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"Pela Qta da Várzea e Vale de Ronções"

Mais uma sexta feira, a terceira seguida, que sou desencaminhado pelo Silvério para "maus caminhos". . .isso mesmo maus caminhos, de lama, com regos e pedras, com subidas, descidas e outras coisas más e que nós betêtistas, vá-se lá saber porquê, adoramos!!!
Desta vez contámos com a presença do João Valente, companheiro com o qual já não pedalava há alguns meses e que nos ajudou a colorir esta aventura.
Pelas 09h lá estávamos nós prontos para mais uma manhã de pedaladas por aí algures, pois hoje e como o Silvério queria estar em casa cerca das 13h, o percurso tinha que ser mais controlado.
Sem rumo bem definido, do tipo. . . vamos por onde nos der na gana, lá partimos à aventura e hoje era mesmo à aventura, pois íamos pedalando consoante o que nos viesse à ideia.
Partimos com rumo a Sta Apolónia, passámos a Estação e serpenteámos pelos trilhos da zona das Hortas dos Escalos até cruzarmos a estrada para a Lardosa e descermos rápidamente para a zona do Berrão.
À entrada do Vale do Freixo, virámos à direita e rumámos à sempre bela Quinta da Várzea, com o seu imponente casario com um traçado arquitectónico de extrema beleza, apesar de se encontrar quase abandonado e a servir de guarida ao gado.
Por alí deambulámos um pouco apreciando aquele bonito "arraial" entre bonitos vales ladeados pela Ribeira de Alpreade até retomarmos as nossas pedaladas, agora até ao primeiro abastecimento programado para o café das bombas em S. Gens.
Depois da dose matinal de cafeína e das bolachinhas da praxe, pusémo-nos de novo em marcha subindo em direcção ao bonito Vale de Ronções, zona onde eu gosto bastante de pedalar e que de agora em diante e a cada dia que passa, se torna cada vez mais bonito com o aproximar da Primavera.
Após a foto de grupo, encetámos a longa subida para a Nesvelha, onde virámos à esquerda para os Vales da Navancha e após transpormos a Ribeira da Mata contornámos a Tapada do Galhardo para entramos na Mata, onde apanhámos o trilho para a Tapada do Zé Lopes.
Agora um pouco mais acelerados, pois as 13h iam-se aproximando rápidamente, rumámos ao Monte S. Luís, onde demos entrada pela Estação de Tratamento dos Escalos de Baixo e em trilhos e veredas dissimuladas chegámos ao pequeno pontão da Ribeira da Fonte Santa.
Mais um par de fotografias e toca montar nas bikes para cumprirmos horário, pois já estávamos perto.
Subimos então à Capa Rota, onde entrámos em asfalto que nos conduziu à cidade, com entrada pelas 13h10 com 62 kms percorridos em trilhos para todos os gostos e altimetria acessível.
Em jeito de agradecimento por eu e o João Valente o termos conduzido a casa são e salvo e dentro do horário estipulado, o Silvério fez questão de nos brindar com uma bjecazinha no café defronte da sua residência.
Missão cumprida e foi com esse sentimento que eu e o João deixámos o Silvério em casa e regressámos às nossas, onde um banhinho retemperador nos esperava.
E agora por falar em banhinho . . . então não querem lá ver que o João agora anda numa de tomar banho de água fria com o frio que se tem feito sentir. BRRRR!!
Hoje resolveu tomar o seu banhinho de água fria na Ribeira da Mata e que límpida que ela estava. Deve ter dado um gozo enorme! Estava tão cristalina que nem tirou o camelback nem recatou a sua digital, aproveitando para se mandar ao charco com a sua Trek e tudo. Assim é que é João!!!
Já agora, só por curiosidade, chegás-te a apanhar a rã? eheheh!!!
Afinal só agora percebi!. . . Aquela quedazinha anterior era apenas para praticar. Muito bem, isso é que é ser profissional, até nas quedas. eheheh!!!
E assim se passou mais uma divertida manhã na companhia de amigos e usufruindo de um dos meus hóbis preferidos . . . o Btt.

Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos
AC

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