive de saborear umas quantas iguarias, próprias da região e produto da casa.
Deitei-me pois, com a barriguinha cheia, que nem um abade. Só que, no dia seguinte teria que participar num evento de cerca de 200 kms de bike e não num roteiro gastronómico.
Não consegui conciliar o sono e de manhã, ao preparar a bike e o material, verifiquei que o capacete e a banda cardíaca tinham ficado em Castelo Branco. Fiquei meio arreliado!!!
Eu, que não consigo saír de casa sem tomar o pequeno almoço, desta vez não o consegui tomar.
Não havia apetite. Tudo bem, pararia durante o percurso e tomaria o pequeno almoço, planeei!!!
Nada mais errado. parti da rotunda de Troia, pelas 08h10, rumo a Sagres.
Comecei por ingerir uma barra energética, que me custou a engolir.
Alguns kms depois. comecei a sentir uma ligeira indisposição, mas nada que me impedisse de pedalar, só que não conseguia comer naquele momento.
Aos 60/70 kms, os estômago doía-me e pedalar já era com algum sacrifício. Uns momentos melhores, outros piores, mas, quando tentava meter algo no estômago, este não aguentava. Atribuí a culpa às enguias. mas não eram elas as culpadas. Era eu próprio.
Até S. Teotónio, ainda consegui um bom andamento, mas a partir daí, comecei a arrastar-me e de vez em quando, lá parava para tentar comer algo. Parava junto à minha viatura e lá conseguia dar um par de dentadas numa sandes e beber um pouco de sumo.
Como se isso não bastasse, tive ainda que me debater com o vento que soprava de leste, na ordem dos 39/40 kms/h, segundo a meteorologia.
Algures entre S. Teotónio e Odeceixe, vi passar por mim o Joaquim Cabarrão, quando estava a tentar mordiscar meia sandes.
Vi-o pouco depois, quando também se abastecia e, alguns kms mais á frente quando passou por mim inserido num numeroso grupo.
Subir Odeceixe, mais me pareceu a subida á Torre em versão curta. No alto pensei em desistir.
Não o fiz, porque a minha viatura de apoio não estava por alí. Ou porque a teimosia, o espírito de sacrifício, ou a "tarimba" de cerca de 30 anos a dar ao pedal, o impediram. Sei lá!!!
Fiz ainda mais três pequenas paragens para mordiscar na sandes. Consegui beber um compal de pêra e continuei.
Nunca me custou tanto pedalar. Não conseguia acompanhar ninguém. Nem os mais lentos.
E assim sofri durante cerca de 100 kms, até que a partir da Carrapateira, a cerca de 50 kms do final, comecei a arrebitar e terminei já um pouco mais bem disposto.
No final, a minha participação este ano, que decidira ser a última, talvez a não seja. Não quero que a minha última participação no Troia - Sagres, seja uma má recordação.
Soube depois que toda a rapaziada de Castelo Branco, conseguira os seus objectivos, pelo que desde aqui, lhes endereço os meus parabéns. Para o ano lá estaremos de novo, certamente!!!
À laia de finalização, acabei por concluir os 202 kms do percurso em 7h e 32 m.
Ser lamechas, não é muito o meu estilio. Mas esta é a minha história do Troia - Sagres 2010.
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Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos
. . .ou fora deles.
AC

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

"Downhill"

No início dos anos 90, o Downhill era assim!!!
. . . autênticos "kamikazes"!!!





Fiquem bem.
Vêmo-os nos trilhos
. . .ou fora deles.
AC

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

"Bicicaravana"

Férias em 2011 . . . vai ser assim!!!



Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC

sábado, 4 de dezembro de 2010

"manhã inesquecível"

Falhada a quarta feira passada, por motivo que não quero recordar, ainda assim com uma pequena incursão na neve.

Entretanto, o meu amigo Silvério, passado o susto, resolveu voltar à Gardunha . . . e o S. Pedro ajudou . . . com um dia ainda mais agradável que o do passado feriado.

Manhã fria e solarenga, foi com o que deparámos, quando saímos de Castelo Branco, cerca das 08h, em direcção às Bombas de Combustível da Soalheira.

Estacionámos a viatura e fomos aquecer o corpinho com uma "malguinha" de café, no meu caso, pois o Silvério é quase sempre com a malga da sopa.

Já aconchegados e bem dispostos, preparámos calmamente as bikes e restante material rumando seguidamente à Serra.

Hoje, os restantes companheiros ficaram presos às oliveiras, "dedilhando" azeitonas para o panal. E nós a gozar á brava . . . isto é que é qualidade de vida!!!

Aplicando um pouco de bom senso, preparámos um percurso sem subidas, nem descidas acentuadas, para que a diversão não se transformasse numa grande trabalheira.

Assim, saímos das Bombas em direcção a S. Fiel, onde demos início à subida para a primeira Casa da Floresta.

A neve começou a aparecer nas proximidades do Alto da Cruz e, junto a Casa Florestal, já cobria todo o estradão.

Passámos o parque de merendas e continuámos a subir para o marco Geodésico da Baldeira, onde a neve era já um extenso manto branco. Puro divertimento. Eu e o Silvério, mais pareciamos duas crianças encantadas numa casa de binquedos.

Paisagens lindíssimas e a natureza no seu melhor!!! Uma manhã para mais tarde recordar.
A ligação da Baldeira á segunda Casa Florestal, foi divertidíssima, pedalando quase sempre aos "esses" numa expessa camada de neve, nalgumas zonas com uns bons 20 cm de expessura.

Da Casa Florestal, descemos ao vale e daí, apanhámos a descida que passa na Andorinha, entrando depois em Castelo Novo, pelas Devesas.

Paragem obrigatória no Restaurante "O Lagarto" para mais uma bebida quentinha. Apreciámos um pouco o ambiente acolhedor e após dois dedos de conversa, lá rumámos à Soalheira pelo Pomar do Escalado, virando depois á direita para a Ponte da Ratinha, em direcção ao estradão que nos levou de novo ao ponto de partida.

Arrumadas as bikes, voltámos a casa, após uma manhã bem divertida e inesquecível, na companhia do amigo Silvério, já refeito do susto de quarta feira.
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Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos
. . .ou fora deles.
AC
Filme

Untitled from actrilhos on Vimeo.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

"Bons momentos de Btt"

Como disse um amigo, meu após o explêndido dia de Btt na Sierra de Gata . . . ainda tenho o esqueleto a chocalhar . . . é essa a sensação que sinto, ao recordar estes poucos minutos da descida do Teso de la Nave a Eljas.

Sierra de Gata - "Descida do Teso de la Nave a Eljas" from actrilhos on Vimeo.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

"Há dias em que não se pode sair de casa"

Numa manhã não tão fria como as anteriores, apesar da previsão de chuva, saímos hoje a dar uma voltinha de btt.

Eu, o Silvério, o Carlos Sales e o Nuno Eusébio, tinhamos já planeado ir fazer um bonito circuito na Serra da Gardunha, em busca de alguns vestígios da neve que nestes dois dias anteriores assolaram aquela região.

Saímos pelas 08h em direcção à Soalheira, onde parámos nas bombas de combustível, para tomarmos o cafézinho matinal.

Preparámos as bikes e restante material e demos início à nossa aventura.
Até aqui tudo bem. A motivação estava em alta, o grupo animado e o percurso escolhido, prometia umas boas pedaladas pelo coração da Gardunha.

Logo nos kms iniciais e a meio do percurso, até à casa do guarda, o Carlos começou a sentir algumas dificuldades, pois tem andado com alguns problemas físicos e medicado, pelo que, numa atitude responsável, optou por regressar calmamente a casa, por asfalto.

Com muita pena nossa, pois é um companheiro excepcional, resolvemos continuar a nossa pequena odisseia de hoje.

Seguimos depois para o Casal da Serra, onde nos despedimos do Carlos e subimos pelo trilho da Barragem do Penedo Redondo até junto às eólicas que dão caras ao Casal da Serra e Paradanta.
Aí, a neve já causava algum divertimento, pois já se encontravam algumas extensões e os trilhos já se encontravam mais nevados.

E foi na descida que nos levaria até ao Lugar de Álvaro, que o Silvério teve uma queda aparatosa.
Por precaução, resolvemos retroceder, pois a partir daquela povoação, iríamos pedalar pela zona mais bela do percurso e também a mais exigente.

Não valia a pena arriscar e os trilhos lá ficarão à nossa espera. É dado adquirido, que um dia destes vamos completá-lo. Por ora, apenas interessava o estado físico do amigo Silvério.

Regressámos de novo ao Casal da Serra e daí até às viaturas, por asfalto.

Apesar dos contratempos e do susto, ficaram na retina as belíssimas paisagens de que ainda tivemos hipótese de registar.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos
.. .ou fora deles.
AC

terça-feira, 30 de novembro de 2010

"Btt na Gardunha"

Amanhã, na companhia do meu amigo Silvério, vamos dar umas pedaladas na Serra da Gardunha, tentando efectuar um percurso circular de 42 kms, na esperança de algum divertimento na neve, caso esta se aguente até amanhã.

Quem nos quizer fazer companhia, basta comparecer pelas 08h30, nas bombas de combustível da Soalheira, onde tomaremos o cafézinho matinal e daremos início a esta aventura.
Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos
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AC

domingo, 28 de novembro de 2010

"Circular Tinalhas"

Domingo frio e solarengo.
Bem agasalhados, eu e o Silvério fomos hoje dar uma voltinha de btt, calma, descontraída e um pouco mais plana do que as anteriores. Estamos em final de ano e como tal, há que acalmar um pouco.
Teria já abrandado mais, se não fosse ainda a participação no Tróia-Sagres. Quiçá a última, pois com a deste ano já é a quarta. Não quero que uma bonita aventura se venha a transformar em "doença", pois acabaria por ser, cada vez mais do mesmo.
Gosto de variar e certamente encontrarei outra alternativa.
Depois de pensar um pouco, lá desencantei um percurso que nos levou por diversificados trilhos e cujo objectivo era circular Tinalhas.
Saímos pelo Pinheiro Manso e Tapada das Figueiras, onde entrámos no asfalto, até ao desvio para as Quintas de Valverde.
Passámos o Penedo do Corvo e subimos as "Três Toneladas", uma subida assim chamada pela malta da pesada. Aquela que por ali arfava com umas bikes mais convencionais, vai para uma vintena de anos. Outros tempos, outra rapaziada. Parece que ainda por ai andam, uns dois ou três, mas já não alinham muito neste "frenesim" mais actual.
Das Quintas de Valverde, rumámos à Queijeira do Bom Pastor, local onde já não pasava há uns tempinhos e por ali nos entretivemos um pouco a apreciar aquela arquitectura mais antiga, contrastando-a com os tempos modernos.
Saímos junto ao Santuário de Nªa Sra da Encarnação e descemos para o Vale de Ar, onde pedalámos até ao Cruzamento para o Ninho do Açor, virando um pouco mais à frente, para as Barrentas e, entre muros, circulámos por alguns estradões no Vale do Covido, até que resolvemos ir a Tinalhas, tomar a dose matinal de cafeína. (XXL para o Silvério, vulgo, abatanado)
Voltámos depois aos trilhos, acabando por entrar em asfalto, junto à Tapada da Queijeira, seguindo por este até à ponte da Póvoa de Rio de Moinhos.
Não chegámos a entrar na povoação e virando à direita, ziguezagueámos nuns trilhos catitas pela Folha Baixa, rumando seguidamente à Tendeira e Quinta da Pacheca.
Contornando Caféde, passámos pelo Lameiro de Caria e cruzámos o Rio Ocreza nas passadouras da Rabaça.
Entrámos pouco depois em Alcains e após Santa Apolónia, seguimos por asfalto até à Quinta da Atacanha.
Como ainda era cedo, o Silvério quiz ir dar uma vista de olhos num terreno, ali ao Lirião e a conversa, voltou-se para a vinha e para o vinho, drenagem de terrenos, etc.
E já agora, porque não dar uma espretadela ali na quintarola do amigo Zé e ver se ele lá está.
Dito e feito, lá fomos e ele lá estava!
Um par de palavras e já estávamos na cozinha, junto à lareira a beber do belo tinto, que o Zé faz com mestria . . . e que pinga.
Umas rodelinhas de belo chouriço, umas fatiazinhas de queijo de ovelha e umas azeitoninhas "Cordevile" retalhadas e "peneiradas" com sal grosso", foram o cenário para mais esta "tertuliazinha" na Quinta do Zé, que acompanhámos com dois parzinhos de tintos jorrados da bolha, ou seriam três? Bem, já não me lembro muito bem . . . mas isso agora, não interessa nada!!
Feitas as despedidas, pois do cedo, passou a tarde, lá resolvemos rumar a casa.
Bem, o Silvério, querendo atalhar o caminho, acabou por escolher o mais longo e eu, a tentar seguí-lo, com alguma dificuldade. Ao mesmo tempo pensava . . . mas afinal o que se passa aqui!! Porque não consigo acompanhá-lo e o raio da bike não estabiliza. Isto não pode ser da pinga, catrino!!!
E para alívio meu, de facto não era. Tinha furado na roda traseira e nem dera conta!!!
Umas bombadas . . . problema resolvido. Já com a bike estabilizada, (afinal não era eu!!) depressa chegámos a casa, ainda assim, com 63 kms bem pedalados, uma manhã cheia de bons momentos.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC