quarta-feira, 16 de maio de 2012

"Já estou de abalada"

No próximo Sábado de manhã, parto em direção a Llançá, junto ao Mediterrâneo, onde vou dar inicio a 15 dias de puro Btt, em total autonomia, na travessia de toda a Cordilheira Pirenaica até Hondarríbia, banhada pelo Atlântico.
Mais uma bonita e adrenalínica aventura que certamente irei guardar no meu "bikefólio"
Irei dando notícias, sempre que tenha oportunidade e fica a promessa que partilharei com os meus amigos todas as peripécias desta "durinha" aventura de btt.






O local de partida

LLANÇÁ
O local de chegada

HONDARRIBIA


 
 
Fiquem bem.
Vêmo-noa nos trilhos,
ou fora deles
AC

domingo, 13 de maio de 2012

"Rota dos Lagartos by GPS"

Hoje foi dia de lagartagem!!!
O amigo Pinto Infante lá sacou do seu profundo baú, uma mão cheia de trilhos, organizando mais um dos seus já carateristicos eventos, que sobrevalorizam o conceito de btt ludico e eleva a sua "querida" Lardosa, assim como o nosso querido "condado" com estas manifestações ludico-desportivas, onde o convívio e a sã camaradagem, são já uma imagem de marca, fugindo às modernices dos eventos "maratonianos", onde a luta por uma classificação "dignificante" se sobrepõe ao verdadeiro convívio e espírito de entreajuda.
Hoje foi o ansiado dia da Rota dos Lagartos, guiada por gps, onde a malta se agrupava em torno de um ou mais aparelhos e navegava por esses trilhos fora, seguindo o track fornecido pelo amigo Pinto, contribuindo assim para que os campos ficassem libertos da lixeira composta pelas fitas plásticas abandonadas por algumas organizações após o evento e, por outro lado, os trilhos sem o malfadado lixo largado por alguns participantes mais "prós" com os envólucros dos geis, barras energéticas e garrafas plásticas, na sua "terrivel" luta contra o relógio.
Aqui toda a gente parou no abastecimento, comeu, bebeu e confraternizou. Bonito. Lindo de ver!!!
Não havia dorsais para à posteriori dar uma mirada no site da organização para ver as classificações.
Pronto, já disse . . . agora há que aguardar as "bocas" dos "discordantes"!!!
Eram 07h40 quando sai de casa e fui buscar o Nuno Eusébio, meu companheiro de aventura a casa.
Juntou-se o Luís Lourenço e já na Lardosa, o Sérgio Marujo.
Partimos com o grupo da rapaziada que habitualmente se junta nas docas e fomo-nos divertindo com as diversas peripécias ao longo de todo o pecurso, pois animação é o que não falta a esta rapaziada.
O ponto alto foi a passagem pelo Barbaído com os belos "branquinhos" na tasca do Ti Benvindo.
Foi a loucura total. Houve "meninos" que se fartaram de martelar na garrafinha!!! parecia uma romaria!!!
A passagem do Tripeiro, foi um momento divertido com as peripécias de cada um para transpor aqueles enormes pedregulhos, após passagem pela bonita Aldeia de Xisto de Martim Branco.
Com passagem pela Povoa de Rio de Moinhos, última povoação do percurso, depressa chegámos ao final, o local onde horas antes tinhamos partido.
 O Pinto Infante lá nos esperava, assim como um belo par de mini-jolas bem fresquinhas que baixaram um pouco a temperatura, pois hoje foi um dia "acalinado".
O almoço, como já era esperado, foi farto e bem confecionado e mais uma vez juntou a rapaziada para mais um momento de bom convívio.
Seguiram-se as despedidas da praxe a outros companheiros de outras latitudes e nós regressámos á cidade e, para que a tradição não se perca, "pousámos" ainda na Padaria do Montalvão para a sossega da praxe.
Uma calorosa manhã de btt, tanto a nível atmosférico, como de calor humano, partilhada por um bom lote de amigos e proporcionada pelo amigo Pinto Infante.
Aguardo já pela próxima. Busca lá uns trilhos pró Baú prá malta se divertir e confraternizar!!!

Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos,
ou fora deles.
AC

Clip de Filme

sábado, 12 de maio de 2012

"Uma manhã de convívio e cicloturismo"

Hoje, o grupo de amigos da Covilhã, "capitaneados" pelo José Cavaca, programaram uma bonita volta, com a subida ao alto do miradouro do Mosquiteiro, ou Mosqueiro, como lhe queiram chamar, no Orvalho.
Partiram da Covilhã, pelas 08h, e com passagem pelo Fundão e Souto da Casa, subiram a Gardunha pelo Vale d'Urso e alto da Paradanta.
De Castelo Branco, sairam sete companheiros ao encontro do grupo, dois mais cinco, que se desencontraram por escassos minutos, acabando por nos encontrarmos em S. Vicente da Beira, após passagem por Salgueiro do Campo, Juncal, Freixial e Tinalhas.
O Silvério e o Paulo Mangas foram ao encontro do grupo no cruzamento do Casal da Fraga e eu, o Jorge Palma, o Nuno Maia, o Álvaro e o Leandro, ficámos ainda a acabar de repor os niveis cafeínicos, juntando-nos mais tarde ao grupo na subida da Partida.
Grupo animado e bem disposto que pratica este belo desporto pela sua vertente lúdica, palmilhou kms em amena cavaqueira, sempre bem disposto e reinadio.
Pena não os podermos acompanhar em toda a extensão da volta, ou pelo menos até ao miradouro, mas hoje tinha compromissos e necessitava estar em casa à hora de almoço.
Ainda assim, foram bons momentos de convívio e de camaradagem, onde as bicicletas, foram mais uma vez, o veículo de união entre grupos, praticando um hobby que adoramos . . . o cicloturismo!!!
Acompanhámo-los até ao alto da Foz do Giraldo, onde atestámos os bidons de água e após alguns momentos de convívio, regressámos à cidade depois de nos despedirmos daquele animado grupo.
 O Silvério e o Paulo Mangas ainda os acompanharam até ao Miradouro, tendo planeado um percurso de regresso por outras bandas, a que não aderimos, por não ser possível estar na cidade no horário desejado.
Uma bela manhã de ciclismo entre amigos da Covilhã e de Castelo Branco, ficando no ar a promessa de outras aventuras.
Chegámos à cidade cerca das 12h30 com 96 kms de boas pedaladas e bons momentos de cicloturismo, numa manhã propícia à prática desta salutar modalidade.







Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos,
ou fora deles.
AC

sexta-feira, 11 de maio de 2012

"Fundão"

Hoje, fui às compras ao Fundão.
Precisava de adquirir um artigo que não encontrei em Castelo Branco, ou pelo menos que me agradasse, e resolvi ir à Loja Tribike, no Fundão, aproveitando também para fazer uma visitinha ao amigo Catarino.
Saí da cidade com os ponteiros do relógio já quase a alcançarem as 09h, vestidinho à verão . . . que boa sensação . . . e rumei à Lardosa, com passagem pelos Escalos de Baixo e de Cima, pretendendo assim evitar um pouco do trânsito agora despejado na N.18, que continuam a acelerar nesta estrada, como se na A23 circulassem.
Na Lardosa, entrei então na N.18 e passando Alpedrinha, subi ao alto da Gardunha, para descer seguidamente ao Fundão, onde efetuei a primeira paragem numa pastelaria logo à entrada, onde repus o nivel cafeínico.
Segui depois para a Loja Tribike, onde me entretive algum tempo à conversa e adquirindo o artigo que ali fora buscar.
A manhã já ia alongada e ainda assim, resolvi regressar por S. Vicente da Beira, passando pelo Souto da Casa e no Vale Palaio, virei à esquerda em direção a S. Vivente.
Efetuei nova paragem na fresca fonte do Vale de Urso, onde me demorei algum tempo repondo calmamente os niveis calóricos.
Atestei o bidon e fiz-me de novo à estrada, passando ao alto da Paradanta, onde mais uma vez dei uma mirada naquela peculiar aldeia, toda esticadinha pela barreira abaixo. Um bonito detalhe!!!
Seguiu-se o Casal da Fraga e S. Vicente da Beira, onde desta vez não parei e continuei agora com a estrada a convidar ao aumento da rotação, logo mais velocidade.
Em Tinalhas segui para a Póvoa de Rio de Moinhos, onde segui pela bonita e estreita estradinha panorâmica até Caféde, chegando à cidade com 108 kms pedalados de forma descontraída e comtemplativa, com os campos agora vestidos de outras cores e com outros cheiros, a despertarem mais a minha atenção.

Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos,
ou fora deles.
AC

quarta-feira, 9 de maio de 2012

"Montes do Sordo, Bonchalinos e Rebouça"

Tinha programado para hoje, ir dar uma volta com a minha Trek 6700 e testá-la para o Repto Pirenaico, com início no final da próxima semana em Llançá.
Mesmo a calhar, o Carlos Sales acompanhou-me e fomos em busca de um percurso com algumas exigências, onde poderia testar a bike, pois fiz-lhe algumas pequenas alterações.
O Carlos veio ter comigo à minha garagem e o nosso primeiro trabalhinho de hoje, foi por-lhe a bike à medida, pois andava sempre com dor de costas.
De fato a bike estava um pouco desajustada, relativamente às medidas standard e o Carlos hoje parecia outro. Durante todo o percurso não lhe doeram as costas. Ainda bem. Espero que seja definitivo e não uma situação pontual.
Saímos da cidade pelo Quinteiro, descemos ao Ribeiro da Sra de Mércules e subimos ao Forninho do Bispo.
Aqui tomámos a direção da Casa dos Malpiqueiros e seguimos o estradão para o Monte do Sordo, onde chegámos com o "coração aos pulos" pela adrenalina causada no belo par de descidas de inclinação apreciável.
Cruzámos o Ribeiro da Bica e lá mais à frente, virámos à esquerda para o paredão da nova Barragem do Ribeiro do Forno, descendo ao lado do paredão e cruzando a ribeira, ladeámo-la durante algum tempo, num terreno bastante arenoso e pesado até ao Monte do Pombal.
Por aqui ziguezaguámos por alguns trilhos, pelo Vale da Ribeira das Casas e ladeando a barragem, subimos à Casa do Estrêlo, onde entrámos no estradão para a Granjinha, subindo ao VG da Granja. e Monte dos Bonchalinos.
À vista do arraial, virámos à esquerda para o Cocharro e descemos à Ribeirinha, pelo Compasso de Baixo.
Aqui efetuámos uma pequena paragem para apreciar aquele bonito recanto e tomar alento para a subida seguinte, aos Quintalreis de Cima e Monte da Capa Rota, onde virámos à esquerda para o Casal dos Mourões.
Mais uma pequena paragem, pois são bonitos recantos escondidos pelo meio das imensas matas de eucaliptal, algumas já desaparecidas, dando origem a enormes manchas desprovidas de arborização.
Mas aqueles cantinhos mantêm sempre a sua peculiar beleza, para quem a aprecia e tem tempo para uma pequena paragem de contemplação.
Entrámos de novo no estradão que segue para a Pedra da Garalheira, nas Sesmarias, que pouco depois abandonámos para entrar numa bonita sequência de trilhos até às queijeiras da Rebouça.
Passámos no paredão da barragem na zona das queijeiras e cruzámos o Olival Basto para entramos finalmente no recinto da Sra de Mércules, onde parámos no restaurante local e bebemos um par de mini-jolas, pois foram bem merecidas.
Na Sra de Sant'Ana, o Carlos despediu-se e rumou à Carapalha e eu continuei para a Pires Marques.
Uma manhã bem passada e radiante de sol, onde o calor já se fez sentir e os trilhos, bastante enlameados, foram puro divertimento durante quase todo o percurso de hoje.
38 divertidos kms na agradável companhia do Carlos e da "menina" que vai "alombar" comigo durante 15 adrenalínicos dias, cruzando toda a Cordilheira Pirenaica, desde Llançá a Hondarribia.
Gostaria de me portar tão bem como ela se portou hoje!!!


Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos,
ou fora deles.
AC

segunda-feira, 7 de maio de 2012

"XIII Peregrinação a Fátima por asfalto"

Pelo 13º ano consecutivo, cumpri a minha peregrinação a Fátima com a minha bike de estrada.
Acompanharam-me este ano os amigos Nuno Eusébio, José Luís, Vasco Sequeira, Martim Lopes, Luís Lourenço, João Afonso, Silvério Correia, Pedro Barroca e o meu irmão Luís.
Saímos pelas o6h30 e apanhámos alguns companheiros que nos esperavam na Avenida do Brasil e junto á Rotunda do Mac Donald's.
Com o grupo já completo, rumámos ao Vale da Mua onde era previsto tomar o cafézinho matinal, mas o  Jorge, ainda tinha o café fechado.
Prosseguimos a nossa peregrinação e fomos então repor as necessidades cafeínicas no Café S. Gens, nas Moitas.
Satisfeitos e com os niveis cafeínicos repostos, continuámos, sempre em alegre cavaqueira e, à entrada do IC8, virámos para a pequena Aldeia de Robalo, nonde nos esperava um singelo abastecimento, para que as "canetas" não vacilassem em direção ao Altar de Fátima.
A chegada este ano foi um pouco mais cedo que em anos anteriores e tivemos que aguardar um pouco pela iguaria principal, as papas de carolo, que pouco depois pousaram na mesa, bastante rudimentar, na nossa pequena adega, onde a malta se reuniu em seu retorno para a degustação.
Um dos momento altos do dia num ambiente alegre e reinadio, não faltando as peripécias dos dois principais "entertainers" do dia . . . o Silvério e o José Luís.
A partir daqui o grupo tornou-se ainda mais alegre, vá-se lá saber porquê e a boa disposição acompanhou-nos km após km até ao final.
Depois das depedidas no Robalo, seguimos para Vila de Rei e descemos ao Rio Zêzere, onde fizemos uma breve paragem para apreciar aquela bonita paisagem proporcionada pelo rio.
Subimos a Ferreira do Zêzere e efetuámos nova paragem na Padaria/Pastelaria Rosa  para um cafézinho e um bolinho, para nos dar ânimo até ao santuário.
Continuámos depois a nossa peregrinação e passámos pela sempre bonita cidade de Tomar, ladeando um pouco o Rio Nabão e o bonito Jardim de Tomar, tomando seguidamento o rumo a Ourém, cidade que cruzámos pelo seu mau piso, que assim se mantém há anos.
Já estávamos perto do nosso objetivo.
Em Pinhel, virámos à esquerda e um pouco mais à frente entrámos na estrada que nos conduziu a Fátima por Alvega.
A chegada, como tem sido sempre, foi com o habitual sacrifíco da subida do Boi Negro, e que para mim, assim sempre se chamará, apesar de no seu início, a imagem deste vigoroso animal ter sido substituida por um bote.
Mais um ano e mais uma vez acompanhado de amigos que muito valorizaram esta minha obstinação anual e todos eles concluiram esta peregrinação.
Destaco aqui o esforço e a força de vontade do amigo Nuno Eusébio, um bom companheiro de pedaladas, que, tendo sido há pouco tempo sido vítima dum brutal acidente de viação, teve uma boa recuperação e, apesar de por tal motivo ter estado arredado das suas bikes, consegui com bastante esforço concluir a sua peregrinação. A ele um abraço especial.
Também ao Luís Lourenço, pela sua primeira peregrinação por estrada, pois estava com um pouco receoso da quilometragem, a que não estava habituado, mas que também ele concluiu sem problemas de maior.
A chegada, foi como sempre, com uma grande manifestação de alegria e que este ano, terminou com com a malta e familiares que connosco se juntaram, numa bonita tertúlia, numa das mesas do parque nº2, onde comemos bebemos e confraternizámos.
No final, cada um rumou ao seu destino.
Um abraço a todos e obrigado pela vossa companhia.




Fiquem bem.
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AC

quarta-feira, 2 de maio de 2012

"Peregrinação a Fátima"

No próximo Domingo, dia 6 de Maio vou efetuar a minha XIII Peregrinação a Fátima em bicicleta e por estrada.
Partida prevista para as 06h30 e o percurso é, ainda este ano, o que tendo seguido na grande maioria das vezes, em que me desloquei aquele local sagrado. Vila de Rei, Ferreira do Zêzere, Tomar e Ourém.
Serão 148 kms em autonomia, sem quaisquer formalidades e o regresso à cidade fica ao cuidado de cada um.
Apenas proponho um  lanche, para quem no final, queira partilhar mais uns momentos de convívio entre participantes e familiares.
Os amigos que me queiram acompanhar, devem contatar-me, ou deixar comentário, a fim de ajustar uma eventual logística.

Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos,
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AC

terça-feira, 1 de maio de 2012

"Molha a três tempos"

Conforme previamente combinado com o Jorge Palma, juntámo-nos na "Rotunda da Racha" para uma voltinha com as "asfálticas".
O  Leandro juntou-se a nós e pouco depois das 08h, fizémo-nos à estrada.
Pensámos inicialmente ir até ao Fundão e regressar por S. Vicente da Beira, mas a escuridão e nebulosidade para os lados da Gardunha, demoveram-nos de efetuar tal percurso.
Planeámos então ir até Alpedrinha e regressar por S. Miguel D'Acha.
Para os lados da campina, o tempo parecia estar mais ameno e fomos em direção aos Escalos de Baixo, encontrando o Fernando "do Caraíbas" e o Salavessa que iam ao encontro do "Ti João". Acompanhámo-los até aos Escalos de Baixo, onde nos cruzámos com o Ti João, despedindo-nos da malta que regressava ao encontro do restante grupo que partira às 08h30.
Passámos por Escalos de Cima e no alto da Lousa, virámos para a Lardosa, que cruzámos, tomando agora a direção de Alpedrinha, com os olhos postos na Serra da Gardunha, pois caso começasse a chover, atalháva-mos pelas Atalaias.
Atravessámos Alpedrinha e subimos até à fonte, descendo seguidamente para Vale de Prazeres, onde parámos na Padaria/Pastelaria, para a sessão cafeínica, que acompanhámos com um bolinho, que nos colmatou a "gulodice"!!!
A opção não foi a melhor, pois entretanto começou a chover e lá tivemos que vestir os "chubasqueros", como dizem os nuestros hermanos e aguentar a pancada que apenas durou até ao cruzamento para as Termas da Touca.
Com passagem pela Orca, descemos à Ribeira do Taveiró e subimos a S. Miguel D'Acha, onde a chuva voltou a fazer a sua aparição.
Mais à frente, a chuva parou e o sol parecia que vinha para ficar.
Cruzámos a ponte sobre a Ribeira de Alpreade, em S. Gens e subimos aos Escalos de Cima, onde virámos para os Escalos de Baixo, fazendo o mesmo percurso, agora em sentido inverso.
Ao entrarmos na reta do Lanço Grande, a chuva voltou, agora em força, não havendo fatinho de água que lhe resistisse. Foi uma bela molha de 1ª. classe. No entanto ao chegar aos Buenos Aires, a chuva parou, sendo substituida por um sol radiante. Vamos lá entender este tempo.!!!
No final, chegámos a casa ainda antes das 12h, com 92 kms pedalados numa manhã, onde o sol e a chuva não se entenderam, fazendo-nos chegar a casa com o fatinho encharcado.

Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos,
ou fora deles.
AC