Agora que a idade já vai pesando e os bons cicloturistas já vão escasseando (agora já tudo é ciclista), talvez comece a pensar nesta outra vertente . . . quem sabe!!!
"O que é bonito neste mundo, e anima, é ver que na vindima de cada sonho fica a cepa a sonhar outra aventura."
(Miguel Torga)
Com a excelente companhia dos amigos Luís Miguel, João de Deus e Marta Farias, fomos "desbravar" algumas das encantadoras estradinhas panorâmicas do Alto Douro Vinhateiro.
A saída foi programada para as 07h00 e, já na companhia do Luís Miguel, fomos até Penamacor, onde o João e a Marta já nos aguardavam junto às bombas de combustíveis locais.
Já agrupados rumamos ao norte cruzando Meimoa, Vale da Srª da Povoa, Terreiro das Bruxas, Santo Estevão e Sabugal.
A partir desta vila e com a bonita visão do seu famoso castelo das cinco quinas, entramos em terras de Ribacoa, onde o frescura matinal nos atormentou um pouco e nos fez reconhecer que o verão já lá vai e as temperaturas vão já sofrendo metamorfoses, sobretudo em algumas zonas e, esta é uma delas.
Logo após abandonarmos o Sabugal, viramos à direita para as Quintas de S. Bartolomeu e por Rap…
(Miguel Torga)
Com a excelente companhia dos amigos Luís Miguel, João de Deus e Marta Farias, fomos "desbravar" algumas das encantadoras estradinhas panorâmicas do Alto Douro Vinhateiro.
A saída foi programada para as 07h00 e, já na companhia do Luís Miguel, fomos até Penamacor, onde o João e a Marta já nos aguardavam junto às bombas de combustíveis locais.
Já agrupados rumamos ao norte cruzando Meimoa, Vale da Srª da Povoa, Terreiro das Bruxas, Santo Estevão e Sabugal.
A partir desta vila e com a bonita visão do seu famoso castelo das cinco quinas, entramos em terras de Ribacoa, onde o frescura matinal nos atormentou um pouco e nos fez reconhecer que o verão já lá vai e as temperaturas vão já sofrendo metamorfoses, sobretudo em algumas zonas e, esta é uma delas.
Logo após abandonarmos o Sabugal, viramos à direita para as Quintas de S. Bartolomeu e por Rap…
Comentários
Nem conhecia a extrawheel.
A semana passada estive em Vinhais norte, fiz as compras em Espanha, ao longo da 252 - que é um dos caminhos de santiago - e fartei-me de ver ciclistas com alforges, com Extrawheel e um com um B.o.B. igual ao meu.
Por cá é que existe o estranho complexo dos carbonos. Todos temos que andar em ferraris a pedal.
Curiosamente os franceses são os que mais usam a pedaleira tripla em bici de estrada. Os Portugueses e os Espanhóis, todos uns valentaços, é que usam 39-52.
Se bem que agora a opção já seja 34-50.
A extrawheeel em estrada vai obrigar a tripla pedaleira - 30-40-50. Há subidas que não se conseguem em 34 dentes a rebocar 15 kilos de bagagem.
Quando me lembro da subida de Algoso e dos 30 á frente e 29 atrás e mesmo assim só com o cerrar dos dentes persisti nuns potentes 4,5 Km/hora serra acima...
A bagagem rebocada altera a relação dos carretos. Não é só comprar a extrawheel.
Quanto ás longas distâncias que andamos a tentar sistematizar e oficializar, conto naturalmente consigo.
Quando a malta vier toda de férias temos que contar espingardas e voltarei a falar consigo porque um artilheiro que faz a transpirenaica é artilheiro-mor...
Abraço
A ideia de viajar nestas condições já há muito que ocupa algum espaço na minha imaginação. Só ainda não aconteceu por falta de algum incentivo. Um bom companheiro, com espírito aventureiro e algum tempo disponível.
Estou receptivo às aventuras que tentam sistematizar e oficializar.
Depois de contar espingardas, talvez uma pequeno convívio para nos conhecermos todos e "desencantar-mos" alguma aventurazita.
Abraço
AC