domingo, 6 de julho de 2014

"Btt musical"

Mais uma manhã domingueira e de pedalada campestre, com a habitual concentração nas Docas, pelas 08h00.
Eu, Luís Lourenço, Sérgio Marujo, Abílio Fidalgo, Álvaro Lourenço, Dário Falcão, Pedro Antunes e Nuno Eusébio, foram os protagonistas do passeio "musical" de hoje.
A famosa opera rock Jesus Christ Superstar, foi o tema dos 40 kms percorridos durante a manhã.
Com voz afinada ou desafinada, toda a malta espalhou alegria e divertimento durante todo o percurso, sem necessitar da ajuda das 4 garrafas de branco, as 2 de gasosa, mais 2 travessas de fêveras para palitar e meio queijo de cabra, que mandámos abaixo no Ramalhete na Represa.
Depois de abandonar as Docas, hoje com o LL como guia turístico, fomos entrar nos trilhos na zina da Talagueira, o local de passagem em direção à Tapada da Abeceira e Valejo, com a  habitual animação deste grupeto de amigos, que usa e abusa do termo lúdico, não necessita de instruções para o companheirismo e a diversão, essa, flui de forma natural, e hoje, foi um dia especial, pois o LL era "bébé".
Singles "assim" e outros "assado", trilhos para baixo e outros para cima, foi uma farturinha e então a cantar o "Jesus Christ Superstar . . . eu estou aqui . . .
 não é fácil!!! Mas nós demos bem conta do recado!!!
Com mais umas bonitas passagens pela Quinta da Lomba e Ferrarias, rodeamos as Benquerenças passamos pelo Monte Maixo e Azinheira já com o azimute apontado ao Ramalhete, na Represa.
Tinha começado a cair uma chuva miudinha. Se a "tipa" engrossasse, sempre estávamos no apeadeiro e apanhávamos o comboio de regresso à cidade.
O banquete não se fez esperar e animação não faltou em volta das fêveras, dos branquinhos traçados e do belo do queijo de cabra.
Foi quase meio por meio. Metade a dar ao pedal e metade a dar a dente. Não há quem aguente . . . e eu que queria ficar magrinho , para os amigos que seguem na minha roda ficarem nas "selfies!!!"
Depois da fantástica tertúlia no Ramalhete, fomos tentar subir às Olelas pelo single . . . e então não é que conseguimos todos. Somos mesmo bons à brava!
Então a descer é que foi sempre a abrir.
Nunca tinha feito aquela descida tão rápido. Aquilo é que foi adrenalina! Fi-la toda à procura das manetes dos travões . . . graças a Deus, consegui agarrá-las mesmo lá em baixo já a chegar ao alcatrão.

Na Caseta dos Maxiais, entrámos no asfalto pelo velho roço na N.18 paralelo ao IP2 e seguimos para a cidade com uma ultima paragem na Padaria do Montalvão para a sossega e roermos metade da outra metade do queijo que o LL levava no bolso, acompanhada de mais uns branquinhos e umas bjecas.
Feitas as despedidas lá regressámos a casa, ainda debaixo daquela chuvinha chata à brava.
E assim foi mais uma aventura dos gajos das Docas!
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

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