quinta-feira, 30 de outubro de 2014

"Passeio de Btt pela Carapetosa"

A convite do Carlos Sales fui hoje passear a minha "Santa" ali para os lados da Carapetosa.
Marcámos encontro pelas 08h00 na Pastelaria "A Ministra" e ali tomámos a matinal dose de cafeína.
Seguimos depois em direção à Piscina-Praia, abandonando a cidade pela Talagueira.
Subimos a encosta e descemos para a Tapada da Abeceira, onde nos entretivemos num algo escorregadio single motard, até ao Ribeiro da Velha.
Depois de enfrentarmos a primeira subida do dia descemos para o Vale da Cruz, para subirmos novamente, agora para o Monte dos Pezois.
Pedalamos algum tempo ladeando a A23 até às Benquerenças, onde não chegamos a entrar, indo em busca de um dos belos single tracks, de que a zona é fértil, que nos conduziu à aldeia fantasma de Azinheira.
Continuámos em direção à Represa, com paragem no Ramalhete, para uma bebida fresca, pois hoje o calor era mais primaveril, que outonal.
Ali encontrámos o Geirinhas, meu colega de profissão de tempos idos e por ali nos entretivemos um pouco, pondo a conversa em dia.
Depois das despedidas, seguimos para o VG do Palheirão e descemos à Ribeira da Carapetosa, para enfrentarmos a agora um pouco mais dura subida à aldeia, com os caminhos bastante deteriorados das últimas chuvadas.
Já tínhamos atingido o ponto mais longínquo do nosso passeio de hoje já estávamos e regressar em direção à cidade.
Tomámos a direção do Retaxo, onde também não entramos e subimos às Olelas.
Quando começamos a descida para a Caseta dos Cebolais, o colorido dos medronheiros que pululam junto à cumeada da serra, chamaram-nos a atenção e aguçaram-nos o palato.
Toca a encostar as bikes e atacar os medronhos mais madurinhos e apetitosos. Foi uma farturinha!
Estava a ver que voltava a ter direção assistida na minha "santinha"
Já satisfeitos com mais um passeio catita de btt e bafejados com uma esplendorosa manhã soleada e de largos horizontes, entramos no bairro do Montalvão e para surpresa nossa, verificámos que o ex-bar da associação e posteriormente do Graça, estava de novo aberto, agora com nova gerência e explorado pelo próprio dono do edifício.
Depois de um par de jolinhas e uns bons minutos de conversa, em jeito de abaladiça, demos por terminado o passeio de hoje, com a promessa de novas investidas no mato, logo que a oportunidade e a vontade surja.
45 kms, foram suficientes para nos matar o vício, limpar o stress e por a conversa em dia, praticando um desporto de que realmente gostamos.

Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

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