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Montes da Senhora"

Após o fim de semana bem carregado de pedaladas, um dia de descanso e, hoje, na companhia do Pedro Barroca, voltei às "lides" ciclísticas.
Hoje, a intenção era efectuar um percurso algo montanhoso, mas a baixo ritmo.
Como o Pedro tinha necessidade de estar em Castelo Branco entre as 12h e as 12h30, saímos da cidade pelas 07h30.
Rumámos a Vila Velha de Rodão, com passagem pelos Cebolais de Cima e de Baixo e Coxerro, parando na Padaria da Zona Industrial, para a intoxicação cafeínica e um bolinho, sempre tão apetecível naquele estabelecimento.
Subímos depois a Alvaiáde, passando por Gavião de Rodão e Távila, onde virámos para o bonito Vale do Ocreza, no local onde a Ribeira do Alvito tem a sua foz.
Passámos a Sarnadinha e entrámos na panorâmica estrada para a Foz do Cobrão, com passagem pelo Chão das Servas.
As Portas do Valmorão, são lindíssimas e alí parámos num dos seus miradouros para apreciar a aquela grandeza paisaística.
Passámos a pitoresca Aldeia de Foz do Cobrão, cruzámos a ponte, onde efectuámos nova paragem para contemplação e do outro lado, a Aldeia do Sobral Fernando, estendida na encosta para o rio, era o nosso ponto de viragem.
Tomámos então a direcção dos Montes da Senhora.
Se até ali, tinhamos feito puro cicloturismo, a partir dali havia que aumentar um pouco o ritmo, para podermos cumprir o horário estipulado e foi o que fizémos.
Agora, o percurso era um pouco mais exigente, um autêntico "rompe piernas" como dizem "nuestros hermanos".
Pássámos as Aldeias de Rabacinas e Chão do Galego e nos Montes da Senhora, efectuámos nova paragem para ingerir algo fresco e atestar os bidons, na fonte local.
Agora a lutar contra o relógio, pedalámos com mais vigor e até Castelo Branco, passámos ainda por Catraia Cimeira, Monte Gordo, Vale d'Água, Sarzedas, Cabeço do Infante, Vilares e Taberna Seca.
Objectivo cumprido. Pelas 12h, entrámos na cidade, após 100 kms percorridos num bonito percurso e numa manhã, onde o sol já apertava e nos faz antever que os dias calorosos estão aí.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC

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