quarta-feira, 6 de agosto de 2014

"Bafareira"

Ontem foi dia de passeio asfáltico, na companhia do Nuno Antunes, Vasco Soares e António Leandro.
Saímos da Rotunda da Racha pelas 07h e abandonámos a cidade em direção à Bafareira.
Descemos ao Rio Ocreza e subimos aos Vilares e mais à frente, no Cabeço do Infante, parámos para a matinal dose de cafeína, no nosso café habitual, à entrada da aldeia.
Seguimos depois para as Sarzedas, onde fletimos à direita em direção ao Pomar.
No cruzamento do Pomar, o Leandro "baldou-se" e seguiu em frente, em direção às Sarnadas de S. Simão e nós, descemos ao Pomar para enfrentar a dura subida em direção ao cruzamento para a Bafareira.
Foi um alívio quando vimos a placa indicativa da aldeia, com uma boa descida para descansar.
Mas foi sol de pouca dura. Mais um bom par de duras subidas, antes de completar os 8 kms que nos separavam da aldeia.
A paisagem era maravilhosa e única, com a estradinha recém asfaltada a rasgar as encostas em direção às profundezas, no nosso caso, até à Aldeia da Bafareira, banhada pela ribeira do mesmo nome.
Sair dali, era uma das coisas que nos vinha atormentando, quando pusemos a vista na aldeia.
A sua saída, em empedrado irregular e com alguma areia, aliado à sua forte inclinação, estava a mexer com a "cuca".
Mas, apesar de não ser uma pera doce, também não foi nada agigantado. Uma subida normal, dificultada pelo seu tipo de piso.
Até ao alto do Estreito, foi sempre a bom subir, uns quantos kms, apenas facilitados pela esplêndida paisagem ao alcance dos nossos olhos.
No Estreito parámos para uma bebida fresca no café/supermercado e dar dois dedos de conversa.
Seguimos depois em direção ao Alto da Foz do Giraldo, com mais uns kms ascendentes, para não perder a prática.
Na fonte, atestámos bidons e relaxamos, nos bons kms de descida até ao cruzamento do Chão da Vã, com passagem pela Lameirinha.
Seguiu-se o Salgueiro do Campo, a última povoação, antes de entrarmos na cidade, pelas 12h00, com 95 kms de bom pedalar, por locais de rara beleza e bonitas aldeias, cravadas entre as serras do Muradal, Caniçal e Mougueiras.
A derradeira paragem deu-se no café junto ao parque de estacionamento do Continente, para a pequena tertúlia da praxe, que terminou com as habituais despedidas e até á próxima!!
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

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