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"Monforte da Beira, ir e voltar"

Mais uma terça feira de pedalada e prazer imenso, desta vez com destino marcado para a bela aldeia beirã de Monforte da Beira.

Compareceram na Pires Marques, AC, Filipe; João Valente e Marco, movidos pela busca de aventura e novos trilhos em pleno contacto com a natureza, contagiante nesta altura do ano.
Estávamos nós a fazer algum tempo, não viesse por ali algum companheiro atrazado, quando chega o Marcelo sem a sua habitual montura, pois hoje não era dia de pedalada para ele.
Aproveitámos a sua presença para tirar a foto de grupo à rapaziada pedalante e após dois dedos de conversa abalámos, pois o destino era longínquo.
saímos pelo S. Martinho, contornámos a lixeira em direcção ao Monte Chaveiro e Ponte Romana do Rio Ponsul, para subirmos ao Monte dos Cancelos.
Já no alto, continuámos pelo Monte do Negrete, Marmelos, Marmelitos, Barrelas e contornando a Serra do Carregal, entrámos em Monforte da Beira com destino marcado ao Café do "Joaquim Padeiro".
Encostámos as bikes e sentámo-nos para sorvermos calmamente um par de bjecas, roermos umas barritas, com excepção do João Valente que não vai nessa da barrita e "aconchega-se" sempre com uma sandocha de fabrico artesanal. (Óh João se a ASAE te topa!!!)
Já com a musculatura relaxada e os estômagos preenchidos de líquidos e sólidos, empreendemos o regresso a cidade.
Subímos à serra pela vertente mais fácil e descemos em direcção ao Monte Grande para acelerarmos pelo longo estradão até ao Monte da Granja, onde virámos a direita em direcção ao Rio Ponsul.
Já com o rio à vista deparámos com outro betêtista isolado que pedalava em direcção ao rio.
Era para inicialmente irmos de novo em direcção à ponte, mas a curiosidade mata e resolvemos ir indagar que era aquele companheiro solitário em tão inóspita paragem.
encontrámo-lo num cabeção do areal comtemplando o rio. Disse ser de Lentiscais e que para lá voltava.
Como não era muito falador e não mostrou interesse em acompanhar-nos, seguimos o nosso destino atravessando o rio para o lado do areal do Monte do Pombal.
Sulcámos uns trilhos por ali disfarçados e que são já nossos conhecidos para entramos no estradão no Monte Sordo até encontrarmos a subida para a Rebouça, que nos fez arfar um pouco.
Como já havia vários a queixarem-se dos joelhos, cotovelos, joanetes e outras articulações, não tivemos outro remédio do que nos dirigir-mos com a possível brevidade à "Farmácia do Abílio" vulgarmente conhecida como o Restaurante da Sra de Mércules e "emborcarmos" uma Sagrespan adulta, para lubrificar as articulações. Ufff, que alívio!!!
Isto de andar de bike sem a respectiva medicação, já começa a ser um sacrifício. "Betêtista sofre!!!"
Tudo nos "conforme" e toca a regressar a casa que já eram horas de almoço.
Chegámos à cidade pelas 13h com 59 kms percorridos e como já é habitual neste grupo, em contacto com a natureza, em explêndidos trilhos, com boa camaradagem e boa disposição.
Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos

AC>

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