terça-feira, 16 de setembro de 2008

" Volta ao Vale"

Já tinha saudade duma voltinha relaxante como a de hoje.
Quatro companheiros uniram-se hoje na Pires Marques para a voltinha das terças e com uma estreia.
AC, Filipe, Joaquim Cabarrão e Nunes, o estreante, foram os protagonistas do pequeno raid de hoje.
Saímos do local de encontro habitual pouco depois das 08h, depois de combinarmos ir tomar café aos Lentiscais, molhar o pézinho no Ponsul e beber uma bjeca na Boa Esperança e assim foi.
Saímos pela antiga quelha do Ribeiro das Perdizes, que anualmente palmilhava com o farnel às costas, quando era "puto" para ir à Romaria da Sra de Mércules, velhos tempos, hoje quase alcatroada na totalidade e rumámos ao S. Martinho, que contornámos, descendo para a N.18 que cruzámos para apanhar o trilho que nos levou à Ponte do Ponsul, com passagem no Monte do Vedulho, agora um pouco mal cheiroso derivado à lixeira ali existente, descendo seguidamente pelo Monte Clérigo para o Monte do Chaveiro, que nos deu acesso à Ponte.
Passámos a Ponte Nova e virámos à direita iniciando a subida para o Monte do Pardal e já no planalto pedalámos até ao Monte do Valmedra, onde virámos à esquerda para os Lentiscais, onde chegámos após aquela arfante subidinha.
Dirigímo-nos ao Café Pescaça, mas o Ti João lá nos lixou mais uma vez com o dito fechado a sete chaves, pelo que tivemos de retroceder e ir tomar o cafézinho ao Centro Social.
Já aconchegadinhos montámos as nossas "burrinhas" e pedalámos em direcção ao Talefe dos Madeiros, continuando pelo Monte da Assentada, Picado de Baixo e Picado de Cima, de novo até à N.18, desta vez junto ao Cruzamento para Monforte da Beira, estrada que seguimos durante umas centenas de metros até entrarmos no estradão que divide os Montes dos Cancelos e Negrete até ao Talefe dos Cachimbos.
Passada a Malhada do Azinhal iniciámos a descida para o Rio Ponsul na Malhada das Queijeiras.
Passámos o rio apeados, apenas o Filipe fez uma tentativa frustada de o atravessar na bike, coisa que já conseguiu, mas desta vez a coisa não lhe correu bem.
Já do outro lado, no Monte do Pombal, encostámo-nos ao Ribeiro das Casas, que ladeámos durante algum tempo, contornando seguidamente o arraial para entrarmos em velhos trilhos que nos levaram aos Quintalreis de Baixo e de Cima, sempre em subida até à Capa Rota, onde entrámos no asfalto que já não largámos até aos Desembargadores, onde virámos à direita para as Fontainhas e Boa Esperança, para finalmente bebermos relaxadamente um par de bjecas bem fresquinhas que rápidamente arrefeceram o "radiador" que já fervia após 54 kms de pedaladas com a sempre bonita passagem pelo Vale do Rio Ponsul.
Desta vez e como referido no início do post, juntou-se ao grupo o Nunes, um companheiro que nos fez uma óptima companhia e que espero volte a pedalar connosco. Cá o esperamos!!

Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos
AC

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