sábado, 18 de julho de 2015

"Maxial da Ladeira"

Hoje foi dia de irmos dar uma passeata asfáltica por algumas das bonitas aldeias cá do nosso belo interior.
Na companhia do Jorge Palma, Nuno Maia, Rui Salgueiro e António Leandro, fomos hoje até à zona do Pinhal, num percurso um pouco mais montanhoso que o habitual, mas enriquecido por belas paisagens e pitorescas aldeias.
Abandonamos a cidade pela Milhã e fomos em direção à taberna Seca, pelo atalho do Cabeço da Barreira, para fugir à molha proporcionada pelos sistemas de rega áquela hora da manhã, pois saímos pelas 07h00.
Descemos ao Rio Ocresa e subimos aos Vilares de Cima, seguindo para o Cabeço do Infante, onde paramos no café local para a matinal dose de cafeína e dois dedos de conversa.
Saímos do café e fomos até às Sarzedas, onde fletimos à direita, rumo à Azenha de cima, com passagem pelas Gatas.
A partir da Azenha, a pendente foi sempre em sentido ascendente até às Sarnadas de S. Simão, passando pelo alto da Cardosa.
Foi então a altura de descer um pouco com a ligação à Povoa da Ribeira, seguindo para o Vilar Barroco, Vilarinho e Orvalho.
Passamos o Orvalho e seguimos para as Bogas de Baixo, onde efetuamos nova paragem para nos refrescarmos com uma bebida, no bar da praia fluvial, pois o calorzinho já se fazia sentir.
A partir dali a pendente voltou ao sentido ascendente até ao Alto da Aldeia da Ladeira, com algumas rampas a fazer ranger o crank da bike, mas a malta agora anda treinadinha das estrelas e adamastores e papam aquilo como um figuinho de S. João.
Passamos a bonita aldeia de Maxial da Ladeira, cravada numa das encostas do Cabeço Sobreiro, continuando até à Ladeira, por uma bonita estrada de montanha e com paisagens de encher o olho.
Descemos à fonte situada na curva que antecede o lugar das Casas da Zebreira e fomos agora em suave pendente até à Foz do Giraldo, para nos lançarmos depois em velocidade até à ponte sobre a Ribeira do Tripeiro, com passagem pela Lameirinha.
Até Castelo Branco, ainda passamos pelo Salgueiro do Campo e abancamos no bar sobranceiro ao parque de estacionamento do Continente, para uma bjeca fresquinha.
Uma bela manhã de pedalada asfáltica, que culminou com 111 kms percorridos por bonitas estradas e cruzando pitorescas aldeias, na companhia dum bom grupo de amigos.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

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