sábado, 7 de fevereiro de 2015

"Gaviãozinho"

Sábado é quase sempre dia de pisar alcatrão com a minha "fininha", na companhia de quem quiser aparecer pelas 08h00 na Rotunda da Racha, ou em solitário, onde tenho um pouco mais de disponibilidade para as lides "ludicoturisticas", pois fico apenas comprometido com a minha disponibilidade.
Na companhia do Jorge Palma e Vasco Soares, fomos até Vila Velha de Rodão pelo IP2 até Sarnadas, onde fletimos para a N.18, com passagem pela Serrasqueira e Coxerro.
Com um friozinho daqueles mesmo fresquinhos, lá fomos ganhando kms e apreciando, sobretudo a partir da Serrasqueira, as fenomenais paisagens criadas pelo gelo que cobria os campos. Imagens únicas, que apesar do frio não nos poderiam deixar indiferentes. Uma beleza que nem sempre está ao nosso alcance.
Já em Vila Velha, a "visita" à Pastelaria Rodense é para nós obrigatória, pelas diversas iguarias no ramo da bolaria, que nos faz inclinar para aquele recanto.
Já com  o estômago saciado e a temperatura um pouco reposta, cruzamos a vila e subimos à Tavila, com passagem pelo Gavião de Rodão.
Cruzamo-nos por duas vezes com os concorrentes do TCC-Ultra Trail de VVRodão, uma na Távila e outra em Alvaiade.
Cruzamos a Sarnadinha e descemos ao Rio Ocreza, onde paramos para uma foto de grupo.
Seguiu-se a longa subida que nos levou ao cruzamento para o Gaviãozinho, para onde viramos o azimute e enfrentamos a sua durinha rampa com um par de seções a 16%, que "conquistamos" numa boa, sem stress!
Seguimos para a Fonte Longa e Sopegal, para mais à frente entroncarmos na N.233.
Inicialmente era para continuarmos pela Cerejeira e Sobrainho da Ribeira, mas a limitação de tempo não nos permitiu, pois o Jorge tinha compromissos e pretendia estar em casa cerca do meio dia.
Seguimos então pela N.233, passámos o Monte Gordo e, depois do Vale D'Água, o Vasco furou na roda traseira.
O Jorge continuou e nós, ou melhor, o Vasco lá se entreteve a mudar a câmara de ar enquanto eu segurava a bike . . . maravilha! desta vez não sujei as mãozinhas nem foi necessário emprestar nada.
Está provado que a autossuficiência é uma mais valia.
Já com tudo a rolar seguimos para as Sarzedas. Logo após cruzarmos a povoação passou por nós o Hélder Roque, que fez uma breve paragem para cumprimentar a malta e seguiu o se treino.
Depois de passarmos o Cabeço do Infante e os Vilares de Cima descemos de novo ao Rio Ocreza, onde eu, à saída da ponte, resolvi fazer um pouco de ciclocross com a minha "ézinha" e ir dar uma breve mirada na bonita azenha do Rio Ocreza, junto à foz da Ribeira do Tripeiro.
Depois de um par de fotos para regitar o momento, subimos à Taberna Seca e até à cidade foi um instante, onde chegamos pouco depois das 12h30, após 86 kms pedalados por alguns bonitos recantos cá do nosso condado, em ambiente divertido e amena cavaqueira.
 Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

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