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"Um olhar sobre a Ribeira de Alpreade"

Pensamento:
"O maior erro que um homem pode cometer é viver com medo de cometer um erro"
(Hebbard)

.o0o.
Hoje ainda não me sinto nada bem, pois apanhei uma virose qualquer que me afectou bastante.
Ontem ainda saí de bicla com a malta, mas foi um erro que me custou bastante e tive muita dificuldade em chegar a casa, principalmente a partir do meio do percurso. Mas como diz o ditado: "quem corre por gosto não cansa".
Pelas o8h30 de ontem lá apareci no P. Infantil da P. Marques, onde já se encontrava o Tó Zé. Chegou depois o Paulo Alves e o Martin e seguidamente a malta do BTTHAL, o João Valente, o Micaelo, o Rui e o Paulo.
Saímos da cidade pelo portal do frigorífico e fomos entrar num trilho feito pelos rodados dum camião até um poste de alta tensão recentemente colocado e onde acabou o trilho, na zona da Fonte do Sapo. Tivemos então que saltar uma aramada e inventar um trilho pela Tapada das Cabanas e acabámos por entrar na via férrea, onde pedalámos uma dezenas de metros: "pura loucura"...!!!!. Abandonámos a via férrea nas traseiras do Parque de Desportos Motorizados e atravessámos o Lanço Grande para a Queijeira das Alagoas em direcção ao Monte S. Luís, passando pelo Monte Brito. Atravessámos a Ribeirinha no local onde ainda se encontra o rudimentar passadiço colocado aquando da I Maratona de Castelo Branco e subimos para a zona do Barrão, nome que veio a calhar, pois alí tivémos que atravessar duas charcas de água, bem barrenta, e que fez dançar e divertir a malta. Continuámos até à Tapada do Caraca, descemos para as Ferrarias e subimos para apanhar o caminho asfaltado que seguímos até ao alto da Monheca. Aí apanhámos o estradão que nos levou ao Coito do Leitão, onde virámos à esquerda e descemos um bonito trilho bastante xistoso até à Ribeira do Salgueirinho, a escassas centenas de metros onde esta desagua na Ribeira de Alpreade e daí foi subir até à Mata onde tomámos café.
Saímos da Mata pela estrada que liga esta Aldeia à Lousa e virámos à esquerda para o Vale Verde, passando seguidamente pela Gandra, Balorca, novamente S. Luís, Fonte Santa e Garalheira, chegando a Castelo Branco cerca das 13h30 com 47 kms percorridos.
Foi um passeio um pouco atribulado, pois houve um furo, um pneu rebentado, uma queda aparatosa, felizmente sem consequências graves, apenas algumas escoriações e eu com uma virose e em estado febril, que o bom senso não conseguiu domesticar.
Apesar de tudo, foi um prazer pedalar com a malta do BTTHAL, pena não ter estado à altura, mas outros dias virão.
Até lá.
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Para quem não vai à Maratona de Alcains, pode pedalar em boa companhia, bastando comparecer no próximo Sábado, pelas 09h00 no P. Infantil da Pires Marques para um passeio soft e sem stress.
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Também terça feira, dia 24 podes vir pedalar connosco pelas 08h30 no mesmo local.
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