domingo, 25 de maio de 2014

"Ninho do Açor pela Serra de São Brás"

Esta semana andei entretido a fazer uma revisão completa à minha "touring bike", preparar a montagem da "albarda" para levar os alforges, pois vai levar o dono a uma fantástica passeata, muito em breve. Ver coisas lindas em completa autonomia!
Hoje, foi dia de dar uma voltinha com ela para ver se estava tudo em ordem e me habituar de novo  à sua geometria de roda 26.
Fui ter às Docas para o passeio dominical e comigo, compareceram o Dário Falcão, Luís Lourenço, Nuno Eusébio, Abílio Fidalgo e Pedro Barroca.
Saímos da cidade pela Milhã em direção à Tapada das Figueiras.
Rumámos depois ao Penedo Gordo e descemos à Ponte de Ferro, para enfrentarmos a primeira dificuldade do dia à Capela de S. Lourenço.
Passámos pelo Palvarinho em direção ao Salgueiro do Campo, mas não chegámos a entrar, propriamente dito, na povoação, seguindo para a Cruz das Almas e passadouras do Tripeiro.
Aqui efetuámos a primeira paragem do dia para comermos algo enquanto púnhamos a conversa em dia.
Saímos daquele bonito local e tomámos a direção da Serra de São Brás, um caroço sempre difícil de ultrapassar, pelo piso bastante pedregoso e uma pendente já a puxar para o arfanço.
Mas desta vez a malta ia decidida e lá conseguimos subi-la em cima "dela"!
Descemos a serra pela outra encosta e fomos em direção ao Ninho do Açor com passagem pelas Ferrarias.
mais uma paragem num café local para um par de "nêgas" e vamos embora que se faz tarde.
Descemos ao Vale de Prande e tomámos a direção ao Freixial do Campo.
Deixámos o Nuno Eusébio nas proximidades de Tinalhas, pois ia para a Póvoa de Rio de Moinhos.
Passado o freixial, passámos por Santa Catarina e Quinta de Valverde, para entramos mais tarde na cidade, pela Atacanha.
O Luís deixou-nos na Quinta dos carvalhos e eu, o Dário e o Fidalgo, ainda fomos beber mais uma "neguinha" ao Golfinho, para a sossega.
Mais uma  manhã catita de boas pedaladas campestres, na companhia da sempre animada rapaziada, que se costuma juntar nas Docas pelo domingos, que culminou com 66 kms pedalados à nossa maneira, na galhofa e em boa harmonia.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

1 comentário:

Silvério disse...

Mais uma interessante voltinha dos amigos albicastrenses e uma reportagem que ajuda a recordar e a não esquecer, lindos e saudosos lugares!
Abraço
Silvério