quinta-feira, 17 de julho de 2014

"Fomos visitar Sarzedas"

Hoje foi dia de pedalada campestre.
Combinei com o Vasco Soares, Silvério Correia e Pedro Barroca, o encontro pelas 07h00 na Padaria do Montalvão para a primeira "merenda" do dia.
Depois de "atestar" com a matinal dose de cafeína e o useiro e vezeiro pastelito de nata, fizemo-nos aos trilhos.
Passamos pela Piscina Praia e pela Talagueira, subimos à Abeceira.
Cruzámos a N233 e seguimos para as Casas do Formigo, ao encontro da primeira passagem pela Ribeira da Líria e também primeira dificuldade do dia, a subida ao Monte da Barreira.
Depois deste curto e bom arfanço, seguimos para o Rouxinol e Penedo Gordo, por onde descemos à Ponte de Ferro e nossa primeira passagem pelo Rio Ocreza.
A segunda dificuldade estava já ali, com a longa subida à Capela de São Lourenço, nas proximidades do Palvarinho, aldeia onde hoje não parámos.
Deixamos a povoação e  com passagem pelo Vale Galedete e Navelonga, descemos à abandonada Praia Fluvial do Muro, um bonito recanto na Ribeira do Tripeiro.
Hoje era dia de fazer umas subiditas e como tal, subimos às proximidades da aldeia da Serrasqueira e depois de contornar o Cabeço das Fozes, continuamos pela Malhada e charneca, até à aldeia de Sarzedas, a única aldeia do xisto que teve um título nobiliárquico atribuído. Atualmente, a torre sineira serve de miradouro para a aldeia e para a charneca que a envolve.
Parámos no Café Paraíso, que mais se poderia chamar o café estufa, tal era o calor no interior daquele estabelecimento.
Comprámos umas bebidas frescas e viemos bebê-las para a rua, onde corria uma aragem e se estava melhor.
O calor hoje já era bem "danado" e os cuidados nestes dias de pedalada têm de ser reforçados, afim de evitar as desidratações, que apanham sempre alguém distraído, ou mais competitivo.
Abandonámos a aldeia por Santa Margarida e descemos ao Vale do Mujo, cruzando seguidamente a N233, para mais á frente entrar um pouco na M546, até que virámos para a povoação das Barrocas, que acabámos por ladear.
Passámos a Lomba Chã, as Teixugueiras e a Boselha, para descermos à ribeira que ladeia os Calvos.
Subimos à aldeia que cruzámos, para efetuarmos a adrenalínica descida ao Rio Ocreza e ologo a foz da Ribeira da Líria, um local com o seu encanto.
Mais uma subida, desta vez ao VG do Canto Redondo, onde fletimos à esquerda para as Benquerenças, onde efetuámos mais uma paragem num café local, para mais uma dose refrescante.
O calor abrasava e com a cidade á vista, a malta já queria era um bom banho.
Tomámos o rumo à Quinta da Lomba e descemos à Ribeira da Canabichosa, para enfrentarmos a última subida do dia, em direção ao Baixo da Maria, já ás porta das zona industrial.
Entrámos na cidade por onde tínhamos saído, A Talagueira e a Piscina Praia e mais à frente despedimo-nos, com a promessa de novas aventuras, seguindo cada um o seu destino.
Foram 63 kms numa bem quente manhã de pedalada campestre, onde a amizade e o prazer da prática deste lúdico desporto, superaram em muito o calor abrasador que hoje se fazia sentir.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

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