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"Valbom e Lameirinha"

Hoje foi dia de Btt.
A minha "baixota" foi prendada com um par de pneus novos e hoje resolvi ir fazer uns kms para os partir e ver se estava tudo bem para a minha aventura que se inicia no próximo dim de semana.
Testada e prontinha para desfrutar dos belos e selvagens trilhos do GR113 pela Serra de Albarracin, Montes Universais e Alcarria, seguindo o Rio Tejo desde a sua nascente até Toledo, nesta primeira fase.
Hoje juntei-me ao Juca e companhia e fomos dar umas pedaladas campestres até Valbom e Lameirinha, o ponto de viragem do passeio de hoje.
Eu e mais seis companheiros juntamo-nos na Quinta das Violetas e saímos da cidade pelo Lombardo em direção à Fonte Fundeira e Rouxinol, onde descemos à Arieira e Ponte de Ferro.
Atacámos seguidamente a penosa subida ao Palvarinho, onde paramos no café junto à igreja matriz para a cafézada matinal.
Subimos ao outro extremo da aldeia pelas suas ruelas empedradas e tomamos o rumo ao Salgueiro do campo, que cruzamos em direção ao Chão da Vã, onde chegamos depois de cruzar a Ribeira do Tripé pelas passadouras.
paramos nu único café da aldeia para uma "jolinha fresca.
Subimos à Esteveira de Baixo e fomos até ao Vale de Ferradas com passagem por santo Ildefonso.
Cruzada a aldeia subimos a serra e descemos ao Valbom e Lameirinha onde pretendíamos "molhar de novo o bico" mas o café local está fechado aos domingos.
Cruzamos a N.112 e descemos ao Porto da Vila, onde encostamos à Ribeira de Almaceda, seguindo o estradão que a ladeia até à Várzea do Porto do Conde.
O Sol hoje já fazia mossa e a água ia-se esgotando nos cantis e camelbags, por isso, depois de passarmos pela Várzea Fundeira, chegamos a barbaído, onde paramos no café para um parzinho de jolas, que tão bem souberam.
saimos do Barbaído já mais hidratados e tomamos o rumo do Vale da Zebreira e Mansama, contornando o Juncal do campo, subimos à M.550 pela Palhota, uma subidinha que também faz "impar" um pouco.
O Tó Bispo começou a atentar a malta, dizendo que o sogro costumava lá ter umas bjecas fresquinhas e lá tivemos que ir confirmar indo então até ao Freixial.
Era verdade sim senhor. Havia mesmo umas bjecas fresquinhas e uns "gelados" de torta de laranja que estavam uma delícia.
Deixamos a aldeia e pelas Quintas de Valverde chegamos à M.551 que seguimos até á Tapada das Figueiras, onde me despedi da restante rapaziada e na companhia do Zé Manel regressamos à cidade.
Foram 71 kms de boas pedaladas, em excelente companhia e animado passeio por alguns dos belos cantos e recantos cá da nossa Beira.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

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