domingo, 16 de novembro de 2014

"Passeio asfáltico por Lentiscais e Alfrívida"

Hoje, na companhia do Jorge Palma, Paulo Jalles, António Leandro, Paulito e Afonso, fomos passear as finórias para os lados do Rio Ponsul.
A concentração foi junto ao parqueamento do Continente/Modelo e pouco depois das 08h00, fizemo-nos à estrada, abandonando a cidade pela zona industrial.
Cruzamos o IP2 e pela variante, entroncamos na N.18.8 junto à Sapateira.
Descemos ao Rio Ponsul, hoje bastante turvado das águas pluviais e da descarga das barragens espanholas, continuando até aos Lentiscais, onde parámos no café do João, O Caçador, para a matinal dose de cafeína.
Até ao rio, fomos contemplados com um manto de nevoeiro, que tudo indicava nos iria complicar a voltinha matinal, mas, após cruzar a ponte, este desapareceu, dando lugar a um sol tímido e preguiçoso, mas que bem soube.
Descemos de novo ao rio, onde se encontra agora o novo cais e onde atraca o barco turistico "Balcon del Tajo", que faz a travessia Lentiscais - Cedillo e vice versa.
Seguimos para Alfrívida, e aí me despedi da rapaziada, pois tinha que chegar a casa cedo, para me aprontar e estar em Cardigos pelas 13h00, para mais um almoço de família, desta vez comemorativo dos 84 anos do meu "velhote!"
Subi aos Cebolais de Baixo e com passagem por Cebolais de Cima, cheguei a casa pelas 10h45 após 58 kms pedalados em modo recreativo e animada companhia.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

2 comentários:

Francisco Romão disse...

Boa terra boa gente.
Eu sou dos Perais.
Passados quase 40 anos, voltei lá de bicicleta. Parei no praça em frente à igreja, onde abancavam os mais idosos. Parei, virei-me para eles e perguntei: Então vocês não me conhecem ? qual foi o meu espanto, que ao virar da esquina estava um pintarolas de outros tempos e sai de lá de braço esticado a apontar para mim. Eu conheço-te. é o filho do António carteiro. És o chico, o mais velho. Depois de uma breve conversa, regressei a casa até à Covilha, de lágrima no olho.

AC disse...

Amigo Romão, esse é um daqueles momentos em que nos deixamos vencer pelo saudosismo, sempre em busca de uma juventude, que por muito que tentemos, já não volta.
No entanto, são momentos como esse, que nos fazem de certa forma rejuvenescer um pouco e sentir que ainda somos reconhecidos. Grande abraço.