domingo, 20 de maio de 2007

"Uma visita aos Amarelos e Sarnadas de Rodão"

Pensamento:
"Nada mais tão útil ao homem, como a resolução de não ter pressa"
(H. Thoreau)

.o0o.


Percurso no google



Altimetria

.o0o.


Hoje equacionei ir andar sózinho de BTT.Primeiro, por ser o dia seguinte à Maratona de Idanha e segundo, por a previsão meteorológica ser de chuva.
Por isso, deduzi que o pessoal estaria a recuperar do "empeno" do dia anterior e os que não foram à Maratona teriam medo da chuva.
Fiz uma má avaliação
Quando cheguei ao P. Infantil da Pires Marques vi logo o Fidalgo e logo de seguida chegou o Dino. Entretanto chega o Arlindo montado na sua velhinha B1 HT.
Já eramos 4.
Fiquei um pouco mais animado, tanto mais que tinha decidido ir até à zona de Amarelos e Sarnadas, confirmar umas ligações de trilhos para amenizar uns topos de sobe e desce, pois o acumulado do raid do rei Wamba já tem que chegue, se lhe pudermos extrair alguma coisita, a malta agradece.
Lá partimos os 4 em direcção aos Amarelos.
Saímos pela Quinta do Socorro e rumámos ás piscinas Municipais, parqueamento do Jumbo e passámos pelas traseiras da padaria do Montalvão para termos acesso à Barragem da Talagueira, onde encontrámos um "montão" de malta a pescar.
Aquele peixe deve ser saboroso e estar gordinho com tanta "merda" que "vitamina" as águas daquela barragem.
Continuámos até à zona oeste da Zona Industrial pelo estradão que vem do Ribeiro da Seta e descemos para o Baixo da Maria para apanharmos o estradão para as Benquerenças.
Entrámos na estrada que dá acesso à povoação junto ao antigo "Bataclã", recordação armazenada apenas na memória dos mais velhinhos e apanhámos de novo o estradão junto ao depósito suspenso que nos levou até à passagem inferior junto à linha férrea, para termos acesso ao antigo apeadeiro do Retaxo, onde tomámos café.
Dali seguimos para os Amarelos pelo Vale Pinto.
Nos Amarelos andámos um pouco à roda para decidir qual o trilho mais directo aos meus objectivos.
Depois de encontrado o trilho, rumámos às Sarnadas de Rodão, circulando pelo interior da povoação e descendo para a estação ferroviária, passámos na passagem superior que dá acesso à EN18 que cruzámos e continuámos até à Fonte Nova, onde parámos para comer e dar dois dedos de conversa.
Dali encetámos o regresso à cidade, pois já tinha delineado os trilhos que pretendia naquela zona.
Passámos pela Portela da Vila e traseiras das Bombas da Galp na IP2 e seguimos paralelos áquela via até à Represa, para seguidamente entrarmos nun single track que nos levou à estrada que dá acesso ao Complexo das Olelas.
Mesmo à entrada do recinto, o Dino teve um furo na roda traseira da sua ainda brilhante "Rockrider".
Substituiu-se a câmara de ar em animada cavaqueira, mas o pior ainda estava para vir.
Na descida rápida das Olelas e numa curva com inclinação negativa, o Dino sai disparado da bicicleta e cai numa zona de mato ardido com paus de esteva queimado que são autênticos estiletes.
Graças a Deus não se magoou, foi mais o aparato.
A origem da queda está bem documentada em fotos que apresento nesta postagem.
O pneu da frente saltou do aro ao curvar, ficando como as imagens documentam. Como é possível!!!
Não se magoou a sério, por puro milagre.
Já refeitos do susto e o Dino também não é rapazinho para ficar a chorar pelos cantos, montámos nas biclas e continuámos com a mesma animação como se nada tivesse acontecido, em direcção à cidade, onde chegámos pouco depois das 13h, com 50 kms percorridos em ritmo alegre.
.o0o.
Terça Feira, dia 22, se quiseres pedalar aparece pelas 08h30 no P. Infantil da Pires Marques.
Até lá
.o0o.

Sem comentários: