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"Dia de BTT invernal"

Pensamento:
"É um dom ser capaz de reconhecer de um só golpe de vista as possibiidades do terreno"
"Napoleão Bonaparte"
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Altimetria
Percurso Google
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Logo pela manhã, cerca das 08h, espreitei pela janela e deparei com um dia de chuva e nevoeiro nada convidativo à prática do BTT, dizendo para comigo, "hoje não aparece ninguém".
Puro engano. Logo de seguida um sms do Filipe a dizer que estava pronto para a luta. Logo após, um telefonema do Pedro a dizer que também ia. Não tive alternativa, já éramos 3. Papei a malga dos "Corn Flakes" num instantinho e fui ter com a malta. Entretanto chegou o Daniel, que também não é de desistências e acabámos por ser 4 guerreiros, cujo inimigo iria ser a lama e as pedras escorregadias.
Derivado ao dia estar chuvoso e instável, resolvemos efectuar um percurso moderado sem grandes zonas técnicas, pois a lama e a água já nos iriam dar divertimento que chegasse.
Saímos pelas 09h15 com rumo à Lardosa, passando pela Atacanha, Santa Apolónia, Estação Alcains, Casal do Verdelhão, Seixeira e parámos na Lardosa para escorrer a água e lama já acumulada no "fatinho" e aquecer o "cabedal" com um cafézinho.
Depois da sujeira que fizémos no café, derivado à lama já acumulada na roupa e no "camelback", tirámos uma foto de grupo e rumámos à Barragem da Marateca, passando pelo Tanque, cruzámos a E.N.18, em direcção ao Monte Satão, fizémos umas centenas de metros na Estrada para o Louriçal e virámos à esquerda para o pontão no Rio Ocreza, na nascente da Barragem, novamente à esquerda para o Vale Paviola, Carrapiço, Fonte Nova e entrámos na Póvoa de Rio de Moinhos, não parando e seguindo em direcção ao Penedo do Corvo, onde o Daniel que já vinha há algum tempo com problemas na transmissão da bike, teve a infelicidade de se lhe partir a corrente.
O Filipe e o Pedro que tinham que ir trabalhar de tarde, seguiram destino, ficando eu com o Daniel . Colocámos um link de ligação na corrente e o problema ficou aparentemente resolvido, mas aquilo continuava a fazer barulho nas passagens de corrente, dando esticões no desviador e chupões na corrente, mas lá continuámos, tentando chegar a Castelo Branco.
Já à entrada da cidade, a corrente num ressalto, puxou o desviador, torcendo-o assim como o "drop out", pondo fim à tentativa do Daniel de chegar a casa a pedalar. Não havia nada a fazer senão empurrar a bicicleta até a casa. O Daniel telefonou então ao Pai para o ir buscar e eu continuei de bicicleta até casa.
Apesar destes pequenos precalços, que fazem parte do dia a dia de quem anda de bicicleta, foi uma manhã espectacular. Nada nos fez arrepender de ter saído. Nem a chuva, o nevoeiro inicial, as poças de água, a lama, as pedras escorregadias, nada. Foi um gozo danado, fazer gincana durante todo o percurso, com a bicicleta a atravessar-se constantemente na água e lama e esperar a todo o momento o "espojanço". Toda a malta se aguentou em cima da máquina, foi giro.
Com todos estes contratempos, acabei por chegar a casa pelas 14h, com 63 kms percorridos e uns quilos de lama no fato. Ainda bem que a minha Maria não estava em casa. Se me visse naquele estado...???????????
Hoje, derivado ao dia chuvoso e estado dos terrenos, apenas tirei 2 ou 3 fotos logo no início, para não danificar a máquina, que tive que acondicionar e guardar.

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Ribeira de S. Bartolomeu

A caminho da Lardosa

Quando m.... um português..!!!!!

Foto de grupo

bicla de serviço

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"Terça feira, 20 há mais. Apareçam. Saída às 09h do P. Infantil na Pires Marques"

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