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"A ver o Ponsul"

Pensamento:
"Os anos ensinam muitas coisas que os dias desconhecem"
(autor desconhecido)


Percurso no Google

.o0o.
Apesar de algum vento, hoje o dia apresentou-se solarengo e ainda assim, apetecível para dar umas pedaladas.
Pelas 08h30, juntei-me à malta na Pires Marques, para mais um dos nossos passeios domingueiros.
Hoje, fomos 7 os que quiseram partilhar comigo umas pedaladas. Nuno Maia, Dino, Marcelo, Joaquim Cabarrão, Jorge Palma, Agnelo Quelhas e Ruben.
Após a escolha da zona para a volta de hoje, fomos para a zona do Ponsul.
Saímos em direcção ao Quinteiro e ao primeiro pequeno obstáculo, o Nuno Maia desiquilibrou-se a subir uma pedra e ao sentar-se pesadamente sobre a parte traseira do selim, partiu o espigão, um FSA de carbono??????, ou seja, uma finíssima película de carbono que envolvia o plástico que partiu de forma redonda.
A saber:
Como é do conhecimento geral, o carbono é uma fibra caríssima. Portanto, quem compra carbono a preço acessível, das duas uma, ou na loja se enganaram no preço, ou de carbono pouco ou nada tem. E ainda!!! O carbono, quer queiram quer não, é preto, cor de azeviche. Quem compra carbono branco, azul, vermelho, eu sei lá, desconfie, pois as resinas podem-se colorir, o carbono não.
Ok. acabo já a seca!!!
Voltámos atrás à minha garagem para emprestar um espigão em alumínio com o respectivo selim, um Selle Itália SLR, ao Nuno Maia, para continuarmos a nossa voltinha.
Tornámos a sair pelo Quinteiro, passámos o Monte do Zeferino, Cutileiro, continuámos pela Rebouça de Baixo, Chão da Granja e Monte do Pombal, onde nos encostámos ao Rio Ponsul durante algum tempo e junto à sua margem direita, merendámos debaixo duma figueira.
Já mais recompostos, seguimos para a Granjinha de Baixo para dar início à longa e pedregosa subida que nos levou até quase ao arraial dos Bouchalinos.
Ali, virámos à esquerda para a "adrenalítica" descida para o Compasso de Baixo.
Passámos o pontão da Ribeirinha e toca a subir até aos Quintalréis de Cima e Capa Rota, para apanhar seguidamente asfalto até Castelo Branco, passando pela Pedra da Garalheira, o monumento mais conhecido da malta betêtista.
Já à entrada da cidade, onde chegámos pouco depois das 12h, com 42 kms percorridos, a malta dividiu-se, seguindo o maior grupo em frente e eu e o Nuno Maia pelo Bairro das Fontainhas.
O Nuno Maia já só queria asfalto, pois trazia o "rabinho" maltratado pelo SLR.
O que se pode dizer de quem está habituado aos sofás de luxo da SMP.
Para mim, só para ver televisão sentado na Bike.eheheheh.
Hoje foi um "passeiozito" bastante engraçado e com alguma dureza e creio que toda a malta gostou apesar da já habitual "resmunguisse" do Marcelo quando se aproximam as subidas.
Pudera!!! Com aquele avião, até eu resmungava. Porém, resmunga, mas muito raramente é o ultimo a chegar. Alguma rapaziada das "light weights" esfarrampam-se atrás dele.
Hoje, para que conste, os pesos pesados aguentaram-se lindamente, caso do Joaquim Cabarrão que está a atingir uma forma invejável, o Marcelo que já nem o "air bag" estorva e o Nuno Maia, que a continuar assim, muda de classe com dispensa à oral.
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Terça Feira hà mais pelas 08h30. Comparência no Parque Infantil da Pires Marques.

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Atenção Malta!!
Dia 03 de Junho hà "RAID" ao Castelo do Rei Wamba" com vistas espectaculares para as Portas de Rodão".

Distância: Cerca de 80 Kms
Dificuldade Fisica: Média
Dificuldade Técnica: Média

Chegada fora do horário habitual de almoço.

Para o pessoal menos preparado, haverá percurso alternativo.

Não esquecer a alimentação e a hidratação.

ATENÇÃO: Só para sofredores e para quem goste de dar cabo do "canastro"

Não hà médias altas nem baixas: o andamento será ajustado ao grupo.

A partir de hoje, vou passar a chateá-los com um RAID mensal: seguem-se "Gardunha", "Cedillo" (Barragem) e outros.

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Comentários

F disse…
Boas amigo AC. Foi mesmo uma excelente ideia esta dos Raids. Se não fosse ter compromissos familiares no dia 3, acompanhava-o nesSa que promete ser uma bonita aventura em BTT. Fica pá próxima - Gardunha ou Cedillo. :-)

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