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"Monsanto, aldeia histórica de Portugal"

Apesar da reunião da malta ter sido na Rotunda da Racha, hoje foi dia de resposta a um convite efetuado pelo Nuno Maia, para uma volta até Monsanto, a aldeia mais portuguesa de Portugal.
Por isso, detentora do galo de prata, troféu cuja réplica que ainda hoje, permanece no cimo da Torre de Lucano, um dos seus mais conhecidos monumentos.
Nove companheiros, responderam à chamada, eu, o Jorge Palma, Nuno Maia, Vasco Soares, João Valente, Rui Salgueiro, Nuno Eusébio, Luís Lourenço e Chris Chapman, um simpático inglês, que veio de Proença-a-Nova partilhar connosco este agradável passeio asfáltico.
Depois de um compasso de espera por alguém que pudesse vir mais atrasado, iniciámos a volta de hoje, rumo ao Ladoeiro, com passagem por Escalos de Baixo.
Parámos no Café do Valente para o cafezinho da manhã e seguimos para Alcafozes via Sra da Graça, onde mudámos de direção, agora para a barragem de Idanha, passando pelo cruzamento.
À entrada para Alcafozes, na rotunda de acesso, virámos o azimute para Medelim e, no alto, após a passagem pelo cruzamento de Idanha-a-Velha, virámos à direita para e estradinha panorâmica que nos levou a Monsanto, com passagem pelo Carroqueiro e Eugénia, onde demos início à subida àquela bonita povoação.
Parámos no miradouro, onde pudemos apreciar uma fantástica paisagem, a perder de vista e onde tirámos a foto de grupo, para mais tarde recordar.
Descemos à Relva e seguimos para Medelim, continuando para Proença-a-Velha, onde a malta sempre sofre um pouco com a passagem pelo seu terrível empedrado.
À saída da aldeia, tomámos o rumo a S. Miguel D'Acha e descemos a S. Gens, com o ritmo a aumentar substancialmente até Castelo Branco. Apenas abrandou um pouco à passagem pelos Escalos de Cima, para reagrupar. "O cheiro a comida tem lá porras!!!"
Chegámos à cidade com o badalo da torre do relógio a malhar nas 13h e com 112 kms pedalados num grupo animado e bem disposto.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

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