sábado, 23 de agosto de 2014

"Passeio asfáltico pelo Pião e Vilar Barroco"

Para que o meu passeio montanhoso da passada quinta feira não ficasse solitário, juntei-lhe hoje mais uma volta também com algum perfil de montanha, para ver como é que anda o corpinho cá do "rapaz!" e derreter mais uma camadita do "toucinho" acumulado pelas feriazitas, onde troco, de bom grado, a bicicleta por uns bons "manjares" e um bom par de iguarias . . . depois, bem . . .depois conto com a minha "ézinha" e com a minha "santa", para voltarem a alisar a "coisa" . . . e lá vamos tentando, pois então!
Hoje, com duas baixas de vulto no pelotão, talvez por ainda estarem a soro, fomos dar uma voltinha pela zona do pinhal.
Apareceram na Racha, além de mim, o Nuno Maia, o Rui Salgueiro e o Pedro Roxo e, pelas 07h10, abandonámos a cidade em direção ao Cabeço do Infante, com passagem pela Taberna Seca e Vilares.
À entrada do Cabeço do Infante, parámos no café ali existente, para a matinal dose de cafeína e dois dedos de conversa.
Seguimos depois para Sarzedas, onde fletimos à direita para a Azenha de Cima.
À entrada do Pé da Serra, virámos à esquerda para enfrentar a mítica subida do Pião, evitada por uns e mistificada por outros, mas o que é fato, é que é apenas uma subida como tantas outras, com umas centenas de metros bem puxadinhos, é um fato, mas acho a publicidade um pouco exagerada e a placa indicativa dos 20% é um logro, pois a subida não tem tal inclinação, apesar de não estar muito longe.
Chegámos ao Pião e continuámos para Poeiros e Ribeira da Azenha, para mais à frente entroncarmos na N238, que seguimos até ao cruzamento para as Sarnadas de S. Simão.
Aqui, virámos à esquerda e rumámos ao Orvalho, com passagem por Póvoa da Ribeira, Vilar Barroco e Vilarinho.
No Orvalho, efetuámos no paragem para nos refrescarmos com uma bebida fresca e continuámos em direção à Foz do Giraldo, com passagem pelas Casas da Zebreira.
A partir daqui tudo foi mais fácil com o percurso, agora em sentido mais descendente até quase ao Salgueiro do Campo, onde voltámos a parar para encher bidons com a fresca água do seu chafariz.
Pouco mais de uma dezena de kms já estávamos em Castelo Branco, ainda com tempo para uma pequena tertúlia no café nas traseiras do Continente, onde bebericando um par de "nêgas" fresquinhas, demos por terminado o nosso passeio asfáltico de hoje, que culminou com 105 kms, numa excelente manhã para a prática deste nosso desporto lúdico, com a temperatura e os excelentes companheiros de hoje a contribuírem para que tudo corresse na perfeição.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

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