quinta-feira, 2 de junho de 2011

"Monforte da Beira"

Hoje, fui dar mais uma voltinha com a Canyon Aeroad, na companhia do amigo Pedro Barroca.
Resolvemos ir tomar o cafézinho matinal a Monforte da Beira.
A manhã, algo fria e muito ventosa, não era lá muito convidativa, mas ainda assim, não nos demoveu de dar as nossas pedaladas.
Rumámos aos Escalos de Baixo e Ladoeiro, onde o forte vento frontal nos dificultava a progressão.
No Ladoeiro, virámos à direita para Monforte da Beira e fizemos a paragem programada, no Café do Joaquim Padeiro.
Seguimos depois para os Lentiscais e na Ponte sobre o Rio Ponsul, parámos para observar a paisagem e ver como um cardume de peixes, que andava quase à tona da água, "gozava" com um pescador que ali se encontrava a "dar banho à minhoca".
Tirámos um par de fotos e fomos até Alfrívida, subindo depois aos Cebolais de Cima, tendo hoje mais um obstáculo, além da conhecida subida . . . o vento frontal.
Sempre em conversa animada, quando o vento o permitia, lá concluímos os 86 kms da volta de hoje, chegando à cidade pelas 12h, depois de um bom "par" de retemperadoras pedaladas.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC

1 comentário:

Silvério disse...

António, para além de uma voltita bastante simpática, não há duvidas que com o jersey que envergaste ficou muito mais agradável.
Pura coincidência, mas hoje acabei por dar uma voltita a solo que acabou por ser uma cópia, embora rasca, desta vossa.
Já há algum tempo que tinha vontade em fazer a "monheca", em sentido contrário áquele que considero o mais comum, por ser o que acontece mais vezes.
Aconteceu hoje, depois de honrado o compromisso matutino, lá fui eu, CB -> Escalos de Baixo -> Monheca, a descer -> Ladoeiro -> Monforte + Abatanado -> Malpica -> CB, onde cheguei a tempo de honrar outro compromisso ao meio-dia.
Agora tenho de relatar algo que vi deveras impressionante, ao longo da estrada, deparei-me frequentemente com DOIS rastos, tipo riscos pretos, no piso, que me intrigaram. Mais tarde percebi, foi tal a potência que os meus amigos António e Pedro colocaram no dia anterior que ainda se registavam marcas nos chão, ah valentes.
Um abraço
Silvéro