quinta-feira, 12 de setembro de 2013

"Vilar Barroco"

Vilar Barroco
Extremamente isolada, esta freguesia é uma das mais distantes da sede de concelho e não possui comercio nem industria de vulto. É a freguesia com menos habitantes de um concelho já de si pouco populoso.
A freguesia encontra-se profundamente marcada pelo percurso da ribeira da Malhadancha, que desagua no rio Zêzere junto a Cambas. E também pela Serra do Moradal e os seus afloramentos rochosos, pois nela se encontra o seu ponto mais alto.
Quer na serra no sopé da qual se encontram a maioria das aldeias, quer no vale da dita ribeira, existem lugares praticamente inexplorados e de extraordinária beleza, com quedas de água, poços gravados na rocha e uma paisagem deslumbrante, nalguns locais em estado quase selvagem.
Hoje, na companhia do Jorge Palma fomos dar um passeio pela zona do pinhal, com passagem entre outras aldeias, pela bonita e castiça aldeia de Vilar Barroco.
Saímos como vem sendo habitual pelas 07h30 da Rotunda da Racha em direção ao alto da Foz do Giraldo, com passagem por Salgueiro do Campo e Lameirinha.
Depois de muitos kms de subida lá chegámos ao alto da Foz do Giraldo, onde virámos à esquerda para a M.238 que continuou em sentido ascendente ainda durante alguns kms, até começarmos a descer para o cruzamento das Sarnadas de S. Simão, com um fantástica visão sobre o vale e Serra do Moradal.
Virámos à direita, agora para a M.526 e com passagem pela Póvoa da Ribeira chegámos a Vilar Barroco.
Aldeia extremamente isolada e já de poucos habitantes faz parte deste bonito percurso até ao Orvalho, percorrido por uma espetacular estradinha panorâmica, toda ela cheia de encanto e paisagens fenomenais.
Não parámos na aldeia e continuámos por Vilarinho até ao Orvalho, com uma pequena paragem na fonte sobranceira à cascata da Fraga da Água d'Alta para atestarmos bidons e darmos uma espreitadela no local.
No Orvalho parámos no café junto à estrada para a matinal dose de cafeína e dois dedos de conversa.
Regressámos ao alto da Foz do Giraldo, com passagem pelas Casas da Zebreira e seguimos o mesmo trajeto em sentido inverso até Castelo Branco, onde chegámos pelas 12h30, com 101 kms pedalados pela zona do pinhal e recônditas aldeolas rodeadas de paisagens deslumbrantes.
Uma paragem no "Meu Café" nas traseiras do estacionamento do Continente para uma merecida sossega com uma bebida fresca selámos  esta nossa agradável voltinha de hoje "cavalgando" as nossas "finórias".
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

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