domingo, 27 de fevereiro de 2011

"X Raid AC-Trilhos e Aventuras (Sierra de Gata)

9 companheiros quiseram participar na 10ª. edição dos meus raides. (AC-Trilhos e Aventuras)
AC, Silvério, Pedro Barroca; o meu irmão Luís, Pedro Ferrão, Tiago, Micaelo, Luís Lourenço e Domingos.
Com pena minha, não pude ter a companhia do João Afonso, um dos elementos da equipa principal, nestas lides dos raides, por doença, assim como o Chico, também por lesão e do Carlos Sales por compromissos de última hora.
Mas animação não faltou durante todo o percurso.
Os trilhos, como sempre nesta bonita serra, fabulosos e adrenalínicos. De facto não aconselhado à rapaziada do btt virtual!!! Aqui, ou se tem já algum domínio da máquina e as subidas são apenas mais um obstáculo a vencer, ou é mesmo um suplício.
O grupo, esse, era bastante homogénio. Toda a rapaziada, já habituada a este tipo de dureza, transformou todas as dificuldades em pura diversão. Sem queixumes, nem desistências!!! Os meus parabéns a todos eles.
A saída deu-se pelas 06h30 de Castelo Branco e na Lousa apanhámos o Tiago e nas Aranhas, o Ferrão e o Domingos.
A chegada a Hoyos foi pelas 08h00. Estacionámos as viaturas, e fomos tomar uns "cafézitos solo", uma ténue imitação do nosso bom café.
Retirámos as bikes das viaturas e preparámo-las para o embate de hoje.
Mas o dia para mim não iria correr nada bem.
Ainda com uma "gripada" no corpo, não me sentia nada bem e o corpo estava ligeiramente dorido. Depois dei pela falta do meu camelbag, que deixara na garagem com todos os meus habituais apetrechos e alguma comida.
Logo nos kms iniciais, fiz uma égua sobre a bike, sem consequências, numa zona técnica.
E como se não bastasse, no acesso ao Puerto de Perales, parti o dropout da minha bike, ficando na eminência de fazer a pé os últimos 20 kms.
Felizmente, o meu irmão Luís (já é de família), traz sempre uma mini oficina ambulante e como a bike dele é do mesmo modelo da minha, trazia um dropout suplente. (Uma reflexão para a rapaziada do único bidon, quando vai para a serra, ou voltas longas.)
Lá troquei o dropout e fiz-me de novo aos trilhos. E que trilhos!!! Adrenalina a jorros, onde o pensamento teria que ser mais rápido que a roda da frente da bike.
O Tiago, também em maré de azar, rebentou o pneu de trás numa descida. Felizmente sem consequências. Lá se arranjaram uns remendos artesanais para tapar um pouco o rasgão, mas até ao final, foi um martírio para o Tiago. Tinha que constantemente dar ar no pneu, para o manter de forma a que pudesse prosseguir viagem.
A primeira povoação foi Perales del Puerto,, onde após termos pedalado num par de trilhos, entrámos em asfalto até Villasbuenas de Gata, cruzando o Rio Tabla, pela ponte com o mesmo nome.
À saída de Villasbuenas, tomámos o trilho do Pr10 E7 até às proximidades das antenas de Gata, onde as longínquas paisagens começavam a mostrar a sua imponência, feita a primeira ascensão do dia.
Descemos depois para a Aldeia de Gata,, onde entrámos verdadeiramente em calçada romana.
Na aldeia, tive uma pequena dificuldade em coordenar o track para a saída a S. Blás, mas lá se resolveu o problema.
Seguiram-se 5 terríveis kms em calçada romana até ao Puerto de Castilla, com passagem pelos belos locais de Las Pilas, Los Riscos de S. Blás, La Puente de Los dos Ojos, El Monastério de S. Blás e finalmente, o Puerto de Castilla.
Com o esqueleto a levar a primeira abanadela, serpenteámos pelas encostas e cumeadas, absorvidos pela magnificiência daquelas brutais paisagens, até ao Puerto de Perales.
Começámos, desde então a subida ao Pico Jálama, num soberbo single track de alguns kms, descendo depois para Hoyos num trilho, onde a pedra era rainha. Aí sim . . . o esqueleto, ficou bem abanado e as nossas retinas repletas de paisagens de sonho!!!
Entrámos em Hoyos pelo Camino de la Cuesta, com 65 maravilhosos kms, repletos de Adrenalina, bons momentos de btt e um grupo de companheiros motivados e divertidos.
Mas . . . houve também alguns mistérios nos trilhos de S. Blás!!!
- Nasceu naquelas inóspitas paragens um novo mito . . . " O papa bananas"
- O estranho desaparecimento da sandes de queijo da serra . . . e bem aviadinha que ela estava!!!
- O mistério do conta quilómetros do Silvério . . . desconfia-se dum animal de raça canina degrande porte, com quem ele travou amizade perto de Hoyos e até teve alguma intimidade.
Um dia destes, haverá mais. Um percurso já em edição, para fechar esta trilogia, nos adrenalínicos trilhos da Sierra de Gata.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos rilhos
. . . ou fora deles.
AC
Slideshow

sábado, 26 de fevereiro de 2011

"Atalaia do Campo"

Hoje e como já é habitual, mais uma vez me juntei à rapaziada, junto à Rotunda do Modelo.
Era uma "catrefeda" deles que se calhar nem me lembro do nome de todos.
AC, Jorge Palma, Álvaro, Leandro; Filipe, Afonso, Joaquim Cabarrão, Fernando e dois jovens, cujos nomes não me vêm à memória.
Lá saímos, depois das indecisões do costume, e fomos, inicialmente sem saber para onde, em direcção à Atalaia do Campo.
Entre os Escalos de Baixo e os de Cima, encontrámos o Pinto Infante, numa das suas voltas em solitário e que se nos juntou.
À passagem na Lardosa, cruzámo-nos com o grupo do José Cavaca da Covilhã e ninguém parou. Vá-se lá saber porquê. Toda agente se ficou com um . . . Oi, bom dia!!!
Isto já não é o que era. Vivemos mesmo numa época conturbada. Já nem há tempo para cumprimentar os amigos, ou companheiros do pedal. Diz-se por aí, que o tempo é dinheiro. Neste caso será o quê!!!
Bem. Lá continuámos, passando ainda pelo Vale da Torre e Zebras, num constante zigue - zague a fugir às autênticas crateras na estrada. Quem nos acode. Qualquer dia nem de jipe ali se passa!!!
Chegámos à Atalaia do Campo e como seria previsto, tomaríamos ali o cafézinho matinal, mas alguém disse para o tomarmos nas Bombas da Soalheira e toda a gente concordou.
Lá rumámos à Soalheira, com passagem na Póvoa da Atalaia.
Já nas Bombas de Combustível, sentámo-nos na esplanada e ali tomámos o cafézinho da praxe e demos dois dedos de conversa.
Saímos agora em direção a S.Fiel e seguimos a estrada da barragem rumo à Lardosa.
Na rotunda, o Pinto Infante ficou-se por alí, pois tinha chegado a casa e os restantes, seguimos em direção à Póvoa de Rio de Moinhos e Caféde, para evitar as obras na estrada de Alcains.
Chegámos à cidade pelas 12h45, com 85 kms pedalados, num grupo divertido.
<>
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

"S.Miguel D'Acha"

Depois de dois dias desgastantes de btt, não pelo volume quilométrico, mas pela busca de passagens e novos trilhos, nada melhor que uma voltinha com a "anorética".
Pelas 09h, saí na companhia do Silvério e fomos tomar cafézinho matinal a S. Miguel D'Acha.
Parámos no Café da Dª. Maria. tomámos o cafézinho e por ali nos mantivemos um pouco à conversa.

Se até ali, o vento foi um adversário de "peso", a partir dali, foi um ótimo auxiliar.
Rumámos a Idanha-a-Nova, virando seguidamente à direita para S. Gens, com passagem em Oledo.

Passámos ainda os Escalos de Cima e de Baixo, antes de entrar na cidade, pelas 12h, com 79 kms percorridos, numa bonita e solarenga manhã, apesar de algo ventosa.
<>
Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

"II Raid de Malpica, em busca de novos trilhos"

Mais uma manhã trabalhosa. Daquelas em que o trabalho dá prazer!!!
Hoje, na companhia do amigo Silvério, enfiámos de novo as bikes na "ramona" e rumámos a Malpica.
Com mais tempo livre, fomos em busca duma passagem, que sabia existir e que faria a transposição dum ribeiro.
Estar lá, estava. Mas completamente fora de questão, passar naquele local.
Corremos quase toda a ribeira em busca de nova passagem, mas conseguimos. E que passagem!!!
Obrigado senhoras ovelhas, pelo espectacular trilho que "pata a pata" fosteis delineando ao logo do tempo.
Das 09h as 12h30 para apurar 7 dos 27 kms pedalados, fora as centenas de metros feitos a pé, depois de deixar a bike encostada a uma oliveira, ou azinheira.
A coisa, está a ficar linda. Uma "catrefada" de singles, nunca dantes pedalados e bonitos trilhos é o que espera a rapaziada que participar neste "II Raid Tejo Internacional - Malpica do Tejo"
Vão já treinando o equilíbrio em cima da bike, porque o divertimento, esse, está garantido. Palavra de AC!!!
Depois de uma manhã um pouco desgastante, havia que repor energias.
carregámos de novo as bikes na "ramona" e mandámos assar uma chouriça e uma morcela moura.
Uma garrafinha do "alentejano" possível naquele recanto, um bom naco de queijo de ovelha, umas azeitonitas, o respectivo pão e mãos à obra.
Antes, um par de bjecas para mim e dois tintinhos para o Silvério, mas desta vez "arraçados" de gasosa, abriram o apetite para a "coisa".
O cafézinho "da ordem" para colmatar o momento gastronómico e rumámos à cidade.
Uma bela manhã de btt, bastante aventureira, na companhia dum bom e divertido amigo. Que mais se pode pedir!!! Esperem lá!!! Talvez que não fosse tão "melga". Então, com dois tintinhos nos "queixos", parece uma canção do velho cancioneiro alentejano. Mas no fundo é bom rapaz!!!
Ainda não ouvi mais ninguém dizer isto, mas deve ser verdade!!!
Na próxima semana, espero acabar o percurso dos 60 kms, para depois me debruçar sobre os trinta, para a malta mais "calmosa".
Agora, vamos aos trilhos da Sierra de Gata, no próximo domingo.
Aos companheiros que comigo partilham este Raid, garanto uma boa "abanadela" no esqueleto. Por isso, nos três dias seguintes, não assinem cheques, que a letra fica "tremida"
<>
Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

"Preparação do II Raid Tejo Internacional em Malpica do Tejo"

Este ano, foi-me pedida a minha colaboração na organização do "II Raid Tejo Internacional" em Malpica do Tejo.
Como habitualmente, estou sempre recetivo a ajudar, nestas lides das bikes, desde que não hajam segundas intenções e sobrtetudo, quando as pessoas merecem e confiam no meu trabalho.
Adoro andar de bike. Faço-o por puro prazer, extraindo o máximo, da aventura que esses momentos proporcionam.
Gosto sobretudo de partilhar esses momentos com os amigos. Aqueles que como eu, partilham dessa filosofia.
Por isso, ando sempre em busca de novas aventuras e de novos desafios que me provoquem esse sentimento.
Simplesmente, faco-o . . . e já está. Parto para outra. Essa, já foi!!!
Hoje, na companhia do amigo Silvério, enfiámos as bikes na minha "ramona" e fomos até Malpica do Tejo, espreitar uns trilhos para o Raid de Malpica, que tinha delineado.
Algum trabalho em conseguir algumas passagens, mas o esforço foi recompensado.
Não vou ainda divulgar os locais, mas garanto desde já que adrenalina e alguma emoção, não vão faltar.
Nos primeiros 20 kms, que certamente irão fazer parte do percurso final, singles não faltam, assim como trilhos de encher o olho.
Quem me conhece, sabe que sou um pouco exigente nestas "coisas" e gosto pouco de rotinas.
Se é para continuar, há que inovar!!!
Podem acompanhar a evolução do raid, no forum do Projectobtt. Ou ainda, sem compromisso, (eh eh eh) dar uma espreitadela aqui no blog, de vez em quando.
Amanhã, vou "malhar" mais uns trilhos para a zona de Malpica, para juntar aos já assimilados.
<>
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

"Soalheira"

Hoje, juntámo-nos no Modelo, eu, o Silvério, o Filipe, o Fernando, o Joaquim Cabarrão e o Salvado.
Por sugestão do Fernando, fomos até à Soalheira, com intenção de tomar o cafézinho matinal nas Bombas de Combustível.

Deois de passarmos à zona industrial de Alcains e a rotunda da Lardosa, virámos à esquerda para a estrada da Barragem da Marateca, onde o Ti João e o Tó Pinto se nos juntaram, perfazendo agora, um grupo de oito companheiros.
Tomámos então o café nas citadas bombas e hoje, a conversa converteu-se no conto de algumas anedotas, mantendo o pessoal divertido.

O ritmo, era o adequado à época, ( para cicloturistas, claro) calmo e descontraído.
à chegada a Alcains, virámos à esquerda, pela variante e nova passagem sobre a via férrea, com rumo aos Escalos de Baixo, onde deixámos o Ti João.
Até á cidade, foi um instante. Chegámos pelas 12h10, com 68 kms percorridos em alegre cavaqueira.
<>
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC

domingo, 20 de fevereiro de 2011

"Bugios"

Hoje, tinha combinado com o Pedro Barroca, ir dar uma voltinha com a "anorética".
No Modelo, juntaram-se a nós o Leandro, o Nuno Maia e outro companheiro que agora não recordo o nome.
Saímos da cidade pelas 08h10 e rumámos aos Bugios, com passagem na Taberna Seca, Vilares, Cabeço do Infante, Santo André das Tojeiras e Vale da Pereira.
O companheiro que nos acompanhava e cujo nome não recordo, voltou para trás, no Cabeço do Infante, alegando que já há uns tempos que não andava.
Nos Bugios, parei junto à casa do meu amigo "Zé", que não deveria andar longe, pois tinha a viatura estacionada no quintal.

Lá estava ele, a dar conversa a uma vizinha e o convite foi imediato . . . adega, pois claro!!!
Provámos a bela da "giribita" e mais não quisemos, pois havia pessoal que ainda vinha a ressacar, eh eh eh!!!
Fotos, não há, pois não gosto de tirar fotos em andamento. Os espalhanços que vi, nestas lides, ainda os tenho na memória. Parar, também não dá jeito, pois a malta aproveita logo para dar à sola e cá o velhote já não tem "pachorra" para andar em correrias, para trás e para a frente, para que a rapaziada fique toda "estilosa" na foto. Quem quiser, que se ajeite, como diz o outro!!!
Bom, com o aquecimentozinho a "álcaro", subtraído da "giribita" do Ti Zé, a subida para a Sarnadinha foi um figo, o acompanhamento habitual da dita "giribita".
Paragem em Alvaiade para encher o bidon e toca a descer para Vila Velha de Rodão, passando pela Távila e Gavião de Rodão.
A ideia, era parar na Padaria, na zona industrial para o bolinho e café, mas estava fechada, pelo que seguimos para as Bombas de Combustível, não para atestar as máquinas, mas para o cafézinho matinal.

O azimute já estava traçado, em direcção á urbe e sempre e subida, passámos o Coxerro, a Serrasqueira e Sarnadas, entrando depois no velho IP2, onde a velocidade aumentou um pouco até Castelo Branco, onde chegámos pelas 12h40, com 75 kms pedalados, numa bela manhã para a prática da modalidade, após uma semana bastante chuvosa.
<>
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Trilho espectacular"

Hoje, estive preguiçoso e não fui pedalar.
Fica um vídeo para manter a malta descontraída e a sonhar!!!
<>

Ena n' pu from Piston on Vimeo.


<>
Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

"Down Town em Taxco - México"

Como a chuva e o vento me inibem de pedalar, aí vai mais um pequeno vídeo, para descontrair!!
<>
Um pouco diferente, mas espetacular!!!
<>

<>
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

"Para descontrair"

"Neste pequeno interregno, enquanto a chuva substitui o sol . . . uma mirada neste belo trilho, para descontrair!!!"
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC

domingo, 13 de fevereiro de 2011

"Pedalada à chuva"

Depois do "puxanço" de ontem, nada melhor que uma voltinha de recuperação activa, como mandam as regras.
Ontem, combinei com o Silvério a voltinha de hoje, se não chovesse!!!
Tudo bem. Pelas o8h30, espreitei à janela e não chovia, apesar do dia bastante cinzento e a ameaçar chuva.
Mas não havia de ser nada. Poderia ser que não chovesse.

Logo para começar o dia, tive dois furos, ainda dentro da garagem. O Silvério que já me esperava junto ao Modelo, acabou por vir a meu encontro.
Saímos já pelas 09h45 e fomos beber o cafézinho matinal a S. Miguel D'Acha, ao café da D. Maria.
Até aqui tudo bem, não choveu. No entanto, quando começámos a descer para a ponte da Ribeira de S. Miguel, a chuva começou a aparecer.
À passagem pela Orca, o destino estava marcado. Iamos apanhar uma valente molha.

Dito e feito. Foi em passo de corrida, ou melhor, em pedalada de corrida, que tentámos "atalhar" o tempo de chegada a casa.
Passámos pelas Zêbras, Vale da Torre e Lardosa. A seguir a Alcains, parecia um dilúvio e já tinha dificuldade em ver a estrada.
Que grande molha!! Já há uns tempos que não apanhava uma destas. Mas lá diz o ditado . . . quem corre por gosto, não cansa!!!
Foram os 70 kms mais humidos, pedalados este ano. Espero que sejam os únicos!!!
<>
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC

sábado, 12 de fevereiro de 2011

"Rota do Alcaide"

Hoje, a aventura, decorreu na bonita Serra da Gardunha, onde este ano quero fazer umas quantas incursões. Quero conhecer melhor a Serra da Gardunha!!! E vou fazê-lo!!!
Pelas 07h15 fui buscar o Silvério com a minha "ramona" e rumámos ao Fundão.
Chegámos pelas 07h45 e quase em passo de corrida entrámos na Pastelaria "Arte & Doce", junto ao local onde deixámos a viatura.
Depois dum bolinho, ainda quentinho e um cafézinho, um abatanado para o Silvério, fomos então tratar das bikes.
Estava uma manhã fria e com nevoeiro baixo na zona do Fundão, que nos manteve arreganhados durante a primeira hora, dando depois lugar a uma linda manhã primaveril.
Saímos do Fundão pela Quinta do Padre Leal e Quinta das Nogueiras, em direcção a Valverde.
Passámos a aldeia e pela Grade de Ouró, chegámos ao Carvalhal, pedalando por trilhos de baixa dificuldade, pela Azenha Nova e Chãos, até chegarmos às Donas.
Aqui, a primeira difuldade do dia, com a subida pela zona dos Folhadeiros e da Serra, até S. Macário.
Junto ao Santuário, virámos à esquerda, agora em direcção ao Alcaide.
Com passagem pelo Vale Serrão, Covão e Malhadil, chegámos à estação da Fatela, onde iniciámos a grande subida do dia ao VG da Cortiçada e antenas do repetidor.
Para grandes subidas, grandes descidas, mas esta, muito mais curta, seguindo depois o estradão pelo Alto da Serra até à grande curva do alto de Alpedrinha.
descemos ao Chafariz Novo, onde comemos algo mais sólido e descansámos um pouco.
já um pouco mais refeitos da dureza da subida, continuámos, entrando no estradão que passa nas traseiras da antiga serração e sobre os tuneis, até à Canada, onde virámos à direita, entrando num dificil trilho, muito técnico e curvilínio, tendo que desmontar e fazer uma centena de metros a empurrar a "dita", numa zona de denso matagal, onde o trilho já mal se via.
Chegámos à casa Florestal de Alcongosta e por alí nos mantivemos um pouco, apreciando aquela fantástica panorâmica e ganhando coregem para a adrenalínica descida que se seguia, também ela a puxar pelos dotes técnicos, que no meu caso, ainda estão uns níveis abaixo do desejado.
Descemos a Alcongosta pelo percurso do PR1, virando depois para a Azinhaga da Amoreira e Azenha Nova, chegando de novo ao Fundão, junto à Estalagem da Neve, pelas 12h15 com 39 kms pedalados, nalguns dos bonitos trilhos da Serra da Gardunha.
Após arrumarmos a bikes na "ramona", regressámos á cidade, após uma manhã cheia de bons momentos, magníficas paisagens e uma vontade terrível de dormir uma "sestinha" a seguir a um bom banhinho e um reconfortante almoço.
<>
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC